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Axé Umbanda
Oferenda · Padê

Ajebó de Xangô

Ajebó, também escrito ajabó ou ajébo, é uma comida de Xangô feita com quiabo cru cortado em lascas finas e batido com as mãos até espumar, regado com mel e um fio de azeite doce. É prato do Candomblé que muitas casas de Umbanda também conhecem, diferente do amalá, que leva quiabo cozido com dendê. O ajebó é lembrado para pedir justiça, equilíbrio e firmeza, e cada casa tem a sua receita. É oferenda de Orixá: só se faz com a orientação do dirigente da sua casa.

Ajebó de Xangô em gamela de madeira sobre esteira de palha, com quiabo em lascas batido até espumar e regado com mel, quiabos inteiros em volta e velas vermelha e branca acesas
Resposta rápida

Ajebó, também escrito ajabó ou ajébo, é uma comida de Xangô feita com quiabo cru cortado em lascas finas e batido com as mãos até espumar, regado com mel e um fio de azeite doce. É prato do Candomblé que muitas casas de Umbanda também conhecem, diferente do amalá, que leva quiabo cozido com dendê. O ajebó é lembrado para pedir justiça, equilíbrio e firmeza, e cada casa tem a sua receita.

É oferenda de Orixá: só se faz com a orientação do dirigente da sua casa. Leva gamela de madeira, quiabo, mel puro e outros itens, e é entregue A pedreira é o lugar mais ligado a Xangô, e muitas casas entregam a comida dele sobre a rocha. Mas quem está começando deve fazer a entrega no próprio terreiro, aos pés do congá, com a licença do dirigente. Em casa, cabe só uma prece a Xangô com uma vela branca..

Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados

Sobre a ajebó de xangô

Ajebó de Xangô é uma oferenda de pedir justiça, equilíbrio, firmeza nas decisões, prosperidade e agradecer uma causa vencida na Umbanda, na vibração de Xangô. Ajebó, também escrito ajabó ou ajébo, é uma comida de Xangô feita com quiabo cru cortado em lascas finas e batido com as mãos até espumar, regado com mel e um fio de azeite doce. É prato do Candomblé que muitas casas de Umbanda também conhecem, diferente do amalá, que leva quiabo cozido com dendê.

O ajebó é lembrado para pedir justiça, equilíbrio e firmeza, e cada casa tem a sua receita. É oferenda de Orixá: só se faz com a orientação do dirigente da sua casa.

TipoPadê
RegênciaXangô
Diaquarta feira, o dia de Xangô na maior parte das casas de Umbanda e Candomblé. Em 30 de setembro, dia de São Jerônimo, com quem Xangô é sincretizado em muitas regiões, a linha também é muito lembrada. Vale o calendário da sua casa

Pode ofertar mesmo sem ter uma casa

Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.

O que levar

  • Gamela de madeiragamela de madeira, o recipiente mais ligado a Xangô, ou o prato branco que a sua casa usarComprar
  • Quiabo6 ou 12 quiabos frescos e macios, os números mais citados para XangôComprar
  • Mel puromel puro, regado por cima para adoçar o pedidoComprar
  • Azeite doce (azeite de oliva)um fio de azeite doce, conforme a receita da casaComprar
  • Folha de bananeiraopcional, para forrar a gamelaComprar
  • Vela marrom (palito)vela marrom, a cor mais ligada a Xangô na UmbandaComprar
  • Vela vermelha (palito)opcional, nas casas que firmam Xangô em vermelho e brancoComprar
  • Vela branca (palito)uma vela branca à parte, para o anjo da guarda de quem entregaComprar
  • Água mineralum copo de água limpa ao ladoComprar

Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.

Como afiliado, o Axé Umbanda pode receber comissão por compras qualificadas pelos links dos itens, sem custo extra para você.

Como ofertar (passo a passo)

  1. Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
  2. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
  3. Comece pela conversa com o dirigente, porque o ajebó tem receitas diferentes de casa para casa e há qualidades de Xangô que não comem quiabo. Confirmado o fundamento, tome um banho de ervas do pescoço para baixo e vista roupa limpa e clara. Lave bem os quiabos, seque e corte em rodelas ou lascas bem finas. Algumas casas pedem que o quiabo não seja cortado com faca de metal: siga a sua casa. Coloque as lascas na gamela e bata com as mãos limpas, em movimentos firmes, até a baba do quiabo fazer espuma. Há receitas que juntam claras de ovo batidas nessa hora, e outras que não usam ovo. Regue com mel e com um fio de azeite doce. Enquanto prepara, mentalize o pedido de justiça e de equilíbrio, sem desejar o mal de ninguém. No local indicado, peça licença, acenda a vela branca para o seu anjo da guarda, assente a gamela, firme a vela de Xangô em base segura e coloque o copo de água ao lado. Saúde com Kaô Kabecilê, Xangô, e faça o pedido com clareza: que a verdade apareça, que a causa justa seja vencida e que você tenha firmeza para decidir. Agradeça e saia com respeito.
  4. Vá até o local de entrega (A pedreira é o lugar mais ligado a Xangô, e muitas casas entregam a comida dele sobre a rocha. Mas quem está começando deve fazer a entrega no próprio terreiro, aos pés do congá, com a licença do dirigente. Em casa, cabe só uma prece a Xangô com uma vela branca.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
  5. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
  6. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
  7. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.

Onde e quando entregar

O local tradicional é A pedreira é o lugar mais ligado a Xangô, e muitas casas entregam a comida dele sobre a rocha. Mas quem está começando deve fazer a entrega no próprio terreiro, aos pés do congá, com a licença do dirigente. Em casa, cabe só uma prece a Xangô com uma vela branca.. Costuma-se ofertar em quarta feira, o dia de Xangô na maior parte das casas de Umbanda e Candomblé.

Em 30 de setembro, dia de São Jerônimo, com quem Xangô é sincretizado em muitas regiões, a linha também é muito lembrada. Vale o calendário da sua casa, dia regido por Xangô. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.

Atenção e cuidados

Xangô é o Orixá da justiça, e por isso não se pede a ele o prejuízo de ninguém: ele dá a cada um o que é justo, e isso vale também para quem pede. Desconfie de quem usa o nome de Xangô para vender trabalho caro ou prometer causa ganha com prazo. Um ponto importante: em algumas tradições, há qualidades de Xangô para quem o quiabo é quizila, e um relato de Mãe Beata de Yemonjá conta a história de um Xangô que não pode comer quiabo.

Por isso a receita sempre passa pelo dirigente. Na pedreira, cuidado com pedras soltas, com o fogo e com lugares isolados. Vela pede base firme e vigilância. Recolha depois tudo o que não se desfaz na natureza. A oferenda é ato de fé e não substitui advogado, documento nem orientação profissional. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois.

Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Não existe uma receita única de ajebó. Uma versão difundida em casas de Candomblé usa seis quiabos em lascas batidos com claras de ovo, regados com mel e azeite doce. Outras usam seis ou doze quiabos, há quem sirva os quiabos inteiros com mel sobre prato branco e esteira, e há casas que reservam o ajebó para uma qualidade de Xangô, como Airá.

O nome também muda: ajebó, ajabó, ajébo. Na Umbanda, a comida mais conhecida de Xangô continua sendo o amalá, de quiabo cozido com dendê. Siga sempre a orientação da sua casa. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.

Perguntas frequentes

Para que serve a ajebó de xangô?
Ajebó, também escrito ajabó ou ajébo, é uma comida de Xangô feita com quiabo cru cortado em lascas finas e batido com as mãos até espumar, regado com mel e um fio de azeite doce. É prato do Candomblé que muitas casas de Umbanda também conhecem, diferente do amalá, que leva quiabo cozido com dendê. O ajebó é lembrado para pedir justiça, equilíbrio e firmeza, e cada casa tem a sua receita. É oferenda de Orixá: só se faz com a orientação do dirigente da sua casa. É uma oferenda de pedir justiça, equilíbrio, firmeza nas decisões, prosperidade e agradecer uma causa vencida, na vibração de Xangô.
O que levar na ajebó de xangô?
Tradicionalmente: gamela de madeira, quiabo, mel puro, azeite doce (azeite de oliva), folha de bananeira, vela marrom (palito), vela vermelha (palito), vela branca (palito), água mineral. Use itens limpos e de boa qualidade, com fé.
Onde e quando entregar?
O local tradicional é A pedreira é o lugar mais ligado a Xangô, e muitas casas entregam a comida dele sobre a rocha. Mas quem está começando deve fazer a entrega no próprio terreiro, aos pés do congá, com a licença do dirigente. Em casa, cabe só uma prece a Xangô com uma vela branca.. Costuma-se ofertar em quarta feira, o dia de Xangô na maior parte das casas de Umbanda e Candomblé. Em 30 de setembro, dia de São Jerônimo, com quem Xangô é sincretizado em muitas regiões, a linha também é muito lembrada. Vale o calendário da sua casa, dia regido por Xangô. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Como ofertar passo a passo?
Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor. Comece pela conversa com o dirigente, porque o ajebó tem receitas diferentes de casa para casa e há qualidades de Xangô que não comem quiabo. Confirmado o fundamento, tome um banho de ervas do pescoço para baixo e vista roupa limpa e clara. Lave bem os quiabos, seque e corte em rodelas ou lascas bem finas. Algumas casas pedem que o quiabo não seja cortado com faca de metal: siga a sua casa. Coloque as lascas na gamela e bata com as mãos limpas, em movimentos firmes, até a baba do quiabo fazer espuma. Há receitas que juntam claras de ovo batidas nessa hora, e outras que não usam ovo. Regue com mel e com um fio de azeite doce. Enquanto prepara, mentalize o pedido de justiça e de equilíbrio, sem desejar o mal de ninguém. No local indicado, peça licença, acenda a vela branca para o seu anjo da guarda, assente a gamela, firme a vela de Xangô em base segura e coloque o copo de água ao lado. Saúde com Kaô Kabecilê, Xangô, e faça o pedido com clareza: que a verdade apareça, que a causa justa seja vencida e que você tenha firmeza para decidir. Agradeça e saia com respeito. Vá até o local de entrega (A pedreira é o lugar mais ligado a Xangô, e muitas casas entregam a comida dele sobre a rocha. Mas quem está começando deve fazer a entrega no próprio terreiro, aos pés do congá, com a licença do dirigente. Em casa, cabe só uma prece a Xangô com uma vela branca.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Quais os cuidados?
Xangô é o Orixá da justiça, e por isso não se pede a ele o prejuízo de ninguém: ele dá a cada um o que é justo, e isso vale também para quem pede. Desconfie de quem usa o nome de Xangô para vender trabalho caro ou prometer causa ganha com prazo. Um ponto importante: em algumas tradições, há qualidades de Xangô para quem o quiabo é quizila, e um relato de Mãe Beata de Yemonjá conta a história de um Xangô que não pode comer quiabo. Por isso a receita sempre passa pelo dirigente. Na pedreira, cuidado com pedras soltas, com o fogo e com lugares isolados. Vela pede base firme e vigilância. Recolha depois tudo o que não se desfaz na natureza. A oferenda é ato de fé e não substitui advogado, documento nem orientação profissional. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Não existe uma receita única de ajebó. Uma versão difundida em casas de Candomblé usa seis quiabos em lascas batidos com claras de ovo, regados com mel e azeite doce. Outras usam seis ou doze quiabos, há quem sirva os quiabos inteiros com mel sobre prato branco e esteira, e há casas que reservam o ajebó para uma qualidade de Xangô, como Airá. O nome também muda: ajebó, ajabó, ajébo. Na Umbanda, a comida mais conhecida de Xangô continua sendo o amalá, de quiabo cozido com dendê. Siga sempre a orientação da sua casa. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
O que é ajebó de Xangô?
É uma comida de Xangô feita com quiabo cru em lascas, batido com as mãos até espumar e regado com mel e azeite doce. Algumas receitas juntam claras de ovo. É oferecido para pedir justiça, equilíbrio e firmeza.
Qual a diferença entre ajebó e amalá?
O amalá leva quiabo cozido com cebola, camarão seco e dendê e é a comida mais conhecida de Xangô na Umbanda. O ajebó leva quiabo cru batido até espumar, com mel e azeite doce, e é mais comum nas casas de Candomblé.
Por que o quiabo é batido com as mãos?
É o jeito tradicional de fazer a baba do quiabo virar espuma, e as casas ensinam que o gesto firme e concentrado faz parte do pedido. Muitas casas preparam o quiabo sem faca de metal.
Quantos quiabos leva o ajebó?
As receitas mais citadas falam em 6 ou 12 quiabos, números ligados a Xangô. Algumas usam outras quantidades. Siga a receita da sua casa.
Qual o dia de oferecer o ajebó?
A quarta feira, dia de Xangô na maior parte das casas. Também se lembra de Xangô em 30 de setembro, dia de São Jerônimo, com quem ele é sincretizado em muitas regiões.
Todo Xangô come quiabo?
Não necessariamente. Em algumas tradições há qualidades de Xangô para quem o quiabo é quizila, e por isso a receita deve ser confirmada com o dirigente da sua casa antes de qualquer entrega.
Qual a saudação de Xangô?
A mais usada é Kaô Kabecilê, que muitas casas escrevem Kaô Kabiesilé. Use a forma ensinada na sua casa.
Posso fazer o ajebó em casa?
Oferenda de Orixá pede fundamento e licença. Em casa, cabe uma prece a Xangô com uma vela branca e um copo de água. Para preparar e entregar o ajebó, procure a orientação do seu terreiro.

Conheça outras oferendas

Conteúdo informativo e de fé. As oferendas têm uso espiritual e tradicional e variam de casa para casa. Não substituem a orientação do dirigente do seu terreiro; quando indicadas, devem ser confirmadas com o seu Pai ou Mãe de Santo. Respeite sempre a natureza e recolha o que ela não absorve.
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