Simpatia de São Francisco para Proteger os Animais de Estimação
Simpatia de fé para pedir a São Francisco de Assis, o santo que chamava os bichos de irmãos, proteção e saúde para o seu cachorro, o seu gato ou qualquer animal que divide a vida com você. Leva uma vela branca, um copo de água limpa, o nome do bicho escrito num papel, uma fita vermelha presa na coleira ou na caminha e uma oração de gratidão pela criação. É devoção popular católica muito querida no Brasil, lembrada sobretudo em 4 de outubro, dia do santo. Ela acompanha o cuidado com o animal e nunca toma o lugar do veterinário.

Simpatia de fé para pedir a São Francisco de Assis, o santo que chamava os bichos de irmãos, proteção e saúde para o seu cachorro, o seu gato ou qualquer animal que divide a vida com você. Leva uma vela branca, um copo de água limpa, o nome do bicho escrito num papel, uma fita vermelha presa na coleira ou na caminha e uma oração de gratidão pela criação. É devoção popular católica muito querida no Brasil, lembrada sobretudo em 4 de outubro, dia do santo. Ela acompanha o cuidado com o animal e nunca toma o lugar do veterinário. Simpatia de proteção, feita com imagem ou santinho de são francisco de assis, vela branca (palito), pires de louça e outros itens simples. Faça com fé, concentração e respeito, a simpatia alinha a sua intenção e caminha junto com a sua atitude.
Sobre a simpatia de são francisco para proteger os animais de estimação
Francisco nasceu em Assis, na Itália, por volta de 1181, filho de um comerciante rico de tecidos. Depois de uma juventude de festas e de uma passagem pela guerra, largou tudo, abraçou a pobreza e fundou a ordem dos frades menores, os franciscanos. Morreu em 1226 e foi canonizado apenas dois anos depois. As histórias mais conhecidas dele falam dos bichos: o sermão aos passarinhos e o lobo de Gúbio, que ele teria amansado e feito conviver em paz com a cidade. São relatos da tradição franciscana, contados com carinho há oito séculos. Pouco antes de morrer, ele escreveu o Cântico das Criaturas, em que louva a Deus pelo irmão sol, pela irmã lua, pela irmã água e pela mãe terra. É desse olhar de irmandade com toda a criação que vem o título de protetor dos animais. Em 1979, o papa João Paulo II o proclamou padroeiro dos ecologistas, e o Papa Francisco escolheu o nome em homenagem a ele. Vale separar o que é o quê. A bênção dos animais é costume de muitas paróquias, mas a vela, o copo de água, o nome no papel e a fita vermelha são práticas da fé popular brasileira, não preceito da Igreja nem fundamento de terreiro. A fita vermelha aparece em várias simpatias publicadas para o dia do santo como proteção contra o mau olhado no animal. Na Umbanda, São Francisco não tem um sincretismo fixo e consagrado: em algumas tabelas ele aparece ligado a Orunmilá, e há casas que, para pedir pelos bichos, se voltam a Oxóssi, o caçador que conhece a mata e os animais, ou a Ossaim, o senhor das folhas. Isso varia de casa para casa, e muitas apenas acolhem a devoção a São Francisco como fé do consulente. A vela branca saúda Deus e Oxalá, a água acalma e o nome escrito dá forma ao pedido. O sentido do conjunto é gratidão e cuidado, e não um amuleto que dispensa o carinho do dia a dia. Na Umbanda e na fé popular, o que dá força à simpatia é a fé, a intenção limpa e o respeito à tradição.
Do que você precisa
- Imagem ou santinho de São Francisco de Assisopcional: uma imagem pequena ou um santinho de São Francisco de Assis; quem não tiver faz só com a vela e a oraçãoComprar
- Vela branca (palito)uma vela branca de palito, a cor da paz e de OxaláComprar
- Pires de louçaum pires de louça para firmar a vela com segurançaComprar
- Copo de vidroum copo de vidro transparenteComprar
- Água mineralágua mineral ou filtrada para encher o copoComprar
- Papelum pedaço de papel branco para escrever o nome do animalComprar
- Caneta ou lápispara escrever com calma e letra legívelComprar
- Fita vermelhaum pedaço curto de fita vermelha, para amarrar na coleira, na guia ou na caminha, nunca solta no pescoçoComprar
- Flores brancasopcional: algumas flores brancas como oferta de carinho, longe do alcance do bichoComprar
- Caixa de fósforospara acender a vela, como manda o costume das casas de féComprar
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Como fazer (passo a passo)
- Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias.
- Antes de qualquer coisa, confira se a parte prática está em dia: vacinas, vermífugo, antipulgas, ração boa, água fresca e a consulta no veterinário quando algo não vai bem. São Francisco cuidava dos bichos com as próprias mãos, e pedir a ele faz mais sentido ainda quando a gente cuida também.
- Escreva no papel o nome do animal, e embaixo, se quiser, a espécie e a idade, como Pipoca, gata, oito anos. Se você tem vários, escreva todos no mesmo papel. Se o pedido é por um bicho doente, perdido ou recém-adotado, escreva o motivo com palavras simples.
- Separe um lugar firme e alto, como uma prateleira ou o seu cantinho de oração, onde o animal não alcance. Limpe com um pano úmido. Nada de cortina, papel solto ou tomada perto. Gato pula, cachorro abana o rabo, e vela acesa precisa ficar fora do caminho deles.
- Coloque a imagem ou o santinho de São Francisco no centro, se tiver. Dobre o papel em dois e deixe embaixo do pires. Encha o copo com água limpa e ponha ao lado, e as flores brancas, se usar, do outro lado.
- Firme a vela no pires, acenda fazendo o sinal da cruz e fale com as suas palavras: São Francisco de Assis, que chamastes de irmãos o sol, a lua, a água e todos os animais, olhai por este bichinho que Deus colocou na minha vida. Guardai a saúde dele, livrai de doença, de acidente, de maldade e de se perder, e dai a mim paciência e sabedoria para cuidar bem dele.
- Reze um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai. Muita gente reza também a Salve Rainha ou a oração atribuída a São Francisco, que começa com Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. Fique uns minutos em silêncio olhando para a chama e agradeça pela companhia que o animal te dá.
- Com a vela ainda acesa, segure a fita vermelha entre as mãos, faça o pedido mais uma vez e depois amarre a fita com um nó firme na coleira, na guia, na casinha ou na caminha do animal. Não amarre a fita solta no pescoço, nem em pata ou rabo: bicho pode enroscar, engolir ou se machucar, e São Francisco não ia querer isso.
- Deixe a vela queimar até o fim sob a sua supervisão, com o animal em outro cômodo se ele for curioso. Se precisar sair, apague com os dedos molhados ou um abafador, sem soprar, e acenda outra quando voltar. No dia seguinte, jogue a água do copo na terra de um vaso ou de um jardim.
- Se quiser reforçar, repita a oração por sete dias ou faça uma vez por mês, sempre perto do dia 4. Troque a fita quando ficar gasta ou suja e devolva a velha à terra ou ao lixo comum. Se esquecer um dia, retome no seguinte sem culpa.
- Quando terminar, agradeça. Rasgue o papel em pedaços pequenos e devolva à terra ou ao lixo comum, e deixe as flores murcharem num jardim. Se puder, faça um gesto concreto em nome do santo: doe ração a um abrigo, ajude uma protetora independente ou dê água fresca a um bicho de rua num dia de calor.
- Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.
Quando fazer
A tradição costuma associar esta simpatia a O dia de São Francisco de Assis é 4 de outubro, data da festa do santo no calendário católico e também do Dia Mundial dos Animais. Nessa época, muitas paróquias no Brasil fazem a bênção dos animais, e vale levar o seu bicho, com coleira e guia, se ele for tranquilo. A festa fecha o Tempo da Criação, que a Igreja celebra de 1º de setembro a 4 de outubro. Fora dessa data, a simpatia pode ser feita em qualquer dia, de preferência quando o animal chega em casa, antes de uma cirurgia ou de uma viagem, ou quando ele se perde. Na Umbanda não existe um dia próprio para São Francisco, e quem é de terreiro deve seguir a orientação do seu dirigente.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.
Cuidados e responsabilidade
Esta simpatia acompanha o cuidado com o animal e nunca substitui o veterinário. Não deixe de vacinar, não adie consulta e não troque remédio por promessa, chá caseiro ou receita de internet: muitos alimentos e plantas comuns em casa são tóxicos para cães e gatos, como cebola, alho, uva, chocolate, comigo ninguém pode, lírio e espada de São Jorge. Por isso, nada de ervas, sal grosso ou banho de folhas no animal sem orientação do veterinário. A fita vai presa na coleira ou na caminha, nunca solta no pescoço, nas patas ou no rabo, e o animal não deve conseguir mastigá-la. Cuidado com o fogo: vela só com supervisão, firme no pires, em lugar alto, longe de cortinas e papéis e fora do caminho de bichos e crianças, e nunca durma com chama acesa. As flores e o copo também ficam fora do alcance, porque bicho bebe e mastiga o que encontra. Desconfie de quem cobra caro dizendo que a doença do animal é trabalho feito: casa séria de Umbanda não vende cura. Animal perdido pede ação além da oração: avise vizinhos, poste fotos, procure abrigos e centros de zoonoses da sua cidade. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: O costume muda bastante de família para família. A versão mais publicada pede uma fita vermelha amarrada no animal, uma Salve Rainha e uma vela branca, e manda trocar a fita depois de um mês; aqui ela vai na coleira, por segurança. Há quem prefira uma medalhinha de São Francisco presa na coleira, ao lado da plaquinha de identificação, e há quem guarde o santinho embaixo da caminha. Muita gente faz a simpatia só no dia 4 de outubro, outros na chegada de um filhote ou de um bicho adotado, e outros rezam a oração do santo toda noite antes de dormir. Há também quem leve o animal à bênção da paróquia e depois acenda a vela em casa. Na Umbanda, há quem acompanhe o pedido com um banho de ervas de proteção para o próprio tutor, como alecrim, manjericão e alfazema, jogado do pescoço para baixo depois do banho de higiene, sem molhar a cabeça, que é lugar de amaci e de cuidado do terreiro; no animal, nada de banho de ervas sem o veterinário. Nenhuma versão é a única certa: o que importa é a fé, o carinho e o cuidado de verdade. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.
Perguntas frequentes
Para que serve a simpatia de são francisco para proteger os animais de estimação?
Do que eu preciso?
Como fazer passo a passo?
Qual o melhor dia para fazer?
Quais os cuidados?
Por que São Francisco é o protetor dos animais?
Qual o dia de São Francisco de Assis?
Para que serve a simpatia de São Francisco para os animais?
Posso amarrar a fita vermelha no pescoço do meu cachorro ou gato?
Qual a cor da vela para São Francisco?
Na Umbanda, São Francisco é sincretizado com qual Orixá?
Posso fazer a simpatia para um animal doente?
E se o meu animal estiver perdido?
Posso fazer pelos animais de rua?
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