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Oferenda para Maria Padilha

Oferenda entregue a Maria Padilha, a Pombagira mais conhecida da Umbanda brasileira, arrumada com sete rosas vermelhas, champanhe ou anis, mel, perfume, cigarrilha, vela vermelha e preta e uma taça de vidro, entregue na encruzilhada ou no local que a sua casa indicar, com pedido de licença ao guardião do lugar antes de assentar.

Oferenda: Oferenda para Maria Padilha
Resposta rápida

Oferenda entregue a Maria Padilha, a Pombagira mais conhecida da Umbanda brasileira, arrumada com sete rosas vermelhas, champanhe ou anis, mel, perfume, cigarrilha, vela vermelha e preta e uma taça de vidro, entregue na encruzilhada ou no local que a sua casa indicar, com pedido de licença ao guardião do lugar antes de assentar. Leva rosas vermelhas, espumante / champanhe, mel puro e outros itens, e é entregue Na encruzilhada, que é o ponto mais tradicional para esse tipo de entrega, de preferência a encruzilhada em T, chamada de feminina em muitas casas. Onde há o fundamento, aceita-se também o pé de uma roseira, o portão do cemitério ou a tronqueira do terreiro. Em apartamento, muitas casas orientam arrumar uma entrega simbólica numa bandeja, num canto reservado, sem vela grande e sem bebida derramada, e depois devolver as flores à terra..

Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados

Sobre a oferenda para maria padilha

Oferenda para Maria Padilha é uma oferenda de pedir força para se colocar no mundo, autoestima, defesa contra abuso e clareza nas escolhas do amor e da vida, e agradecer o que já foi atendido na Umbanda, na vibração de Pombagira. Oferenda entregue a Maria Padilha, a Pombagira mais conhecida da Umbanda brasileira, arrumada com sete rosas vermelhas, champanhe ou anis, mel, perfume, cigarrilha, vela vermelha e preta e uma taça de vidro, entregue na encruzilhada ou no local que a sua casa indicar, com pedido de licença ao guardião do lugar antes de assentar.

TipoEntidade
RegênciaPombagira
Diasegunda-feira e sexta-feira são os dias mais citados, e há casas que firmam na terça-feira. Muitos terreiros marcam também as noites de segunda, depois do anoitecer, e o 13 de junho ou o 2 de novembro conforme o calendário da casa

Pode ofertar mesmo sem ter uma casa

Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.

O que levar

  • Rosas vermelhassete rosas vermelhas, sem espinho e sem plástico, ou o número que a sua casa firmarComprar
  • Espumante / champanheuma garrafa pequena de espumante, ou licor de anis, conforme o fundamento da casaComprar
  • Mel puroum pouco de mel puro, para adoçar a entregaComprar
  • Perfume / alfazemaum perfume doce, borrifado sobre as flores e no chão em voltaComprar
  • Cigarro de palhauma cigarrilha ou um cigarro, nas casas que usamComprar
  • Vela vermelha e preta de 7 diasuma vela vermelha e preta, firmada em local seguro e em chão de terraComprar
  • Vela branca (palito)uma vela branca para o anjo da guarda, acesa antes de tudo, em casaComprar
  • Vasilha de barrouma vasilha de barro ou uma taça de vidro, para a bebida e o melComprar
  • Moedasalgumas moedas, opcionais, como pagamento simbólico ao guardião do lugarComprar

Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.

Como afiliado, o Axé Umbanda pode receber comissão por compras qualificadas pelos links dos itens, sem custo extra para você.

Como ofertar (passo a passo)

  1. Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
  2. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
  3. Comece pelo preceito, que na tradição vem antes da oferenda. Tome um banho de descarrego, vista roupa limpa, evite bebida alcoólica no dia e acenda em casa uma vela branca para o seu anjo da guarda. Separe tudo com calma, sem plástico, sem isopor e sem embalagem que vá ficar na natureza. Ao chegar ao local, pare antes de entrar e peça licença em voz baixa ao guardião daquele espaço, porque nenhuma entrega se faz sem passagem liberada, e onde a casa orienta acende-se primeiro uma vela para o Exu do lugar. Depois arrume as rosas no chão de terra, coloque a taça ou a vasilha de barro com a bebida e o mel, borrife o perfume, deixe a cigarrilha ao lado e acenda a vela vermelha e preta por último, firmada na terra e longe de mato seco. Saúde com respeito, diga o pedido em voz baixa, com poucas palavras e sem exigência, agradeça e vá embora sem olhar para trás, costume que muitas casas mantêm. Volte depois para agradecer quando o pedido for atendido.
  4. Vá até o local de entrega (Na encruzilhada, que é o ponto mais tradicional para esse tipo de entrega, de preferência a encruzilhada em T, chamada de feminina em muitas casas. Onde há o fundamento, aceita-se também o pé de uma roseira, o portão do cemitério ou a tronqueira do terreiro. Em apartamento, muitas casas orientam arrumar uma entrega simbólica numa bandeja, num canto reservado, sem vela grande e sem bebida derramada, e depois devolver as flores à terra.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
  5. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
  6. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
  7. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.

Onde e quando entregar

O local tradicional é Na encruzilhada, que é o ponto mais tradicional para esse tipo de entrega, de preferência a encruzilhada em T, chamada de feminina em muitas casas. Onde há o fundamento, aceita-se também o pé de uma roseira, o portão do cemitério ou a tronqueira do terreiro. Em apartamento, muitas casas orientam arrumar uma entrega simbólica numa bandeja, num canto reservado, sem vela grande e sem bebida derramada, e depois devolver as flores à terra.. Costuma-se ofertar na segunda-feira e sexta-feira são os dias mais citados, e há casas que firmam na terça-feira. Muitos terreiros marcam também as noites de segunda, depois do anoitecer, e o 13 de junho ou o 2 de novembro conforme o calendário da casa, dia regido por Pombagira. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.

Atenção e cuidados

Pombagira não é entidade de amarração e casa séria não trabalha para prender, dominar nem separar ninguém. Pedido que envolve a vontade de outra pessoa não é fundamento, é abuso, e quem cobra caro prometendo isso está enganando você. O que a tradição registra é força para a pessoa se colocar no mundo, autoestima, coragem para sair de relação ruim e defesa de quem está sendo maltratado. Cuidado material também é fundamento: vela acesa em chão de terra, longe de mato seco e de gravetos, nunca em mata fechada e nunca em época de estiagem. Não deixe vidro quebrado, plástico, isopor nem lixo na encruzilhada, e leve de volta tudo o que não é biodegradável. Evite entregar sozinho à noite em local perigoso, prefira ir acompanhado e em horário seguro. Se o pedido envolve violência doméstica, procure também a rede de proteção e a delegacia, porque fé e amparo prático caminham juntos. Oferendas da esquerda exigem respeito e responsabilidade: nunca para prejudicar alguém, e de preferência com a orientação de um dirigente. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Muda bastante de casa para casa, e é bom saber antes de comparar com o que se vê por aí. Maria Padilha aparece na Umbanda com muitas qualidades, entre elas Maria Padilha do Cabaré, Maria Padilha das Almas, Maria Padilha do Cemitério e Maria Padilha das Sete Encruzilhadas, e cada qualidade tem os seus agrados próprios, o seu local de entrega e o seu dia. Sobre a bebida há divergência: muitas casas usam champanhe ou espumante, outras usam licor de anis, e existem terreiros que não usam bebida alcoólica nenhuma. O mesmo vale para o cigarro, que algumas casas não colocam. O número de rosas também varia, com sete sendo o mais citado e cinco, treze ou uma única rosa aparecendo em outras casas. Quem determina é o seu dirigente, e não a receita mais compartilhada da internet. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.

Perguntas frequentes

Para que serve a oferenda para maria padilha?
Oferenda entregue a Maria Padilha, a Pombagira mais conhecida da Umbanda brasileira, arrumada com sete rosas vermelhas, champanhe ou anis, mel, perfume, cigarrilha, vela vermelha e preta e uma taça de vidro, entregue na encruzilhada ou no local que a sua casa indicar, com pedido de licença ao guardião do lugar antes de assentar. É uma oferenda de pedir força para se colocar no mundo, autoestima, defesa contra abuso e clareza nas escolhas do amor e da vida, e agradecer o que já foi atendido, na vibração de Pombagira.
O que levar na oferenda para maria padilha?
Tradicionalmente: rosas vermelhas, espumante / champanhe, mel puro, perfume / alfazema, cigarro de palha, vela vermelha e preta de 7 dias, vela branca (palito), vasilha de barro, moedas. Use itens limpos e de boa qualidade, com fé.
Onde e quando entregar?
O local tradicional é Na encruzilhada, que é o ponto mais tradicional para esse tipo de entrega, de preferência a encruzilhada em T, chamada de feminina em muitas casas. Onde há o fundamento, aceita-se também o pé de uma roseira, o portão do cemitério ou a tronqueira do terreiro. Em apartamento, muitas casas orientam arrumar uma entrega simbólica numa bandeja, num canto reservado, sem vela grande e sem bebida derramada, e depois devolver as flores à terra.. Costuma-se ofertar na segunda-feira e sexta-feira são os dias mais citados, e há casas que firmam na terça-feira. Muitos terreiros marcam também as noites de segunda, depois do anoitecer, e o 13 de junho ou o 2 de novembro conforme o calendário da casa, dia regido por Pombagira. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Como ofertar passo a passo?
Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor. Comece pelo preceito, que na tradição vem antes da oferenda. Tome um banho de descarrego, vista roupa limpa, evite bebida alcoólica no dia e acenda em casa uma vela branca para o seu anjo da guarda. Separe tudo com calma, sem plástico, sem isopor e sem embalagem que vá ficar na natureza. Ao chegar ao local, pare antes de entrar e peça licença em voz baixa ao guardião daquele espaço, porque nenhuma entrega se faz sem passagem liberada, e onde a casa orienta acende-se primeiro uma vela para o Exu do lugar. Depois arrume as rosas no chão de terra, coloque a taça ou a vasilha de barro com a bebida e o mel, borrife o perfume, deixe a cigarrilha ao lado e acenda a vela vermelha e preta por último, firmada na terra e longe de mato seco. Saúde com respeito, diga o pedido em voz baixa, com poucas palavras e sem exigência, agradeça e vá embora sem olhar para trás, costume que muitas casas mantêm. Volte depois para agradecer quando o pedido for atendido. Vá até o local de entrega (Na encruzilhada, que é o ponto mais tradicional para esse tipo de entrega, de preferência a encruzilhada em T, chamada de feminina em muitas casas. Onde há o fundamento, aceita-se também o pé de uma roseira, o portão do cemitério ou a tronqueira do terreiro. Em apartamento, muitas casas orientam arrumar uma entrega simbólica numa bandeja, num canto reservado, sem vela grande e sem bebida derramada, e depois devolver as flores à terra.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Quais os cuidados?
Pombagira não é entidade de amarração e casa séria não trabalha para prender, dominar nem separar ninguém. Pedido que envolve a vontade de outra pessoa não é fundamento, é abuso, e quem cobra caro prometendo isso está enganando você. O que a tradição registra é força para a pessoa se colocar no mundo, autoestima, coragem para sair de relação ruim e defesa de quem está sendo maltratado. Cuidado material também é fundamento: vela acesa em chão de terra, longe de mato seco e de gravetos, nunca em mata fechada e nunca em época de estiagem. Não deixe vidro quebrado, plástico, isopor nem lixo na encruzilhada, e leve de volta tudo o que não é biodegradável. Evite entregar sozinho à noite em local perigoso, prefira ir acompanhado e em horário seguro. Se o pedido envolve violência doméstica, procure também a rede de proteção e a delegacia, porque fé e amparo prático caminham juntos. Oferendas da esquerda exigem respeito e responsabilidade: nunca para prejudicar alguém, e de preferência com a orientação de um dirigente. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Muda bastante de casa para casa, e é bom saber antes de comparar com o que se vê por aí. Maria Padilha aparece na Umbanda com muitas qualidades, entre elas Maria Padilha do Cabaré, Maria Padilha das Almas, Maria Padilha do Cemitério e Maria Padilha das Sete Encruzilhadas, e cada qualidade tem os seus agrados próprios, o seu local de entrega e o seu dia. Sobre a bebida há divergência: muitas casas usam champanhe ou espumante, outras usam licor de anis, e existem terreiros que não usam bebida alcoólica nenhuma. O mesmo vale para o cigarro, que algumas casas não colocam. O número de rosas também varia, com sete sendo o mais citado e cinco, treze ou uma única rosa aparecendo em outras casas. Quem determina é o seu dirigente, e não a receita mais compartilhada da internet. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
Quem é Maria Padilha na Umbanda?
É a Pombagira mais conhecida e mais cultuada do Brasil, chefe de falange na linha da esquerda, que trabalha na Umbanda pela caridade em questões de autoestima, dignidade, amor e defesa de quem está sendo maltratado. O nome tem raiz ibérica, ligada a uma figura histórica e literária da Espanha medieval, e chegou ao Brasil pela tradição popular, ganhando aqui a identidade própria de Pombagira. Ela aparece em várias qualidades, cada uma com o seu fundamento.
O que oferecer para Maria Padilha?
O que a tradição mais registra é rosa vermelha, champanhe ou espumante, licor de anis nas casas que usam, mel, perfume doce, cigarrilha, vela vermelha e preta e uma taça de vidro. Algumas casas acrescentam espelho, joia de bijuteria e tecido vermelho. O essencial não é o preço, é a qualidade da intenção e o respeito no arranjo: coisa de verdade, limpa e entregue com calma.
Qual o dia de Maria Padilha?
Os dias mais citados são a segunda-feira e a sexta-feira, e há casas que firmam na terça-feira. Muitos terreiros preferem a noite, depois do anoitecer. As datas coletivas variam conforme o calendário de cada casa, e algumas marcam o 13 de junho e outras o 2 de novembro. Confirme com o seu dirigente, porque nesse ponto a divergência entre terreiros é grande.
Onde entregar a oferenda para Maria Padilha?
A encruzilhada é o local mais tradicional, porque representa passagem, decisão e cruzamento de caminhos, e muitas casas preferem a encruzilhada em T. Onde há fundamento, aceita-se também o pé de roseira, o portão do cemitério e a tronqueira do terreiro. Em apartamento, a orientação comum é uma entrega simbólica numa bandeja, em canto reservado, com as flores devolvidas à terra depois.
Precisa pedir licença antes de fazer a oferenda?
Sim, e esse é um dos pontos que a tradição mais insiste. Todo lugar tem o seu guardião, e a entrega se faz com passagem liberada. Pare antes de entrar, peça licença em voz baixa e, onde a casa orienta, acenda primeiro uma vela para o Exu do local. Muitos deixam também algumas moedas como pagamento simbólico. Chegar arrumando oferenda sem pedir licença é falta de respeito, não é pressa.
Pode fazer oferenda para Maria Padilha em casa?
Pode, de forma simples e com cuidado. Uma rosa vermelha, um pouco de perfume, uma taça pequena e uma vela em local seguro já formam uma entrega digna, e muita gente começa assim. O que não se faz em casa é derramar bebida no chão, acender vela grande sem acompanhamento e improvisar trabalho de esquerda sem fundamento. Para pedido maior, procure o dirigente da sua casa.
Maria Padilha faz amarração ou trabalho para prender alguém?
Não, e é importante dizer isso com clareza. Pombagira não trabalha para dominar a vontade de ninguém, e casa séria não oferece esse tipo de serviço. Interferir na liberdade de outra pessoa não é fundamento umbandista. O que a tradição registra é força para a pessoa se valorizar, coragem para sair de relação ruim, clareza para escolher e defesa de quem está sendo maltratado. Desconfie de quem cobra caro prometendo amarração.
Qual a diferença entre Maria Padilha e Pombagira em geral?
Pombagira é a linha, o conjunto de entidades femininas que trabalham na esquerda da Umbanda. Maria Padilha é uma delas, e uma das mais conhecidas, com falange própria e várias qualidades. Uma oferenda geral de Pombagira é dirigida à linha inteira, e esta é dirigida a ela. Quem ainda não tem ligação firmada com Maria Padilha pode começar pela entrega geral, que nunca é errada.
Quantas rosas levar para Maria Padilha?
Sete é o número mais citado, pela leitura das sete linhas e pela tradição de firmeza mais longa, mas não existe regra única. Há casas que usam cinco, outras treze e outras uma única rosa vermelha bem escolhida. O costume pede rosa fresca, sem espinho e sem embalagem plástica. Vale mais uma flor entregue com atenção do que sete arrumadas de qualquer jeito.
O que fazer com a oferenda depois?
Na encruzilhada, a oferenda em geral fica no lugar, mas isso não autoriza deixar lixo: garrafa de vidro, plástico, isopor e embalagem devem voltar com você. Flores, mel e bebida derramada em chão de terra são biodegradáveis. Onde a casa orienta recolher, volte no dia seguinte, junte o que não se decompõe e leve para o lixo comum. Deixar sujeira na natureza não é fundamento, é descuido.
Preciso tomar banho antes de entregar a oferenda?
A tradição pede sim, e esse é o preceito mais repetido. Um banho de descarrego antes, roupa limpa, sem bebida alcoólica no dia e uma vela branca para o anjo da guarda em casa formam o preparo mais comum. A ideia é chegar limpo e sereno, sem carregar o peso do dia para dentro da entrega. Cada casa define os detalhes do seu preceito.

Conheça outras oferendas

Conteúdo informativo e de fé. As oferendas têm uso espiritual e tradicional e variam de casa para casa. Não substituem a orientação do dirigente do seu terreiro; quando indicadas, devem ser confirmadas com o seu Pai ou Mãe de Santo. Respeite sempre a natureza e recolha o que ela não absorve.
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