Simpatia · Proteção

Simpatia para Ganhar Causa na Justiça

Simpatia de fé para quem está com processo em andamento, feita com folha de louro, vela e um papel onde se escreve o número do processo e o que se pede. Quem trabalha na chave de Umbanda costuma entregar o pedido a Xangô, que é o Orixá da justiça, da lei e da verdade, e a Ogum, quando a questão é demanda travada. É gesto de fé de quem já fez a parte prática: advogado constituído, documento em mãos e prazo em dia. Não substitui defesa, não garante resultado e não se faz contra pessoa nenhuma.

Simpatia: Simpatia para Ganhar Causa na Justiça
Resposta rápida

Simpatia de fé para quem está com processo em andamento, feita com folha de louro, vela e um papel onde se escreve o número do processo e o que se pede. Quem trabalha na chave de Umbanda costuma entregar o pedido a Xangô, que é o Orixá da justiça, da lei e da verdade, e a Ogum, quando a questão é demanda travada. É gesto de fé de quem já fez a parte prática: advogado constituído, documento em mãos e prazo em dia. Não substitui defesa, não garante resultado e não se faz contra pessoa nenhuma. Simpatia de proteção, feita com papel, caneta ou lápis, folha de louro e outros itens simples. Faça com fé, concentração e respeito, a simpatia alinha a sua intenção e caminha junto com a sua atitude.

Conteúdo de fé e informativo: simpatia não obriga ninguém e não substitui o seu esforço nem ajuda profissional. Ver cuidados

Sobre a simpatia para ganhar causa na justiça

Na Umbanda, justiça é campo de Xangô. Ele é o Orixá da lei, do julgamento e da verdade, saudado com o Kaô Cabecile, associado ao machado de dois gumes, às pedreiras e ao fogo do raio, e sincretizado em boa parte do Brasil com São Jerônimo. O número mais citado para ele é o seis e os seus múltiplos, e as cores mais repetidas são o vermelho e o branco, com o marrom aparecendo em parte das raízes. Ogum entra na conta quando a queixa é demanda travada, processo parado e caminho fechado, e é ele quem a tradição chama para cortar o que não anda. A folha de louro atravessa toda a cultura popular ocidental como símbolo de vitória e de reconhecimento, e é por isso que ela aparece em quase toda simpatia de causa ganha. O papel com o número do processo cumpre uma função que a tradição entende bem: dar nome e endereço ao pedido, para que ele não fique no genérico. Nada disso é magia sobre o juiz, sobre a parte contrária ou sobre a testemunha: é firmeza para quem pede e clareza para quem decide. Na Umbanda e na fé popular, o que dá força à simpatia é a fé, a intenção limpa e o respeito à tradição.

FinalidadeProteção
ElementoFolha de louro, vela e papel com o número do processo
Melhor diaQuarta feira, dia mais citado para Xangô em boa parte das casas de Umbanda. Quem entrega a Ogum costuma usar a terça feira. O meio dia aparece em muitas fontes como horário de maior força para Xangô, e há quem prefira fazer na véspera da audiência.
DificuldadeSimples

Do que você precisa

  • Papelum pedaço pequeno de papel branco, sem pauta se possívelComprar
  • Caneta ou lápiscaneta azul ou preta, de tinta que não borreComprar
  • Folha de louro6 folhas de louro inteiras, secas e sem rachadura, pelo número de XangôComprar
  • Vela branca (palito)uma vela branca de palito, acesa primeiro, saudando OxaláComprar
  • Vela vermelha (palito)uma vela vermelha, a cor mais citada para Xangô junto com o brancoComprar
  • Prato brancoum prato branco de louça ou um pires com areia, para firmar as velas com segurançaComprar
  • Melum fio de mel, opcional, para suavizar a negociação e o acordoComprar
  • Água mineralum copo de água limpa, colocado ao ladoComprar
  • Pano branco de algodãoum pano ou lenço branco limpo, para forrar e depois embrulharComprar

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Como fazer (passo a passo)

  1. Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias.
  2. Escolha um dia em que você tenha tempo e cabeça fria. A quarta feira é a mais citada quando se entrega o pedido a Xangô, e a terça quando a chave é Ogum, mas a simpatia não perde o sentido por causa do dia.
  3. Tome banho, vista roupa clara e limpe a mesa ou o canto onde vai firmar. Forre com o pano branco.
  4. Escreva no papel, com letra firme e sem rasurar: o número do processo, o seu nome completo e, em poucas palavras, o que você entende ser justo naquela causa. Escreva o que é justo, e não o que é vingança: a tradição é bem clara nessa diferença.
  5. Coloque as seis folhas de louro sobre o papel, em leque, e dobre o papel para dentro três vezes, mantendo as folhas por dentro.
  6. Pingue o fio de mel por cima do embrulho, se estiver usando, pedindo que a conversa se abra e que o acordo seja possível.
  7. Acenda primeiro a vela branca, saudando Oxalá e pedindo paz para a sua cabeça, porque cabeça quente é o que mais atrapalha quem está em litígio.
  8. Acenda depois a vela vermelha, saudando Xangô com o Kaô Cabecile e pedindo que a verdade apareça e que a justiça seja feita.
  9. Coloque o embrulho ao lado das velas, nunca embaixo, e o copo de água do outro lado. Fale em voz baixa o que você quer, com palavra simples e sem decorar texto.
  10. Deixe as velas queimarem até o fim em local seguro, longe de cortina, de papel solto e de criança, e nunca sem vigilância.
  11. No dia seguinte, guarde o embrulho com as folhas de louro na sua carteira, na sua pasta de documentos ou na pasta do processo, e mantenha ali enquanto a causa correr.
  12. Descarte a água na terra de um vaso ou de um canteiro, e a cera fria no lixo comum depois de fria.
  13. Encerrada a causa, seja qual for o resultado, desfaça o embrulho, devolva as folhas à terra e agradeça. Agradecimento faz parte da simpatia e é a parte que quase todo mundo esquece.
  14. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.

Quando fazer

A tradição costuma associar esta simpatia a Quarta feira, dia mais citado para Xangô em boa parte das casas de Umbanda. Quem entrega a Ogum costuma usar a terça feira. O meio dia aparece em muitas fontes como horário de maior força para Xangô, e há quem prefira fazer na véspera da audiência.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.

Cuidados e responsabilidade

Aqui valem três avisos que este site não cansa de repetir. O primeiro é jurídico: simpatia não substitui advogado, não substitui prova e não substitui prazo cumprido. Se você está em um processo, quem cuida disso é um profissional habilitado, e a informação desta página não é orientação jurídica. O segundo é ético: a tradição umbandista séria não trabalha contra pessoa nenhuma. Simpatia para prejudicar a parte contrária, para calar testemunha ou para influenciar quem julga não é fé, é tentativa de interferir na vida alheia, e entidade de luz não trabalha nisso. Peça o que é justo, e aceite que justo nem sempre é o que você quer. O terceiro é de segurança: vela acesa é fogo. Use prato de louça ou pires com areia, mantenha longe de cortina, de papel e de criança, e nunca deixe queimando sem ninguém por perto. Uma última nota honesta: circula na internet uma versão dessa simpatia com oferenda de cerveja a Xangô, e essa não é prática reconhecida na tradição iorubá nem na maior parte das casas brasileiras. Se você não tem dirigente, fique no simples. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: As versões dessa simpatia mudam bastante de região e de fonte. Uma das mais difundidas usa seis bananas, folhas de mostarda e velas, entregues em beira de rio ou em pedreira, e é a que mais se aproxima do formato de oferenda a Xangô. Outra versão trabalha com quiabo, que é o ingrediente do amalá, comida clássica do Orixá. Há versões que acrescentam um machado pequeno ao lado das velas, representando o oxé. Quem entrega a São Jorge e a Ogum costuma usar vela vermelha, papel dobrado cinco vezes sob um pires e sete dias de firmeza, e quem procura Santo Expedito para causa urgente reza a novena e depois divulga a graça, como manda o costume popular. Nenhuma dessas variações é a correta em detrimento das outras, e se você frequenta uma casa, a orientação do seu dirigente vale mais que qualquer receita escrita. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.

Perguntas frequentes

Para que serve a simpatia para ganhar causa na justiça?
Simpatia de fé para quem está com processo em andamento, feita com folha de louro, vela e um papel onde se escreve o número do processo e o que se pede. Quem trabalha na chave de Umbanda costuma entregar o pedido a Xangô, que é o Orixá da justiça, da lei e da verdade, e a Ogum, quando a questão é demanda travada. É gesto de fé de quem já fez a parte prática: advogado constituído, documento em mãos e prazo em dia. Não substitui defesa, não garante resultado e não se faz contra pessoa nenhuma. É uma simpatia de proteção, da tradição popular brasileira.
Do que eu preciso?
Itens simples: papel, caneta ou lápis, folha de louro, vela branca (palito), vela vermelha (palito), prato branco, mel, água mineral, pano branco de algodão. Use o que tiver com fé; o essencial é a sua intenção.
Como fazer passo a passo?
Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias. Escolha um dia em que você tenha tempo e cabeça fria. A quarta feira é a mais citada quando se entrega o pedido a Xangô, e a terça quando a chave é Ogum, mas a simpatia não perde o sentido por causa do dia. Tome banho, vista roupa clara e limpe a mesa ou o canto onde vai firmar. Forre com o pano branco. Escreva no papel, com letra firme e sem rasurar: o número do processo, o seu nome completo e, em poucas palavras, o que você entende ser justo naquela causa. Escreva o que é justo, e não o que é vingança: a tradição é bem clara nessa diferença. Coloque as seis folhas de louro sobre o papel, em leque, e dobre o papel para dentro três vezes, mantendo as folhas por dentro. Pingue o fio de mel por cima do embrulho, se estiver usando, pedindo que a conversa se abra e que o acordo seja possível. Acenda primeiro a vela branca, saudando Oxalá e pedindo paz para a sua cabeça, porque cabeça quente é o que mais atrapalha quem está em litígio. Acenda depois a vela vermelha, saudando Xangô com o Kaô Cabecile e pedindo que a verdade apareça e que a justiça seja feita. Coloque o embrulho ao lado das velas, nunca embaixo, e o copo de água do outro lado. Fale em voz baixa o que você quer, com palavra simples e sem decorar texto. Deixe as velas queimarem até o fim em local seguro, longe de cortina, de papel solto e de criança, e nunca sem vigilância. No dia seguinte, guarde o embrulho com as folhas de louro na sua carteira, na sua pasta de documentos ou na pasta do processo, e mantenha ali enquanto a causa correr. Descarte a água na terra de um vaso ou de um canteiro, e a cera fria no lixo comum depois de fria. Encerrada a causa, seja qual for o resultado, desfaça o embrulho, devolva as folhas à terra e agradeça. Agradecimento faz parte da simpatia e é a parte que quase todo mundo esquece. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.
Qual o melhor dia para fazer?
A tradição costuma associar esta simpatia a Quarta feira, dia mais citado para Xangô em boa parte das casas de Umbanda. Quem entrega a Ogum costuma usar a terça feira. O meio dia aparece em muitas fontes como horário de maior força para Xangô, e há quem prefira fazer na véspera da audiência.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.
Quais os cuidados?
Aqui valem três avisos que este site não cansa de repetir. O primeiro é jurídico: simpatia não substitui advogado, não substitui prova e não substitui prazo cumprido. Se você está em um processo, quem cuida disso é um profissional habilitado, e a informação desta página não é orientação jurídica. O segundo é ético: a tradição umbandista séria não trabalha contra pessoa nenhuma. Simpatia para prejudicar a parte contrária, para calar testemunha ou para influenciar quem julga não é fé, é tentativa de interferir na vida alheia, e entidade de luz não trabalha nisso. Peça o que é justo, e aceite que justo nem sempre é o que você quer. O terceiro é de segurança: vela acesa é fogo. Use prato de louça ou pires com areia, mantenha longe de cortina, de papel e de criança, e nunca deixe queimando sem ninguém por perto. Uma última nota honesta: circula na internet uma versão dessa simpatia com oferenda de cerveja a Xangô, e essa não é prática reconhecida na tradição iorubá nem na maior parte das casas brasileiras. Se você não tem dirigente, fique no simples. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: As versões dessa simpatia mudam bastante de região e de fonte. Uma das mais difundidas usa seis bananas, folhas de mostarda e velas, entregues em beira de rio ou em pedreira, e é a que mais se aproxima do formato de oferenda a Xangô. Outra versão trabalha com quiabo, que é o ingrediente do amalá, comida clássica do Orixá. Há versões que acrescentam um machado pequeno ao lado das velas, representando o oxé. Quem entrega a São Jorge e a Ogum costuma usar vela vermelha, papel dobrado cinco vezes sob um pires e sete dias de firmeza, e quem procura Santo Expedito para causa urgente reza a novena e depois divulga a graça, como manda o costume popular. Nenhuma dessas variações é a correta em detrimento das outras, e se você frequenta uma casa, a orientação do seu dirigente vale mais que qualquer receita escrita. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.
Qual Orixá se pede para ganhar uma causa na justiça?
Xangô é o nome mais citado, porque na Umbanda ele é o Orixá da lei, do julgamento e da verdade, aquele que pesa os dois lados antes de decidir. Ogum entra quando a queixa é processo travado, caminho fechado e demanda que não anda, pela ação de corte e de abertura. Muita gente procura também Santo Expedito, patrono popular das causas justas e urgentes, e São Jorge, sincretizado com Ogum em boa parte do Brasil. O que a tradição pede em todos os casos é o mesmo: peça o que é justo, e não o que é vingança.
Qual a saudação de Xangô?
Kaô Cabecile, que aparece também nas formas Kaô Kabiesilé e apenas Kaô. A tradução mais difundida no Brasil é uma reverência a quem não cai, a quem se sustenta de pé, e a saudação é dita com a mão fechada erguida ou com os punhos cruzados diante do peito, conforme o costume da casa. As cores mais repetidas para ele são o vermelho e o branco, o número mais citado é o seis, o símbolo é o oxé, machado de dois gumes, e o dia mais comum é a quarta feira.
Preciso do número do processo para fazer a simpatia?
Não é obrigatório, mas ajuda, e o motivo é bem prático dentro da lógica da tradição: o pedido precisa ter nome e endereço para não ficar no genérico. Se você não tem o número, escreva o seu nome completo, o nome da ação em poucas palavras e o que você entende ser justo. Se tiver o número, escreva também. O que não se escreve é o nome da parte contrária com pedido de mal, porque isso deixa de ser simpatia de fé e vira tentativa de interferir na vida de outra pessoa.
Por que folha de louro?
Porque o louro atravessa toda a cultura popular ocidental como símbolo de vitória, de reconhecimento e de coroa de vencedor, e essa leitura entrou na tradição popular brasileira com força. Nas simpatias, a folha de louro aparece em quase tudo que envolve causa ganha, prova, concurso e reconhecimento profissional. Use folhas inteiras, secas e sem rachadura, e prefira seis folhas quando o pedido é entregue a Xangô, pelo número que a tradição atribui a ele.
Qual a cor da vela para causa na justiça?
A branca é sempre a primeira, saudando Oxalá e pedindo paz de cabeça, e esse é costume quase universal na Umbanda. Depois dela, a mais citada para Xangô é a vermelha, e parte das casas usa também a marrom ou a vinho, conforme a raiz. Quem entrega a Ogum costuma usar vermelha ou azul escura, e quem reza a Santo Expedito usa branca. Se você tiver dúvida e não tiver dirigente, uma vela branca acesa com respeito cumpre o pedido inteiro.
Posso fazer essa simpatia contra a pessoa que me processou?
Não, e essa é a linha que a tradição séria não atravessa. Umbanda não trabalha para prejudicar terceiros, para calar testemunha nem para influenciar quem julga, e qualquer casa que ofereça isso está fora do fundamento. O que se pede é que a verdade apareça, que a sua defesa seja bem feita e que o resultado seja justo. Se a justiça for justa e o resultado não for o que você queria, a leitura da tradição é dura mas honesta: nem tudo o que a gente quer é o que é certo.
Simpatia garante que eu ganhe o processo?
Não garante, e quem promete isso está vendendo o que não tem. Simpatia é ato de fé da tradição popular, feita para firmar quem pede, organizar a intenção e dar coragem para atravessar um período difícil. O que decide um processo é prova, prazo, argumento e a lei, e quem cuida disso é advogado. Desconfie de qualquer pessoa que cobre por garantia de resultado em causa judicial, porque isso é golpe conhecido e atinge muita gente em momento de desespero.
Qual o melhor dia e horário?
A quarta feira é o dia mais citado para Xangô, e muitas fontes apontam o meio dia como o horário de maior força para ele. Quem entrega a Ogum usa a terça feira. Há quem prefira fazer na véspera da audiência ou no dia em que o prazo importante se aproxima, e isso faz sentido do ponto de vista da intenção. Se o seu calendário não permite, faça no dia que der: a tradição valoriza o gesto feito com respeito mais do que a data perfeita.
O que faço com as folhas depois que a causa acabar?
Desfaça o embrulho, devolva as folhas à terra de um vaso, de um canteiro ou do pé de uma árvore, e agradeça. Isso vale mesmo que o resultado não tenha sido o que você esperava, e essa é justamente a parte que quase todo mundo pula. A tradição entende o agradecimento como fechamento do ciclo, e casa séria repete sempre a mesma coisa: quem só procura na hora do aperto e some depois não está em relação com a espiritualidade, está em relação com o próprio medo.
Posso fazer se eu não for umbandista?
Pode. Simpatia é patrimônio da tradição popular brasileira e circula muito além dos terreiros. O que se pede é respeito: não trate a prática como superstição de ocasião, não misture rito de tradições diferentes por conta própria e não use nome de Orixá como enfeite. Se você se sentir chamado a entender melhor de onde vem isso tudo, visite uma casa séria e converse. Visitar não obriga ninguém a nada, e é o jeito mais honesto de aprender.
Posso combinar com banho e com oração?
Pode, e é o mais comum. Muita gente toma um banho de descarrego na véspera, para ir para a audiência sem o peso acumulado, e reza no dia. Este site tem uma oração específica para vencer na justiça e uma oferenda de mesma finalidade, e as três coisas se completam sem se atrapalhar. O que não se recomenda é acumular simpatia sobre simpatia por ansiedade, fazendo cinco rituais diferentes na mesma semana: isso costuma indicar que o que a pessoa precisa é de acolhimento, e não de mais ritual.

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Conteúdo informativo e de fé. As simpatias são da tradição popular e variam de casa para casa. São atos de fé que não obrigam ninguém e não substituem o seu esforço nem ajuda profissional, médica ou jurídica. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém.
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