
As Sete Linhas são sete vibrações ou caminhos de trabalho da Umbanda, cada um sob a regência de um Orixá, que organizam as falanges de guias. Os nomes e a ordem variam de casa para casa, mas a ideia de sete linhas sob a luz divina é comum à maioria dos terreiros.
As Sete Linhas são a forma como a Umbanda organiza as forças espirituais que atuam nos trabalhos, cada uma ligada a um Orixá regente. É um mapa do axé que sustenta a corrente.
O que são as Sete Linhas
A ideia de "sete linhas" foi sistematizada nos primeiros tempos da Umbanda para organizar o trabalho dos guias sob a regência dos Orixás. O número sete é simbólico, de totalidade. A composição varia de autor para autor e de casa para casa, não existe uma única lista oficial.
Uma composição comum
As Sete Linhas na prática
Na gira, cada linha "abre" no seu dia e momento, chamada pelos pontos cantados, como o famoso ponto "Rei das demandas é Ogum Megê". O importante é entender que as Sete Linhas são canais de trabalho do bem, e não hierarquias rígidas.
Fontes e referências
Perguntas frequentes
Quais são as Sete Linhas da Umbanda?
Por que sete linhas?
Weverton Pansan e Maria Amélia Pansan são médiuns de um terreiro de Umbanda (São Paulo‑SP) e mantêm o Axé Umbanda com fundamento, respeito à tradição e fontes confiáveis.
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