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Umbanda Omolokô: o que é, de onde vem e como funciona

Enquanto o Congresso de 1941 tentava afastar a Umbanda da África, um sambista e pai de santo do Rio de Janeiro fez o caminho contrário. Conheça o Omolokô, a vertente que trouxe de volta os atabaques, os nomes de Angola e a cozinha de santo, e a história de Tata Tancredo da Silva Pinto.

Por Weverton Pansan e Maria Amélia Pansan·24 de outubro de 2026·9 min de leitura
Umbanda Omolokô: o que é, de onde vem e como funciona
Resposta rápida

Enquanto o Congresso de 1941 tentava afastar a Umbanda da África, um sambista e pai de santo do Rio de Janeiro fez o caminho contrário. Conheça o Omolokô, a vertente que trouxe de volta os atabaques, os nomes de Angola e a cozinha de santo, e a história de Tata Tancredo da Silva Pinto.

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A Umbanda Omolokô (também escrita omolocô ou omoloko) é a vertente da Umbanda que assume uma raiz africana de origem banto, ligada a Angola, e se aproxima do Candomblé de Angola. Ela foi organizada e divulgada no Rio de Janeiro, a partir dos anos 1940 e 1950, por Tancredo da Silva Pinto, o Tata Tancredo. No Omolokô se cultuam caboclos, pretos-velhos e Orixás, chamados também pelos nomes de Angola, com atabaques e com uma cozinha de santo bem preservada.

Resposta rápida

  • O que é: uma vertente da Umbanda de raiz africana, que reivindica origem banto (angolana) e se aproxima do Candomblé de Angola.
  • Quem organizou: Tancredo da Silva Pinto (1904 a 1979), o Tata Tancredo, sambista, escritor e pai de santo do Rio de Janeiro.
  • Origem do nome: segundo o tata Gilberto d'Òsósi, vem do iorubá omo (filho) e oko (zona rural), lembrando o lugar afastado onde os rituais aconteciam.
  • Como é o culto: atabaques, caboclos, pretos-velhos e Orixás chamados também pelos nomes de Angola, como Aluvaiá (Exu), Kanjira (Ogum) e Kissimbi (Oxum).
  • Diferença da Umbanda branca: a Umbanda branca evitava tambores, corte e elementos africanos; o Omolokô fez questão deles.

No Omolokô vale um ditado repetido nos terreiros: cada casa é uma casa. Siga sempre o fundamento do seu terreiro.

O que é a Umbanda Omolokô

A Umbanda nunca foi uma coisa só. Nas décadas de 1940 e 1950, como mostram os historiadores Joana Bahia e Farlen Nogueira (Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2018), dois modelos disputavam o que seria a religião. De um lado, a Umbanda branca, mais próxima do espiritismo de Kardec e do catolicismo. Do outro, o Omolokô, que buscava a África e o Candomblé.

O sambista e pesquisador Nei Lopes, citado pelos dois autores, descreve o Omolokô como um antigo culto provavelmente banto, que se espalhou pelo Rio de Janeiro na primeira metade do século XX. A sua difusão, pela liderança de Tancredo da Silva Pinto, foi uma reação de volta às raízes africanas diante da Umbanda branca que ganhou força depois do Primeiro Congresso de Espiritismo de Umbanda, em 1941. Para Lopes, o Omolokô talvez tenha sido apenas uma linha ritual da Umbanda que procurou reviver em parte a antiga cabula.

A antropóloga Stefania Capone, também citada por Bahia e Nogueira, propõe enxergar a Umbanda como um continuum: de um polo branco, influenciado pelo kardecismo, até um polo africano, onde fica o Omolokô. Os terreiros se espalham ao longo dessa linha, e muitos misturam um pouco de cada lado.

O que significa a palavra omolokô

No livro Omolokô: uma nação (2010), o tata Gilberto d'Òsósi explica que a palavra vem do iorubá: omo quer dizer filho e oko quer dizer zona rural, o campo. O nome lembraria o lugar onde os rituais eram feitos. Ornato José da Silva, no livro Culto Omoloko: os filhos do terreiro (1985), conta que a repressão policial da época obrigava a buscar lugares seguros e afastados para o culto. As duas obras são citadas no estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro publicado na revista REVER (PUC-SP).

Você vai encontrar a palavra escrita de vários jeitos: omolokô, omolocô, omoloko ou omolocum. Não confunda com o omolocum de Oxum, que é uma comida de santo feita com feijão-fradinho e ovos.

Qual é a origem do Omolokô

Sobre a origem, as fontes não concordam, e é honesto dizer isso.

  • A versão de Tancredo. No livro Umbanda: guia e ritual para organização de terreiros (1963), escrito com Byron Tôrres de Freitas, Tancredo afirma que a Umbanda verdadeira vem dos Lundas-Quiocos, povo que ele situa em Angola. O tata Gilberto d'Òsósi segue essa linha e fala no povo lunda-kioko, de Angola.
  • A versão maranhense. O estudo da revista REVER cita um autor (Silva, 2021) para quem o Omolokô nasceu entre os mina-jeje do Maranhão, com base em elementos africanos, espíritas e indígenas. O mesmo estudo registra que Tancredo foi iniciado por zeladores de santo do Maranhão.
  • A leitura dos historiadores. Para Bahia e Nogueira, a Angola de Tancredo é sobretudo uma construção: ao dar à Umbanda um lugar de origem na África, ele criava uma identidade negra e africana para a religião, num tempo de forte movimento negro no Rio. Os mesmos autores levantam a hipótese de que o Omolokô já era praticado por outras pessoas antes de Tancredo e que ele foi quem lhe deu espaço em jornais e livros.

O que todas as fontes confirmam é que o Omolokô se firmou no Rio de Janeiro como uma Umbanda que se assume africana, de matriz banto, e que Tancredo foi o seu grande organizador.

Quem foi Tata Tancredo da Silva Pinto

Tancredo da Silva Pinto nasceu em Cantagalo, no estado do Rio de Janeiro, em 10 de agosto de 1904, e morreu no Rio de Janeiro em 1º de setembro de 1979, segundo a Wikipédia e o artigo de Bahia e Nogueira. O livro de d'Òsósi traz outra estimativa para o nascimento, mais antiga, e o estudo da REVER registra essa divergência. Era chamado de Tata Tancredo, Tatá Ti Inquice e até de Papa da Umbanda.

  • Sambista. Participou da fundação da agremiação Deixa Falar, nos anos 1920, e da Federação Brasileira das Escolas de Samba, em 1947. É autor de sambas como Jogo proibido (1936) e General da banda (1950), que faz referência a Ogum e foi gravado por Blecaute.
  • Jornalista e escritor. Assinava uma coluna no jornal O Dia e escreveu mais de 30 livros, entre eles Doutrina e ritual de Umbanda, As mirongas de Umbanda, Camba de Umbanda, O eró da Umbanda, Origens da Umbanda e Iaô.
  • Organizador. Fundou a Confederação Espírita Umbandista (CEU), que mais tarde virou Congregação Espírita Umbandista do Brasil, e ajudou a criar federações em outros estados, como Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco.
  • Criador de festas. Muitos atribuem a ele as festas de Iemanjá nas praias do Rio, a festa de Yaloxá na Pampulha, o Cruzandê (festa de caboclos) em Minas Gerais, a festa do preto-velho em Inhoaíba, a festa de Xangô em Pernambuco e o evento Você sabe o que é Umbanda?, no Maracanã.

A Wikipédia registra que o livro de filhos de santo do Tata guardava mais de 3.566 nomes de iniciados.

Xangô e a fundação da federação

Nos anos 1940, a Umbanda ainda era perseguida pela polícia. Os terreiros precisavam de registro na Delegacia de Jogos e Costumes, e muitos rituais eram enquadrados como perturbação da ordem. Segundo a Wikipédia, no Rio daquela época as giras chegavam a ser acompanhadas por bandolim, cavaquinho e órgão, porque tocar atabaque era proibido.

Conta a tradição, registrada por Bahia e Nogueira e pela Wikipédia, que no terreiro da sua tia Olga da Mata, em Duque de Caxias, Xangô se manifestou e pediu a Tancredo que fundasse uma sociedade para proteger os umbandistas, como ele já tinha feito com os sambistas. A confederação nasceu em 1949, segundo os historiadores (a notícia saiu no jornal Diário da Noite em junho de 1950), com recursos dos direitos autorais de General da banda. Xangô passou a ser o patrono da confederação.

Tancredo comprou briga. Defendia o uso de atabaques e tambores, a aproximação com o Candomblé de Angola e práticas que a Umbanda branca rejeitava. Em 1954, um colunista do Jornal de Umbanda chegou a chamar a Umbanda dele de pseudo-Umbanda. Mesmo assim, o Omolokô se espalhou e teve terreiros filiados em vários estados.

Como é o culto no Omolokô

Bahia e Nogueira resumem: no Omolokô se cultuam caboclos e pretos-velhos, bem como Orixás, em iorubá e em angola. Na prática, isso quer dizer uma gira de Umbanda com linhas de caboclo, preto-velho, Exu e Pombagira, mas com mais elementos do Candomblé de Angola:

  • Atabaques e cantigas no lugar de palmas apenas.
  • Zambi como a entidade suprema, segundo Nei Lopes.
  • Os Orixás chamados de bakuros e também pelos nomes de Angola.
  • Uma cozinha de santo rica, com comidas próprias para cada bakuro.
  • Em algumas casas, o corte (sacralização de animais) em obrigações específicas, assunto explicado em Umbanda faz sacrifício de animais?

A pesquisadora Carla Cristina Gonçalves (UERJ, 2023), citada no estudo da REVER, destaca outra marca do Omolokô: o conhecimento passa pela oralidade, de boca em boca, dos mais velhos para os mais novos. Por isso o culto varia tanto e existem poucos livros sobre ele. Entre os autores mais lembrados estão Tancredo da Silva Pinto, Ornato José da Silva, Caio de Omulu e o tata Gilberto d'Òsósi.

Os bakuros: os Orixás com nomes de Angola

No Omolokô, as divindades são chamadas de bakuros (ou mbakulu, palavra de origem congo ligada à ideia de ancestral). O estudo da UFRJ publicado na REVER levantou, a partir do livro de d'Òsósi, 17 bakuros. Os principais, com as cores registradas nessa obra:

  • Aluvaiá e Bombogira: Exu e Pombagira. Vermelho e preto.
  • Kanjira, n'Kosi ou Mukumbe: Ogum. Verde e vermelho.
  • Madé ou Gongobira: Oxóssi. Verde (em algumas casas, azul-claro).
  • Kaviungo e Kimbotó: Omolu e Obaluaê, o jovem e o velho. Branco e preto.
  • Kissimbi, Kambalassinda ou Dandalunda: Oxum. Amarelo-ouro.
  • Kianda Aioká ou Kaitumbá: Iemanjá. Azul transparente, prata e branco.
  • Iapopo, Cita ou Matamba: Iansã. Vermelho, rosa, marrom e coral.
  • Kerekere ou Zumbarandá: Nanã. Lilás, rosa-choque, branco e azul-cobalto.
  • Jambanguri ou Kambaranguanje: Xangô.
  • Ferimã, Gangarubanda ou Lembaranganga: Oxalá. Branco e prata.
  • Catendê ou Minipanzo: Ossaim, o dono das folhas. Verde-escuro.
  • Angorô ou Angoromeia: Oxumaré, o arco-íris. Amarelo e preto.
  • Terecompenso: Logun Edé. Azul-claro e amarelo.
  • Tempo ou Kitembula: a ancestralidade, ligado à grande árvore do terreiro. Todas as cores.

Nei Lopes, também citado no estudo, registra outros nomes, como Quimboto, Pomboê, Zambanguri e Quixímbi. Os nomes e as cores mudam de casa para casa; a lista acima é a de uma obra, não uma regra para todos os terreiros.

As comidas de santo do Omolokô

A cozinha é um dos tesouros do Omolokô. O estudo da REVER analisou 31 comidas de 17 bakuros e concluiu que essa religião é guardiã de receitas africanas que também chegaram à mesa de casa. Alguns exemplos do livro de d'Òsósi:

  • Aluvaiá e Bombogira: o padê (veja o padê de Exu e o padê de Pombagira) feito com farinha e dendê para a manifestação masculina, e com mel, cachaça ou azeite doce para a feminina, servido em alguidar ou folha de bananeira.
  • Kaviungo (Omolu): o deburu, pipoca estourada com areia da praia e dendê. A areia lembra o itã em que Iemanjá cuidou do menino Omolu rejeitado.
  • Iapopo (Iansã): o acarajé, bolinho de feijão-fradinho frito no dendê.
  • Kissimbi (Oxum): xinxim de galinha, moqueca de peixe de água doce e milho branco com mel e ovos.
  • Jambanguri (Xangô): amalá de rabada com quiabo e o ajabó, quiabo com mel.
  • Ferimã (Oxalá): cuscuz de inhame, acaçá e cuscuz de tapioca, sempre brancos e sem sal.

Para fazer uma oferenda, peça orientação ao seu terreiro. Cada casa tem o seu jeito de preparar e de entregar.

Diferença entre Omolokô, Umbanda branca e Candomblé

  • Omolokô x Umbanda branca. A Umbanda branca, organizada pela federação que fez o Congresso de 1941, não aceitava atabaques, corte nem mistura com o Candomblé ou com a África, segundo Bahia e Nogueira. O Omolokô fez exatamente o contrário: tambor, nomes de Angola, comida de santo e mais fundamento africano. As duas têm caboclos e pretos-velhos.
  • Omolokô x Candomblé. O Omolokô se aproxima do Candomblé de Angola, mas continua sendo Umbanda: há incorporação de caboclos, pretos-velhos e das demais linhas de trabalho, com consulta ao público. No Candomblé, o centro do culto são os Orixás, Inquices ou Voduns. Veja mais em Umbanda e Candomblé: diferenças.
  • Omolokô x Umbanda Esotérica. A Umbanda Esotérica buscou a origem da religião em saberes antigos e na astrologia; o Omolokô buscou na África banto.

Na prática, como lembra Capone, os terreiros vivem entre esses polos, e muitos não usam rótulo nenhum. Para ver o quadro completo das vertentes, leia o que é Umbanda branca.

Data, bandeira e saudação

  • Dia da Nação Omolocô: segundo a Wikipédia, em Belo Horizonte foi instituído o 10 de agosto, dia do nascimento de Tancredo, como data consagrada à Nação Omolocô, conforme ata de uma reunião presidida por um filho de santo do Tata.
  • Bandeira: a Wikipédia descreve a bandeira da Nação Omolocô na cor verde-garrafa, com uma pena branca no centro e uma linha branca na diagonal. Ela fica exposta numa tenda de Umbanda no bairro do Cachambi, no Rio de Janeiro.
  • Festa nacional: muitas casas de Omolokô também comemoram o Dia Nacional da Umbanda, em 15 de novembro.

Como saber se um terreiro é de Omolokô

Não existe uma lista fechada, mas alguns sinais costumam aparecer:

  • A casa se apresenta como Omolokô, Umbanda Omolokô ou Nação Omolokô, e reconhece a linhagem de Tata Tancredo.
  • Há atabaques e cantigas, e os Orixás são chamados também pelos nomes de Angola.
  • A cozinha de santo e as obrigações têm mais peso do que numa Umbanda de mesa.
  • O dirigente pode usar o título de tata, como o próprio Tata Tancredo.

A melhor forma de saber é perguntar ao próprio dirigente qual é a raiz da casa. Se você está começando agora, veja também por onde começar na Umbanda e o que é um terreiro de Umbanda.

Resumo

A Umbanda Omolokô é a vertente de raiz africana e banto da Umbanda, organizada no Rio de Janeiro por Tata Tancredo da Silva Pinto (1904 a 1979) como resposta à Umbanda branca do Congresso de 1941. Ela cultua caboclos, pretos-velhos, Exus e Orixás, chamados também por nomes de Angola como Aluvaiá, Kanjira e Kissimbi, com atabaques, comida de santo e transmissão oral.

A sua origem é contada de formas diferentes (Angola, Maranhão ou construção identitária), e em todas elas Tancredo aparece como o grande nome. No Omolokô, cada casa é uma casa: siga o fundamento do seu terreiro. Saravá!

Fontes e referências

Perguntas frequentes

O que é Umbanda Omolokô?
É uma vertente da Umbanda de raiz africana, que reivindica origem banto ligada a Angola e se aproxima do Candomblé de Angola. Foi organizada e divulgada no Rio de Janeiro, nas décadas de 1940 e 1950, por Tancredo da Silva Pinto, o Tata Tancredo. Cultua caboclos, pretos-velhos e Orixás, chamados também pelos nomes de Angola.
Quem fundou o Omolokô?
Tancredo da Silva Pinto (1904 a 1979) é reconhecido como o organizador e principal divulgador do Omolokô. Historiadores da UERJ levantam a hipótese de que o culto já existia antes dele e que Tancredo foi quem lhe deu visibilidade em jornais, livros e federações.
O que significa a palavra omolokô?
Segundo o tata Gilberto d'Òsósi, a palavra vem do iorubá: omo quer dizer filho e oko quer dizer zona rural, o campo. O nome lembraria os lugares afastados onde os rituais eram feitos.
Qual a diferença entre Omolokô e Umbanda?
O Omolokô é uma das vertentes da Umbanda. A diferença maior é com a Umbanda branca: ela evitava atabaques, corte e elementos africanos, enquanto o Omolokô usa tambores, chama os Orixás também por nomes de Angola e mantém uma cozinha de santo forte.
Omolokô é Candomblé?
Não. O Omolokô se aproxima do Candomblé de Angola, mas continua sendo Umbanda: há incorporação de caboclos, pretos-velhos, Exus e Pombagiras, com atendimento ao público.
Quem foi Tata Tancredo?
Tancredo da Silva Pinto nasceu em Cantagalo (RJ) em 1904 e morreu no Rio em 1979. Foi sambista, autor de General da banda, colunista do jornal O Dia, escritor de mais de 30 livros sobre Umbanda e fundador da Confederação Espírita Umbandista, que defendia uma Umbanda de raiz africana.
O Omolokô faz sacrifício de animais?
Algumas casas de Omolokô realizam o corte em obrigações específicas, e Tancredo defendia essa prática. Não é regra para todos os terreiros: cada casa segue o fundamento que recebeu.
Como se chamam os Orixás no Omolokô?
São chamados de bakuros e também pelos nomes de Angola. Exemplos registrados pelo tata Gilberto d'Òsósi: Aluvaiá (Exu), Kanjira (Ogum), Madé ou Gongobira (Oxóssi), Kissimbi (Oxum), Kianda Aioká (Iemanjá), Matamba (Iansã), Jambanguri (Xangô) e Lembaranganga (Oxalá).
Qual é o dia do Omolokô?
Segundo a Wikipédia, em Belo Horizonte o dia 10 de agosto, data de nascimento de Tata Tancredo, foi instituído como dia consagrado à Nação Omolocô. Muitas casas também celebram o Dia Nacional da Umbanda, em 15 de novembro.
Axé Umbanda
Escrito porWeverton Pansan e Maria Amélia Pansan

Weverton Pansan e Maria Amélia Pansan são médiuns de um terreiro de Umbanda em São Paulo e mantêm o Axé Umbanda com fundamento, respeito à tradição e fontes confiáveis.

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Conteúdo informativo e de fé, escrito com respeito à tradição e baseado nas fontes citadas. A Umbanda varia de casa para casa; em caso de dúvida, procure sempre o dirigente do seu terreiro. Este texto não substitui orientação médica, jurídica ou psicológica.
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