Oferenda · Entidade

Oferenda para Exu Sete Covas

Oferenda a Seu Sete Covas, guardião da calunga que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas, lembrado como o Exu dos fins e dos recomeços. A montagem mais segura segue o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou outra bebida da casa, charuto e vela preta e branca. Por ser Exu de cemitério, é oferenda firmada com a orientação do dirigente da sua casa, e entrega na calunga só com fundamento.

Oferenda para Exu Sete Covas em vasilha de barro com farofa de dendê, pipoca, charuto, copo de marafo e velas preta e branca acesas sobre terra batida à noite
Resposta rápida

Oferenda a Seu Sete Covas, guardião da calunga que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas, lembrado como o Exu dos fins e dos recomeços. A montagem mais segura segue o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou outra bebida da casa, charuto e vela preta e branca. Por ser Exu de cemitério, é oferenda firmada com a orientação do dirigente da sua casa, e entrega na calunga só com fundamento. Leva farinha de mandioca, farinha de milho, azeite de dendê e outros itens, e é entregue Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente..

Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados

Sobre a oferenda para exu sete covas

Oferenda para Exu Sete Covas é uma oferenda de proteção firme, corte de demanda, limpeza do que está parado e força para encerrar ciclos e recomeçar na Umbanda, na vibração de Exu. Oferenda a Seu Sete Covas, guardião da calunga que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas, lembrado como o Exu dos fins e dos recomeços. A montagem mais segura segue o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou outra bebida da casa, charuto e vela preta e branca. Por ser Exu de cemitério, é oferenda firmada com a orientação do dirigente da sua casa, e entrega na calunga só com fundamento.

TipoEntidade
RegênciaExu
Diasegunda-feira, o dia mais guardado para os Exus e para as Almas na Umbanda. Relatos de terreiro falam em entrega à noite, perto da meia-noite, mas hora aberta sem orientação é algo que muitas casas evitam, e o calendário de cada terreiro vem primeiro. No ano, o período de Finados, em 2 de novembro, costuma movimentar a linha das Almas e da calunga

Pode ofertar mesmo sem ter uma casa

Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.

O que levar

  • Farinha de mandiocapara a farofa, a base do padê, misturada ao dendê até ficar úmida e soltaComprar
  • Farinha de milhoopcional; há casas que preferem a farinha de milho para os Exus da calungaComprar
  • Azeite de dendêazeite de dendê, para ligar a farofaComprar
  • Cachaça (marafo)marafo, a bebida mais citada; relatos de terreiro registram também uísque, vinho e absinto, conforme a casaComprar
  • Vinho tintoopcional, nas casas que servem vinho a eleComprar
  • Charutoum charuto inteiro, apoiado na borda da vasilhaComprar
  • Milho de pipocaopcional; pipoca estourada sem sal, nas casas que lembram a regência de Omulu na entregaComprar
  • Vela branca e preta (palito)preto e branco, cores ligadas a Omulu e às Almas; há casas que usam preta e amarelaComprar
  • Vela preta (palito)opcional, junto com a branca, quando a casa não usa a vela bicolorComprar
  • Pano ou retalho de veludo pretoopcional, um retalho preto para forrar o chãoComprar
  • Vasilha de barroalguidar ou vasilha de barro, nunca de plásticoComprar

Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.

Como afiliado, o Axé Umbanda pode receber comissão por compras qualificadas pelos links dos itens, sem custo extra para você.

Como ofertar (passo a passo)

  1. Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
  2. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
  3. Antes de tudo, converse com o dirigente da sua casa: Sete Covas é Exu de calunga, nome de falange, e cada terreiro conhece o seu com fundamento próprio. Confirmado o caminho, prepare tudo em casa, de banho tomado e com calma. Na vasilha de barro, misture a farinha com o dendê aos poucos, até a farofa ficar úmida e solta, sem empapar. Se a sua casa usa, espalhe um punhado de pipoca sem sal por cima, lembrando Omulu, que rege a linha dele. No local, pare antes de chegar e peça licença ao dono do lugar e aos guardiões da porteira. Salve com Laroyê Exu, Laroyê Seu Sete Covas, Exu é Mojubá, em voz baixa. Estenda o retalho preto, se usar, assente a vasilha sobre ele, sirva a bebida num copo limpo e apoie o charuto na borda. Acenda a vela preta e branca em base firme, longe de mato seco e de flores de plástico. Faça o pedido com clareza e poucas palavras: proteção, corte do que está atrasando a sua vida, limpeza do que ficou parado e força para encerrar o que precisa terminar. Agradeça, saia sem olhar para trás, como manda o costume mais repetido, e volte depois para recolher o que a natureza não absorve.
  4. Vá até o local de entrega (Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
  5. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
  6. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
  7. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.

Onde e quando entregar

O local tradicional é Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente.. Costuma-se ofertar na segunda-feira, o dia mais guardado para os Exus e para as Almas na Umbanda. Relatos de terreiro falam em entrega à noite, perto da meia-noite, mas hora aberta sem orientação é algo que muitas casas evitam, e o calendário de cada terreiro vem primeiro. No ano, o período de Finados, em 2 de novembro, costuma movimentar a linha das Almas e da calunga, dia regido por Exu. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.

Atenção e cuidados

Sete Covas é guardião e não é o diabo. A fama sombria vem do cemitério, da roupa preta e do jeito sério, de quem quase não sorri e fala pouco, mas na leitura umbandista ele trabalha dentro da Lei, sob a regência de Omulu, cuidando do que é devolvido à terra. Por isso não se pede a ele o prejuízo de ninguém, nem se usa o nome dele para amarrar, prender ou derrubar outra pessoa. Casa séria não aceita pedido de mal a terceiros, e o que se emite volta. Cemitério é lugar de luto alheio. Não mexa em túmulo, não deixe nada sobre sepultura de quem você não conhece, não vá sozinho à noite e respeite horário e regra da administração. Muitas casas orientam não deixar a oferenda no cemitério e esperar um tempo antes de recolher tudo. Bebida e fogo pedem cuidado real: a bebida é oferta, não é para quem entrega, ninguém vai alcoolizado, e a vela fica em base segura. Não deixe vidro, plástico nem isopor. Na volta, muita gente toma um banho de ervas, como alecrim ou manjericão, do pescoço para baixo. E desconfie de quem cobra caro, garante resultado ou diz que você tem trabalho de cemitério feito para vender o desmanche: casa séria orienta e não vende medo. Oferenda é ato de fé e não substitui orientação médica, psicológica ou jurídica. Oferendas da esquerda exigem respeito e responsabilidade: nunca para prejudicar alguém, e de preferência com a orientação de um dirigente. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Sete Covas é nome de falange, e não de um espírito único, então cada casa tem o seu, com particularidades. Na organização mais citada da Quimbanda, ele chefia o povo das covas dentro do reino da calunga, na linha de Omulu, ao lado de falanges como Sete Caveiras, Sete Campas, Sete Catacumbas e João Caveira. As cores mudam: preto e branco nas casas que o leem pelas cores de Omulu e das Almas, e amarelo e preto nas casas que lembram Iansã como senhora dos eguns. A bebida também varia entre marafo, uísque, vinho e absinto. Há autores que descrevem sete domínios de atuação dele, como cemitério, calunga grande, mata, encruzilhada, campo santo, estrada e montanha, enquanto outras casas o firmam só na calunga. Na Umbanda, muitos terreiros trabalham Sete Covas com mais cautela que na Quimbanda, e alguns nem o recebem em gira. Quem define a sua oferenda é o fundamento da sua casa. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.

Perguntas frequentes

Para que serve a oferenda para exu sete covas?
Oferenda a Seu Sete Covas, guardião da calunga que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas, lembrado como o Exu dos fins e dos recomeços. A montagem mais segura segue o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou outra bebida da casa, charuto e vela preta e branca. Por ser Exu de cemitério, é oferenda firmada com a orientação do dirigente da sua casa, e entrega na calunga só com fundamento. É uma oferenda de proteção firme, corte de demanda, limpeza do que está parado e força para encerrar ciclos e recomeçar, na vibração de Exu.
O que levar na oferenda para exu sete covas?
Tradicionalmente: farinha de mandioca, farinha de milho, azeite de dendê, cachaça (marafo), vinho tinto, charuto, milho de pipoca, vela branca e preta (palito), vela preta (palito), pano ou retalho de veludo preto, vasilha de barro. Use itens limpos e de boa qualidade, com fé.
Onde e quando entregar?
O local tradicional é Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente.. Costuma-se ofertar na segunda-feira, o dia mais guardado para os Exus e para as Almas na Umbanda. Relatos de terreiro falam em entrega à noite, perto da meia-noite, mas hora aberta sem orientação é algo que muitas casas evitam, e o calendário de cada terreiro vem primeiro. No ano, o período de Finados, em 2 de novembro, costuma movimentar a linha das Almas e da calunga, dia regido por Exu. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Como ofertar passo a passo?
Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor. Antes de tudo, converse com o dirigente da sua casa: Sete Covas é Exu de calunga, nome de falange, e cada terreiro conhece o seu com fundamento próprio. Confirmado o caminho, prepare tudo em casa, de banho tomado e com calma. Na vasilha de barro, misture a farinha com o dendê aos poucos, até a farofa ficar úmida e solta, sem empapar. Se a sua casa usa, espalhe um punhado de pipoca sem sal por cima, lembrando Omulu, que rege a linha dele. No local, pare antes de chegar e peça licença ao dono do lugar e aos guardiões da porteira. Salve com Laroyê Exu, Laroyê Seu Sete Covas, Exu é Mojubá, em voz baixa. Estenda o retalho preto, se usar, assente a vasilha sobre ele, sirva a bebida num copo limpo e apoie o charuto na borda. Acenda a vela preta e branca em base firme, longe de mato seco e de flores de plástico. Faça o pedido com clareza e poucas palavras: proteção, corte do que está atrasando a sua vida, limpeza do que ficou parado e força para encerrar o que precisa terminar. Agradeça, saia sem olhar para trás, como manda o costume mais repetido, e volte depois para recolher o que a natureza não absorve. Vá até o local de entrega (Sete Covas é guardião da calunga pequena, o cemitério, e é lá que os relatos de terreiro situam as entregas dele. Mas entrega no cemitério não se faz por conta própria: pede licença firmada pela casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do lugar, porque muitos cemitérios proíbem oferendas. Fora disso, o caminho mais usado é o ponto de firmeza do terreiro, aos pés da tronqueira, ou uma encruzilhada de terra tranquila indicada pelo dirigente.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Quais os cuidados?
Sete Covas é guardião e não é o diabo. A fama sombria vem do cemitério, da roupa preta e do jeito sério, de quem quase não sorri e fala pouco, mas na leitura umbandista ele trabalha dentro da Lei, sob a regência de Omulu, cuidando do que é devolvido à terra. Por isso não se pede a ele o prejuízo de ninguém, nem se usa o nome dele para amarrar, prender ou derrubar outra pessoa. Casa séria não aceita pedido de mal a terceiros, e o que se emite volta. Cemitério é lugar de luto alheio. Não mexa em túmulo, não deixe nada sobre sepultura de quem você não conhece, não vá sozinho à noite e respeite horário e regra da administração. Muitas casas orientam não deixar a oferenda no cemitério e esperar um tempo antes de recolher tudo. Bebida e fogo pedem cuidado real: a bebida é oferta, não é para quem entrega, ninguém vai alcoolizado, e a vela fica em base segura. Não deixe vidro, plástico nem isopor. Na volta, muita gente toma um banho de ervas, como alecrim ou manjericão, do pescoço para baixo. E desconfie de quem cobra caro, garante resultado ou diz que você tem trabalho de cemitério feito para vender o desmanche: casa séria orienta e não vende medo. Oferenda é ato de fé e não substitui orientação médica, psicológica ou jurídica. Oferendas da esquerda exigem respeito e responsabilidade: nunca para prejudicar alguém, e de preferência com a orientação de um dirigente. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Sete Covas é nome de falange, e não de um espírito único, então cada casa tem o seu, com particularidades. Na organização mais citada da Quimbanda, ele chefia o povo das covas dentro do reino da calunga, na linha de Omulu, ao lado de falanges como Sete Caveiras, Sete Campas, Sete Catacumbas e João Caveira. As cores mudam: preto e branco nas casas que o leem pelas cores de Omulu e das Almas, e amarelo e preto nas casas que lembram Iansã como senhora dos eguns. A bebida também varia entre marafo, uísque, vinho e absinto. Há autores que descrevem sete domínios de atuação dele, como cemitério, calunga grande, mata, encruzilhada, campo santo, estrada e montanha, enquanto outras casas o firmam só na calunga. Na Umbanda, muitos terreiros trabalham Sete Covas com mais cautela que na Quimbanda, e alguns nem o recebem em gira. Quem define a sua oferenda é o fundamento da sua casa. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
Quem é Exu Sete Covas na Umbanda?
É um Exu guardião da calunga, o cemitério, que responde na linha de Omulu e chefia o povo das covas. É lembrado como guardião dos fins e dos recomeços, sério, de roupa preta e poucas palavras, ligado à limpeza do que é devolvido à terra. A saudação é Laroyê.
O que oferecer para Exu Sete Covas?
A base mais segura é o padê dos Exus: farofa de dendê em vasilha de barro, marafo ou a bebida da casa, um charuto e vela preta e branca. Há casas que acrescentam pipoca sem sal, pela regência de Omulu, e vinho. Siga sempre a orientação do seu dirigente.
Qual a bebida de Exu Sete Covas?
O marafo, a cachaça, é a mais citada. Relatos de terreiro registram também uísque, vinho e absinto. A bebida é oferta para a entidade, e não para quem entrega.
Qual a cor da vela de Exu Sete Covas?
Preta e branca é a combinação mais ligada a ele, pelas cores de Omulu e das Almas. Algumas casas usam preta e amarela, lembrando Iansã como senhora dos eguns, e outras a vermelha e preta comum aos Exus. Acenda sempre em base firme.
Qual o dia da oferenda para Exu Sete Covas?
A segunda feira, dia dos Exus e das Almas na Umbanda. Relatos falam em entrega à noite, perto da meia-noite, mas muitas casas evitam hora aberta sem orientação. Confirme com o seu dirigente.
Onde entregar a oferenda para Exu Sete Covas?
Ele é da calunga pequena, o cemitério, mas entrega lá só com licença da casa, condução de quem tem preparo e respeito ao regulamento do cemitério. O caminho mais comum é a tronqueira do terreiro ou uma encruzilhada de terra indicada pelo dirigente.
Exu Sete Covas é do mal?
Não. A fama vem do cemitério e do preconceito que colou em Exu a figura do diabo cristão. Na Umbanda, ele é guardião que trabalha dentro da Lei, sob a regência de Omulu, e não atende pedido de prejuízo ao próximo.
Qual a relação de Exu Sete Covas com Omulu?
As fontes o colocam na linha de Omulu, o Orixá que rege a calunga e guarda o que está embaixo da terra. Sete Covas atua como guardião desse campo, ao lado de outras falanges do cemitério, como Sete Caveiras, Sete Campas e Sete Catacumbas.
Posso fazer oferenda para Exu Sete Covas no Dia de Finados?
O período de Finados movimenta muito a linha das Almas e da calunga, mas é também quando os cemitérios estão cheios de famílias de luto. Se a sua casa firmar alguma entrega nessa época, siga a orientação dela e respeite o espaço de quem está ali para chorar os seus.
Posso fazer a oferenda para Exu Sete Covas sozinho?
A orientação prudente é não firmar sozinho sem nunca ter conversado com um dirigente, ainda mais quando o assunto é calunga. Uma vela acesa com respeito e uma palavra de gratidão cabem em qualquer vida de fé, mas firmeza com a esquerda pede fundamento.
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Conheça outras oferendas

Conteúdo informativo e de fé. As oferendas têm uso espiritual e tradicional e variam de casa para casa. Não substituem a orientação do dirigente do seu terreiro; quando indicadas, devem ser confirmadas com o seu Pai ou Mãe de Santo. Respeite sempre a natureza e recolha o que ela não absorve.
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