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Oferenda para Exu Tiriri

A oferenda para Exu Tiriri é feita ao guardião que a tradição aponta como chefe de falange e senhor das encruzilhadas de terra, muito chamado nos trabalhos de quebra de demanda e de limpeza pesada. As listas mais citadas falam em cachaça pura ou com mel, charuto ou cigarro de palha, padê de farinha com dendê, vela preta e vermelha e algumas moedas, sempre com pedido claro e com orientação do dirigente.

Oferenda: Oferenda para Exu Tiriri
Resposta rápida

A oferenda para Exu Tiriri é feita ao guardião que a tradição aponta como chefe de falange e senhor das encruzilhadas de terra, muito chamado nos trabalhos de quebra de demanda e de limpeza pesada. As listas mais citadas falam em cachaça pura ou com mel, charuto ou cigarro de palha, padê de farinha com dendê, vela preta e vermelha e algumas moedas, sempre com pedido claro e com orientação do dirigente. Leva vela vermelha e preta de 7 dias, cachaça (marafo), charuto e outros itens, e é entregue encruzilhada de terra aberta, em T ou em cruz, ou o ponto que a sua casa indicar.

Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados

Sobre a oferenda para exu tiriri

Oferenda para Exu Tiriri é uma oferenda de pedir corte de demanda, limpeza de caminho e proteção, e agradecer o trabalho já feito na Umbanda, na vibração de Exu. A oferenda para Exu Tiriri é feita ao guardião que a tradição aponta como chefe de falange e senhor das encruzilhadas de terra, muito chamado nos trabalhos de quebra de demanda e de limpeza pesada. As listas mais citadas falam em cachaça pura ou com mel, charuto ou cigarro de palha, padê de farinha com dendê, vela preta e vermelha e algumas moedas, sempre com pedido claro e com orientação do dirigente.

TipoEntidade
RegênciaExu
Diasegunda feira é o dia mais citado nas casas de Umbanda, e há terreiros que preferem a sexta feira

Pode ofertar mesmo sem ter uma casa

Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.

O que levar

  • Vela vermelha e preta de 7 diasou duas velas palito, uma preta e uma vermelha, conforme a casaComprar
  • Cachaça (marafo)num copo pequeno, pura ou com uma colher de mel, como boa parte das casas indicaComprar
  • Charutoou cigarro de palha, aceso e apoiado na borda da vasilhaComprar
  • Farinha de mandiocapara o padê, se o seu terreiro trabalhar assimComprar
  • Azeite de dendêazeite de dendê, pouco, para amassar o padêComprar
  • Mel purouma colher, quando a casa orienta adoçar o pedidoComprar
  • Cerveja pretaopcional, citada em algumas casas no lugar da cachaçaComprar
  • Camarão secoopcional, aparece nas listas mais completas, em pouca quantidadeComprar
  • Vasilha de barrovasilha ou alguidar pequeno, de barroComprar
  • Moedasalgumas moedas, costume antigo de direito de passagemComprar

Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.

Como afiliado, o Axé Umbanda pode receber comissão por compras qualificadas pelos links dos itens, sem custo extra para você.

Como ofertar (passo a passo)

  1. Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
  2. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
  3. Antes de qualquer coisa, converse com o dirigente da sua casa, porque oferenda de esquerda tem fundamento fechado e o que serve num terreiro pode não servir em outro. Confirmado o fundamento, prepare tudo em casa com calma, de banho tomado e com roupa limpa. Se for fazer o padê, amasse a farinha de mandioca com um pouco de dendê até formar uma massa firme, sem sal e sem tempero. Monte a oferenda na vasilha de barro, com o copo de cachaça à parte, e leve tudo sem pressa. Ao chegar, peça licença em voz alta ao dono do lugar antes de colocar qualquer coisa no chão, costume que a tradição trata como regra de educação, e não como formalidade. Arrume os itens, acenda a vela em local seguro, longe de mato seco e de qualquer coisa que possa pegar fogo, e acenda o charuto deixando a ponta apoiada na borda da vasilha. Saúde com Laroiê Exu Tiriri e fale com clareza o que está pedindo, com as suas próprias palavras, sem rodeio e sem prometer o que você não vá cumprir. Deixe as moedas como direito de passagem. Agradeça ao sair, não olhe para trás na volta, costume que muitas casas guardam, e leve embora toda embalagem, sacola, tampa e garrafa, porque isso não faz parte da oferenda e não pertence ao local.
  4. Vá até o local de entrega (encruzilhada de terra aberta, em T ou em cruz, ou o ponto que a sua casa indicar) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
  5. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
  6. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
  7. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.

Onde e quando entregar

O local tradicional é encruzilhada de terra aberta, em T ou em cruz, ou o ponto que a sua casa indicar. Costuma-se ofertar em segunda feira é o dia mais citado nas casas de Umbanda, e há terreiros que preferem a sexta feira, dia regido por Exu. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.

Atenção e cuidados

Este é o ponto que mais importa. Exu Tiriri é entidade de trabalho pesado e de corte, muito procurada justamente por quem está desesperado, e por isso é também um dos nomes mais usados por gente sem compromisso para vender urgência. Desconfie de quem cobra caro, promete resultado garantido, marca prazo e oferece devolver o mal a quem te feriu, porque a Umbanda não devolve demanda e quem devolve entra nela. Não faça esta oferenda para prejudicar ninguém: o fundamento aqui é corte e proteção, e não vingança. Não faça por conta própria se você não tem casa e nunca conversou com um dirigente. Vela acesa em local aberto não se deixa sem vigilância e o risco de incêndio é real: escolha chão de terra batida, limpe em volta e nunca acenda em época de seca ou perto de vegetação ressecada. Não deixe vidro, louça quebrada, plástico e metal na natureza, e prefira vasilha de barro, que se desfaz com o tempo. Álcool, fumo e fogo pedem cuidado redobrado se houver criança ou animal por perto. E a ressalva de sempre: oferenda é ato de fé, não substitui tratamento de saúde, acompanhamento profissional nem decisão prática da sua vida. Oferendas da esquerda exigem respeito e responsabilidade: nunca para prejudicar alguém, e de preferência com a orientação de um dirigente. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: A variação aqui é grande e é honesto dizer isso. Tiriri não é tratado como uma entidade única na maioria das fontes, e sim como chefe de falange, um nome sob o qual trabalha um povo inteiro de guardiões, e por isso o que se oferece muda conforme a casa e conforme o Exu que ali se apresenta. A cachaça é o item mais citado, pura, com mel ou com limão, e há casas que trocam por cerveja preta. O charuto aparece em quase todas as listas, com o cigarro de palha como alternativa. O padê de farinha com dendê é comum, e algumas listas acrescentam camarão seco, pimenta e carne. A vela mais citada é a preta e vermelha, e há casas que usam somente a vermelha. O local também muda: a encruzilhada de terra é a mais apontada, com casas que indicam a praça, a beira de estrada e a tronqueira da própria casa. Saudação e fundamento variam, e a única resposta correta é a do seu dirigente. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.

Perguntas frequentes

Para que serve a oferenda para exu tiriri?
A oferenda para Exu Tiriri é feita ao guardião que a tradição aponta como chefe de falange e senhor das encruzilhadas de terra, muito chamado nos trabalhos de quebra de demanda e de limpeza pesada. As listas mais citadas falam em cachaça pura ou com mel, charuto ou cigarro de palha, padê de farinha com dendê, vela preta e vermelha e algumas moedas, sempre com pedido claro e com orientação do dirigente. É uma oferenda de pedir corte de demanda, limpeza de caminho e proteção, e agradecer o trabalho já feito, na vibração de Exu.
O que levar na oferenda para exu tiriri?
Tradicionalmente: vela vermelha e preta de 7 dias, cachaça (marafo), charuto, farinha de mandioca, azeite de dendê, mel puro, cerveja preta, camarão seco, vasilha de barro, moedas. Use itens limpos e de boa qualidade, com fé.
Onde e quando entregar?
O local tradicional é encruzilhada de terra aberta, em T ou em cruz, ou o ponto que a sua casa indicar. Costuma-se ofertar em segunda feira é o dia mais citado nas casas de Umbanda, e há terreiros que preferem a sexta feira, dia regido por Exu. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Como ofertar passo a passo?
Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor. Antes de qualquer coisa, converse com o dirigente da sua casa, porque oferenda de esquerda tem fundamento fechado e o que serve num terreiro pode não servir em outro. Confirmado o fundamento, prepare tudo em casa com calma, de banho tomado e com roupa limpa. Se for fazer o padê, amasse a farinha de mandioca com um pouco de dendê até formar uma massa firme, sem sal e sem tempero. Monte a oferenda na vasilha de barro, com o copo de cachaça à parte, e leve tudo sem pressa. Ao chegar, peça licença em voz alta ao dono do lugar antes de colocar qualquer coisa no chão, costume que a tradição trata como regra de educação, e não como formalidade. Arrume os itens, acenda a vela em local seguro, longe de mato seco e de qualquer coisa que possa pegar fogo, e acenda o charuto deixando a ponta apoiada na borda da vasilha. Saúde com Laroiê Exu Tiriri e fale com clareza o que está pedindo, com as suas próprias palavras, sem rodeio e sem prometer o que você não vá cumprir. Deixe as moedas como direito de passagem. Agradeça ao sair, não olhe para trás na volta, costume que muitas casas guardam, e leve embora toda embalagem, sacola, tampa e garrafa, porque isso não faz parte da oferenda e não pertence ao local. Vá até o local de entrega (encruzilhada de terra aberta, em T ou em cruz, ou o ponto que a sua casa indicar) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Quais os cuidados?
Este é o ponto que mais importa. Exu Tiriri é entidade de trabalho pesado e de corte, muito procurada justamente por quem está desesperado, e por isso é também um dos nomes mais usados por gente sem compromisso para vender urgência. Desconfie de quem cobra caro, promete resultado garantido, marca prazo e oferece devolver o mal a quem te feriu, porque a Umbanda não devolve demanda e quem devolve entra nela. Não faça esta oferenda para prejudicar ninguém: o fundamento aqui é corte e proteção, e não vingança. Não faça por conta própria se você não tem casa e nunca conversou com um dirigente. Vela acesa em local aberto não se deixa sem vigilância e o risco de incêndio é real: escolha chão de terra batida, limpe em volta e nunca acenda em época de seca ou perto de vegetação ressecada. Não deixe vidro, louça quebrada, plástico e metal na natureza, e prefira vasilha de barro, que se desfaz com o tempo. Álcool, fumo e fogo pedem cuidado redobrado se houver criança ou animal por perto. E a ressalva de sempre: oferenda é ato de fé, não substitui tratamento de saúde, acompanhamento profissional nem decisão prática da sua vida. Oferendas da esquerda exigem respeito e responsabilidade: nunca para prejudicar alguém, e de preferência com a orientação de um dirigente. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: A variação aqui é grande e é honesto dizer isso. Tiriri não é tratado como uma entidade única na maioria das fontes, e sim como chefe de falange, um nome sob o qual trabalha um povo inteiro de guardiões, e por isso o que se oferece muda conforme a casa e conforme o Exu que ali se apresenta. A cachaça é o item mais citado, pura, com mel ou com limão, e há casas que trocam por cerveja preta. O charuto aparece em quase todas as listas, com o cigarro de palha como alternativa. O padê de farinha com dendê é comum, e algumas listas acrescentam camarão seco, pimenta e carne. A vela mais citada é a preta e vermelha, e há casas que usam somente a vermelha. O local também muda: a encruzilhada de terra é a mais apontada, com casas que indicam a praça, a beira de estrada e a tronqueira da própria casa. Saudação e fundamento variam, e a única resposta correta é a do seu dirigente. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
Quem é Exu Tiriri na Umbanda?
Exu Tiriri é apresentado nas fontes como chefe de falange, ou seja, um nome sob o qual trabalha um povo inteiro de guardiões, e não apenas um espírito isolado. A tradição o descreve como senhor das encruzilhadas de terra e das praças, de atuação rápida e jovial, muito chamado nos trabalhos de quebra de demanda, de limpeza pesada e de proteção. É costume dizer que ele não suporta mentira, e por isso se pede a ele com clareza.
O que se oferece para Exu Tiriri?
As listas mais citadas falam em cachaça, pura ou com mel, charuto ou cigarro de palha, padê de farinha de mandioca com dendê e vela preta e vermelha. Aparecem também cerveja preta, camarão seco e pimenta em algumas casas. Nada disso é regra universal, porque oferenda de esquerda tem fundamento de terreiro, e a resposta que vale é a que o seu dirigente der.
Qual a saudação de Exu Tiriri?
A saudação é Laroiê, grafada também Laroyê, que é a saudação tradicional dos Exus na Umbanda, dita como Laroiê Exu Tiriri. Algumas casas acrescentam expressões próprias ligadas ao nome dele. Saudação é gesto de respeito e se diz ao chegar e ao sair, e não é formalidade decorativa.
Onde se entrega a oferenda para Exu Tiriri?
O local mais citado é a encruzilhada de terra aberta, em T ou em cruz, e há casas que indicam a praça, a beira de estrada ou a tronqueira do próprio terreiro. A escolha não é livre e depende do fundamento da casa e do tipo de pedido. Seja qual for o ponto, prefira terra batida, limpe em volta antes de acender vela e leve todo o material descartável de volta com você.
Qual o dia certo para oferecer a Exu Tiriri?
A segunda feira é o dia mais citado nas casas de Umbanda para os Exus e para as almas, e há terreiros que preferem a sexta feira. O horário mais lembrado é o fim da tarde e o começo da noite. Como quase tudo nessa linha, o dia varia conforme o fundamento, e vale confirmar com o dirigente antes de marcar.
Posso pedir a Exu Tiriri para prejudicar alguém?
A orientação das casas sérias é não, e isso não é moralismo. A Umbanda se sustenta na caridade e na lei de causa e efeito, e pedido de mal responde sobre quem pede. O que se pede na linha de Tiriri é corte do que está prendendo, limpeza do caminho e proteção, e não revanche. Desconfie de quem oferece trabalho de vingança com preço e prazo, porque isso é sinal de lugar sem fundamento.
Preciso de pai de santo para oferecer a Exu Tiriri?
A orientação é sim, principalmente se você está começando. Esta é linha de esquerda, com fundamento fechado, e fazer oferenda sem orientação é o tipo de coisa que os mais velhos desaconselham com firmeza. Se você não tem casa, o caminho é procurar um terreiro e conversar antes, e não seguir receita de internet, por mais bem explicada que ela pareça.
Exu Tiriri é entidade perigosa?
A Umbanda não trabalha com a ideia de entidade do mal, e sim com espíritos que atuam dentro da lei e sob orientação. O que as casas alertam é outra coisa: linha de esquerda pede respeito, fundamento e orientação, porque o campo em que ela trabalha é delicado. O risco não está na entidade, e sim em mexer com o que não se conhece e em pedir o que não se deve.
O que fazer depois de entregar a oferenda?
Agradeça, vá embora sem olhar para trás, costume que muitas casas guardam, e leve consigo toda a embalagem e o lixo. Não volte ao local para conferir, não fotografe a oferenda entregue e não conte a quem não é da sua confiança. Depois disso, faça a sua parte no plano material, porque a tradição é insistente nesse ponto: pedido firmado não dispensa ação.
Pode fazer a oferenda de Exu Tiriri em casa?
Algumas casas permitem uma firmeza simples dentro de casa, com vela e um copo de água ou de cachaça na tronqueira ou em um ponto reservado, e outras orientam que a entrega seja sempre feita fora. Depende do fundamento e de haver ou não assentamento firmado. Se você não tem nada firmado em casa, o mais seguro é não improvisar e conversar com um dirigente antes.

Conheça outras oferendas

Conteúdo informativo e de fé. As oferendas têm uso espiritual e tradicional e variam de casa para casa. Não substituem a orientação do dirigente do seu terreiro; quando indicadas, devem ser confirmadas com o seu Pai ou Mãe de Santo. Respeite sempre a natureza e recolha o que ela não absorve.
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