Oferenda para Exu Sete Covas
Oferenda a Seu Sete Covas, guardião da calunga que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas, lembrado como o Exu dos fins e dos recomeços. A montagem mais segura segue o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou outra bebida da casa, charuto e vela preta e branca. Por ser Exu de cemitério, é oferenda firmada com a orientação do dirigente da sua casa, e entrega na calunga só com fundamento.

Oferenda a Seu Sete Covas, guardião da calunga que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas, lembrado como o Exu dos fins e dos recomeços. A montagem mais segura segue o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou outra bebida da casa, charuto e vela preta e branca. Por ser Exu de cemitério, é oferenda firmada com a orientação do dirigente da sua casa, e entrega na calunga só com fundamento. Leva farinha de mandioca, farinha de milho, azeite de dendê e outros itens, e é entregue Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente..
Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados
Sobre a oferenda para exu sete covas
Oferenda para Exu Sete Covas é uma oferenda de proteção firme, corte de demanda, limpeza do que está parado e força para encerrar ciclos e recomeçar na Umbanda, na vibração de Exu. Oferenda a Seu Sete Covas, guardião da calunga que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas, lembrado como o Exu dos fins e dos recomeços. A montagem mais segura segue o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou outra bebida da casa, charuto e vela preta e branca. Por ser Exu de cemitério, é oferenda firmada com a orientação do dirigente da sua casa, e entrega na calunga só com fundamento.
Pode ofertar mesmo sem ter uma casa
Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.
O que levar
- Farinha de mandiocapara a farofa, a base do padê, misturada ao dendê até ficar úmida e soltaComprar
- Farinha de milhoopcional; há casas que preferem a farinha de milho para os Exus da calungaComprar
- Azeite de dendêazeite de dendê, para ligar a farofaComprar
- Cachaça (marafo)marafo, a bebida mais citada; relatos de terreiro registram também uísque, vinho e absinto, conforme a casaComprar
- Vinho tintoopcional, nas casas que servem vinho a eleComprar
- Charutoum charuto inteiro, apoiado na borda da vasilhaComprar
- Milho de pipocaopcional; pipoca estourada sem sal, nas casas que lembram a regência de Omulu na entregaComprar
- Vela branca e preta (palito)preto e branco, cores ligadas a Omulu e às Almas; há casas que usam preta e amarelaComprar
- Vela preta (palito)opcional, junto com a branca, quando a casa não usa a vela bicolorComprar
- Pano ou retalho de veludo pretoopcional, um retalho preto para forrar o chãoComprar
- Vasilha de barroalguidar ou vasilha de barro, nunca de plásticoComprar
Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.
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Como ofertar (passo a passo)
- Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
- Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
- Antes de tudo, converse com o dirigente da sua casa: Sete Covas é Exu de calunga, nome de falange, e cada terreiro conhece o seu com fundamento próprio. Confirmado o caminho, prepare tudo em casa, de banho tomado e com calma. Na vasilha de barro, misture a farinha com o dendê aos poucos, até a farofa ficar úmida e solta, sem empapar. Se a sua casa usa, espalhe um punhado de pipoca sem sal por cima, lembrando Omulu, que rege a linha dele. No local, pare antes de chegar e peça licença ao dono do lugar e aos guardiões da porteira. Salve com Laroyê Exu, Laroyê Seu Sete Covas, Exu é Mojubá, em voz baixa. Estenda o retalho preto, se usar, assente a vasilha sobre ele, sirva a bebida num copo limpo e apoie o charuto na borda. Acenda a vela preta e branca em base firme, longe de mato seco e de flores de plástico. Faça o pedido com clareza e poucas palavras: proteção, corte do que está atrasando a sua vida, limpeza do que ficou parado e força para encerrar o que precisa terminar. Agradeça, saia sem olhar para trás, como manda o costume mais repetido, e volte depois para recolher o que a natureza não absorve.
- Vá até o local de entrega (Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
- Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
- Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
- Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Onde e quando entregar
O local tradicional é Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente.. Costuma-se ofertar na segunda-feira, o dia mais guardado para os Exus e para as Almas na Umbanda. Relatos de terreiro falam em entrega à noite, perto da meia-noite, mas hora aberta sem orientação é algo que muitas casas evitam, e o calendário de cada terreiro vem primeiro. No ano, o período de Finados, em 2 de novembro, costuma movimentar a linha das Almas e da calunga, dia regido por Exu. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Atenção e cuidados
Sete Covas é guardião e não é o diabo. A fama sombria vem do cemitério, da roupa preta e do jeito sério, de quem quase não sorri e fala pouco, mas na leitura umbandista ele trabalha dentro da Lei, sob a regência de Omulu, cuidando do que é devolvido à terra. Por isso não se pede a ele o prejuízo de ninguém, nem se usa o nome dele para amarrar, prender ou derrubar outra pessoa. Casa séria não aceita pedido de mal a terceiros, e o que se emite volta. Cemitério é lugar de luto alheio. Não mexa em túmulo, não deixe nada sobre sepultura de quem você não conhece, não vá sozinho à noite e respeite horário e regra da administração. Muitas casas orientam não deixar a oferenda no cemitério e esperar um tempo antes de recolher tudo. Bebida e fogo pedem cuidado real: a bebida é oferta, não é para quem entrega, ninguém vai alcoolizado, e a vela fica em base segura. Não deixe vidro, plástico nem isopor. Na volta, muita gente toma um banho de ervas, como alecrim ou manjericão, do pescoço para baixo. E desconfie de quem cobra caro, garante resultado ou diz que você tem trabalho de cemitério feito para vender o desmanche: casa séria orienta e não vende medo. Oferenda é ato de fé e não substitui orientação médica, psicológica ou jurídica. Oferendas da esquerda exigem respeito e responsabilidade: nunca para prejudicar alguém, e de preferência com a orientação de um dirigente. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Sete Covas é nome de falange, e não de um espírito único, então cada casa tem o seu, com particularidades. Na organização mais citada da Quimbanda, ele chefia o povo das covas dentro do reino da calunga, na linha de Omulu, ao lado de falanges como Sete Caveiras, Sete Campas, Sete Catacumbas e João Caveira. As cores mudam: preto e branco nas casas que o leem pelas cores de Omulu e das Almas, e amarelo e preto nas casas que lembram Iansã como senhora dos eguns. A bebida também varia entre marafo, uísque, vinho e absinto. Há autores que descrevem sete domínios de atuação dele, como cemitério, calunga grande, mata, encruzilhada, campo santo, estrada e montanha, enquanto outras casas o firmam só na calunga. Na Umbanda, muitos terreiros trabalham Sete Covas com mais cautela que na Quimbanda, e alguns nem o recebem em gira. Quem define a sua oferenda é o fundamento da sua casa. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
Perguntas frequentes
Para que serve a oferenda para exu sete covas?
O que levar na oferenda para exu sete covas?
Onde e quando entregar?
Como ofertar passo a passo?
Quais os cuidados?
Quem é Exu Sete Covas na Umbanda?
O que oferecer para Exu Sete Covas?
Qual a bebida de Exu Sete Covas?
Qual a cor da vela de Exu Sete Covas?
Qual o dia da oferenda para Exu Sete Covas?
Onde entregar a oferenda para Exu Sete Covas?
Exu Sete Covas é do mal?
Qual a relação de Exu Sete Covas com Omulu?
Posso fazer oferenda para Exu Sete Covas no Dia de Finados?
Posso fazer a oferenda para Exu Sete Covas sozinho?
Fontes e referências
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