Simpatia · Proteção

Simpatia para Viagem Segura

Simpatia de proteção para quem vai viajar, feita com um pequeno patuá de pano que leva folha de louro, guiné, arruda, cravo e uma pedra de sal grosso, firmado com vela para Ogum, o senhor dos caminhos, e para o anjo de guarda. É simpatia de fé, que acompanha o viajante e não substitui cinto de segurança, revisão do carro nem descanso na estrada.

Simpatia: Simpatia para Viagem Segura
Resposta rápida

Simpatia de proteção para quem vai viajar, feita com um pequeno patuá de pano que leva folha de louro, guiné, arruda, cravo e uma pedra de sal grosso, firmado com vela para Ogum, o senhor dos caminhos, e para o anjo de guarda. É simpatia de fé, que acompanha o viajante e não substitui cinto de segurança, revisão do carro nem descanso na estrada. Simpatia de proteção, feita com pano branco de algodão, folha de louro, guiné e outros itens simples. Faça com fé, concentração e respeito, a simpatia alinha a sua intenção e caminha junto com a sua atitude.

Conteúdo de fé e informativo: simpatia não obriga ninguém e não substitui o seu esforço nem ajuda profissional. Ver cuidados

Sobre a simpatia para viagem segura

Na Umbanda, Ogum é o Orixá dos caminhos abertos, da estrada e da proteção de quem se desloca, sincretizado com São Jorge e, em várias regiões, lembrado junto com São Cristóvão, o santo protetor dos viajantes e dos motoristas. O anjo de guarda é o primeiro a ser chamado em qualquer pedido de proteção, porque a tradição entende que ele acompanha a pessoa desde o nascimento. O patuá é um amuleto de pano que carrega elementos de proteção junto ao corpo, costume antigo nas casas de Umbanda. Louro, guiné e arruda são ervas de corte e de vitória, o cravo protege e o sal grosso absorve o que é pesado. Na Umbanda e na fé popular, o que dá força à simpatia é a fé, a intenção limpa e o respeito à tradição.

FinalidadeProteção
ElementoPatuá de pano com louro, guiné, arruda e sal grosso
Melhor diaA terça feira é o dia mais citado para Ogum em boa parte das casas de Umbanda, mas simpatia de viagem se faz no dia que a viagem pede, de preferência um ou dois dias antes da saída. O horário preferido é de manhã.
DificuldadeSimples

Do que você precisa

  • Pano branco de algodãoum quadrado pequeno de pano branco ou azul escuro, de uns dez centímetrosComprar
  • Folha de lourouma folha de louro seca e inteira, para vitória e bom caminhoComprar
  • Guinéum raminho seco de guiné, para cortar o que vier de ruimComprar
  • Arrudaum raminho seco de arruda, para proteçãoComprar
  • Cravo-da-índiatrês cravos da índia, citados em várias receitas de proteçãoComprar
  • Sal grossouma pedra de sal grossoComprar
  • Fita vermelhaum pedaço de fita vermelha ou linha forte para amarrar o patuáComprar
  • Vela branca (palito)uma vela branca de palito, para o anjo de guardaComprar
  • Vela vermelha (palito)uma vela vermelha de palito, para OgumComprar
  • Pires de louçaum pires ou prato com um pouco de areia para firmar as velasComprar
  • Água mineralum copo de água limpaComprar

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Como fazer (passo a passo)

  1. Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias.
  2. Faça a simpatia um ou dois dias antes da viagem, em um momento calmo, e não na correria da saída.
  3. Tome banho, vista roupa clara e limpe o lugar onde vai trabalhar, que pode ser uma mesa ou um cantinho do seu altar.
  4. Firme as duas velas no pires com areia, a branca de um lado e a vermelha do outro, com o copo de água entre elas.
  5. Acenda primeiro a vela branca, pedindo ao seu anjo de guarda que caminhe à sua frente durante toda a viagem.
  6. Acenda a vela vermelha saudando Ogum com Ogunhê, pedindo que ele abra a estrada, guarde a ida e a volta e afaste acidente, assalto e contratempo.
  7. Abra o pano diante das velas e coloque dentro, um por um, a folha de louro, o raminho de guiné, o raminho de arruda, os três cravos e a pedra de sal grosso, dizendo para que serve cada coisa.
  8. Feche o pano como uma trouxinha e amarre com a fita vermelha, dando três nós firmes, e a cada nó repita o destino da viagem e a data da volta.
  9. Passe o patuá rapidamente sobre a chama das velas, sem queimar, e deixe ao lado delas até as velas terminarem de queimar em lugar seguro.
  10. Leve o patuá com você durante toda a viagem, na bolsa, na mochila ou no porta luvas do carro, e não empreste para ninguém.
  11. Na volta, agradeça. Desfaça o patuá, devolva as ervas e o cravo à terra de um vaso ou jardim, dissolva o sal em água corrente e reze um Pai Nosso ou a oração que a sua casa usa em agradecimento.
  12. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.

Quando fazer

A tradição costuma associar esta simpatia a A terça feira é o dia mais citado para Ogum em boa parte das casas de Umbanda, mas simpatia de viagem se faz no dia que a viagem pede, de preferência um ou dois dias antes da saída. O horário preferido é de manhã.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.

Cuidados e responsabilidade

O primeiro cuidado é prático e vale mais que qualquer simpatia: revise o veículo, durma bem antes de dirigir, respeite a velocidade, use cinto e não dirija depois de beber. Vela acesa pede superfície firme, longe de cortina e de criança, e nunca deve ficar acesa sem ninguém em casa. Se for viajar de avião, prefira ervas bem secas e patuá pequeno, na bagagem de mão, e lembre que alguns países proíbem entrada de material vegetal. Nesses casos, leve só a folha de louro dentro de um papel, ou faça a firmeza em casa e deixe o patuá no seu altar até a volta. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: Há muitas versões dessa simpatia. Algumas usam pano azul escuro, a cor de Ogum em várias casas, e acrescentam uma miniatura de espada, um grão de café e um dente de alho. Outras trocam o patuá por uma medalha de São Cristóvão ou de São Jorge benzida, ou por uma fitinha amarrada no retrovisor. Há casas que pedem a proteção a Exu, guardião dos caminhos, com vela preta e vermelha, e outras que chamam Iemanjá quando a viagem é por mar. A sua casa define o caminho. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.

Perguntas frequentes

Para que serve a simpatia para viagem segura?
Simpatia de proteção para quem vai viajar, feita com um pequeno patuá de pano que leva folha de louro, guiné, arruda, cravo e uma pedra de sal grosso, firmado com vela para Ogum, o senhor dos caminhos, e para o anjo de guarda. É simpatia de fé, que acompanha o viajante e não substitui cinto de segurança, revisão do carro nem descanso na estrada. É uma simpatia de proteção, da tradição popular brasileira.
Do que eu preciso?
Itens simples: pano branco de algodão, folha de louro, guiné, arruda, cravo-da-índia, sal grosso, fita vermelha, vela branca (palito), vela vermelha (palito), pires de louça, água mineral. Use o que tiver com fé; o essencial é a sua intenção.
Como fazer passo a passo?
Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias. Faça a simpatia um ou dois dias antes da viagem, em um momento calmo, e não na correria da saída. Tome banho, vista roupa clara e limpe o lugar onde vai trabalhar, que pode ser uma mesa ou um cantinho do seu altar. Firme as duas velas no pires com areia, a branca de um lado e a vermelha do outro, com o copo de água entre elas. Acenda primeiro a vela branca, pedindo ao seu anjo de guarda que caminhe à sua frente durante toda a viagem. Acenda a vela vermelha saudando Ogum com Ogunhê, pedindo que ele abra a estrada, guarde a ida e a volta e afaste acidente, assalto e contratempo. Abra o pano diante das velas e coloque dentro, um por um, a folha de louro, o raminho de guiné, o raminho de arruda, os três cravos e a pedra de sal grosso, dizendo para que serve cada coisa. Feche o pano como uma trouxinha e amarre com a fita vermelha, dando três nós firmes, e a cada nó repita o destino da viagem e a data da volta. Passe o patuá rapidamente sobre a chama das velas, sem queimar, e deixe ao lado delas até as velas terminarem de queimar em lugar seguro. Leve o patuá com você durante toda a viagem, na bolsa, na mochila ou no porta luvas do carro, e não empreste para ninguém. Na volta, agradeça. Desfaça o patuá, devolva as ervas e o cravo à terra de um vaso ou jardim, dissolva o sal em água corrente e reze um Pai Nosso ou a oração que a sua casa usa em agradecimento. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.
Qual o melhor dia para fazer?
A tradição costuma associar esta simpatia a A terça feira é o dia mais citado para Ogum em boa parte das casas de Umbanda, mas simpatia de viagem se faz no dia que a viagem pede, de preferência um ou dois dias antes da saída. O horário preferido é de manhã.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.
Quais os cuidados?
O primeiro cuidado é prático e vale mais que qualquer simpatia: revise o veículo, durma bem antes de dirigir, respeite a velocidade, use cinto e não dirija depois de beber. Vela acesa pede superfície firme, longe de cortina e de criança, e nunca deve ficar acesa sem ninguém em casa. Se for viajar de avião, prefira ervas bem secas e patuá pequeno, na bagagem de mão, e lembre que alguns países proíbem entrada de material vegetal. Nesses casos, leve só a folha de louro dentro de um papel, ou faça a firmeza em casa e deixe o patuá no seu altar até a volta. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: Há muitas versões dessa simpatia. Algumas usam pano azul escuro, a cor de Ogum em várias casas, e acrescentam uma miniatura de espada, um grão de café e um dente de alho. Outras trocam o patuá por uma medalha de São Cristóvão ou de São Jorge benzida, ou por uma fitinha amarrada no retrovisor. Há casas que pedem a proteção a Exu, guardião dos caminhos, com vela preta e vermelha, e outras que chamam Iemanjá quando a viagem é por mar. A sua casa define o caminho. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.
Qual Orixá protege quem viaja?
Ogum é o nome mais citado, por ser o senhor dos caminhos e da estrada. O anjo de guarda é sempre o primeiro chamado. Em viagem por mar, muitas casas pedem a Iemanjá, e há quem peça a Exu, como guardião das encruzilhadas e dos caminhos. No sincretismo, São Cristóvão e São Jorge são os santos mais lembrados.
O que é patuá?
É um pequeno amuleto de pano, costurado ou amarrado, que carrega ervas, sementes, pedras ou orações e é levado junto ao corpo para proteção. Na Umbanda, o patuá costuma ser preparado com orientação da casa, e esta versão simples é uma forma popular de pedir proteção para uma viagem.
Posso deixar o patuá no carro?
Pode. Muita gente deixa no porta luvas ou pendurado discretamente, desde que não atrapalhe a visão nem os comandos. O importante é que ele vá com você na ida e na volta, e que seja desfeito com agradecimento depois.
Posso levar o patuá no avião?
Em voo nacional costuma não haver problema, na bagagem de mão, se as ervas estiverem secas e o patuá for pequeno. Em viagem internacional, muitos países proíbem ou restringem a entrada de material vegetal. Nesse caso, leve só a folha de louro dentro de um papel ou faça a firmeza em casa e deixe o patuá no seu altar.
Qual a cor da vela para viagem?
A branca, para o anjo de guarda, é sempre a primeira. Para Ogum, a vermelha é a mais citada na Umbanda, e algumas casas usam azul escuro. Quem pede a Exu usa vela preta e vermelha, com orientação.
Posso fazer a simpatia para outra pessoa que vai viajar?
Pode, e é muito comum mãe e pai fazerem para os filhos. Diga o nome completo da pessoa e entregue o patuá a ela antes da saída. Se ela não for levar, deixe o patuá no seu altar até a volta.
O que fazer com o patuá depois da viagem?
Agradeça, desfaça, devolva as ervas e o cravo à terra de um vaso ou jardim e dissolva o sal em água corrente. Lave o pano ou descarte com respeito. Para a próxima viagem, faça um patuá novo.
A simpatia substitui os cuidados na estrada?
Não, e nenhuma casa séria diz isso. Proteção espiritual acompanha quem faz a parte dele: revisão do veículo, descanso, cinto, velocidade certa e nada de álcool ao volante. Ogum abre o caminho, mas quem dirige é você.
Existe oração para acompanhar a simpatia?
Sim. A oração a Ogum, a oração ao anjo de guarda e a oração para viagem são as mais usadas. Você encontra textos completos na seção de rezas do Axé Umbanda. Também vale a sua própria palavra, dita com fé.
Posso fazer se não sou umbandista?
Pode. Pedir proteção para viajar é costume de quase toda fé, e a simpatia é patrimônio da tradição popular brasileira. Faça com respeito e, se tiver uma casa, converse com o seu dirigente.

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Conteúdo informativo e de fé. As simpatias são da tradição popular e variam de casa para casa. São atos de fé que não obrigam ninguém e não substituem o seu esforço nem ajuda profissional, médica ou jurídica. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém.
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