Simpatia · Proteção

Simpatia de Nossa Senhora Aparecida para Proteção da Família

Simpatia de devoção feita diante de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, para colocar a família inteira debaixo do manto azul da Mãe. É um gesto simples e muito antigo na fé do povo: uma vela azul ou branca, um copo de água limpa, flores frescas, os nomes de quem você ama escritos num papel e uma oração feita de coração. Na Umbanda, onde Nossa Senhora Aparecida é lembrada no sincretismo com Oxum, a senhora das águas doces e mãe que acolhe, essa devoção ganha ainda mais sentido no 12 de outubro, mas pode ser feita em qualquer dia em que a casa precise de amparo. O modo de fazer varia de casa para casa, e aqui está a forma mais simples e respeitosa.

Simpatia: Simpatia de Nossa Senhora Aparecida para Proteção da Família
Resposta rápida

Simpatia de devoção feita diante de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, para colocar a família inteira debaixo do manto azul da Mãe. É um gesto simples e muito antigo na fé do povo: uma vela azul ou branca, um copo de água limpa, flores frescas, os nomes de quem você ama escritos num papel e uma oração feita de coração. Na Umbanda, onde Nossa Senhora Aparecida é lembrada no sincretismo com Oxum, a senhora das águas doces e mãe que acolhe, essa devoção ganha ainda mais sentido no 12 de outubro, mas pode ser feita em qualquer dia em que a casa precise de amparo. O modo de fazer varia de casa para casa, e aqui está a forma mais simples e respeitosa. Simpatia de proteção, feita com imagem ou estampa de nossa senhora aparecida, vela azul (palito), pires de louça e outros itens simples. Faça com fé, concentração e respeito, a simpatia alinha a sua intenção e caminha junto com a sua atitude.

Conteúdo de fé e informativo: simpatia não obriga ninguém e não substitui o seu esforço nem ajuda profissional. Ver cuidados

Sobre a simpatia de nossa senhora aparecida para proteção da família

A história de Nossa Senhora Aparecida começa em outubro de 1717, no rio Paraíba do Sul, no interior de São Paulo. Três pescadores, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, lançaram as redes sem sucesso até recolher o corpo de uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição, escurecida pelo tempo na água, e depois a cabeça. Logo em seguida, segundo a tradição, a pesca ficou farta, e esse episódio, lembrado como o milagre dos peixes, deu início à devoção. A imagem ficou primeiro na casa de Felipe Pedroso, onde os vizinhos se reuniam para rezar o terço, e com o tempo ganhou capela, basílica e o título de padroeira do Brasil. Desde então, a Mãe Aparecida é a quem o povo brasileiro entrega a família, a casa e os filhos, e o manto azul se tornou o símbolo dessa proteção. A vela acesa, as flores e a água limpa diante da imagem são gestos de devoção popular, presentes em celebrações familiares que a própria Igreja propõe, com a imagem, o vaso de flores e a vela acesa no cantinho da oração. Na Umbanda, pelo sincretismo, Nossa Senhora Aparecida é lembrada junto de Oxum, a Orixá das águas doces, dos rios e das cachoeiras, mãe que acolhe, protege as crianças e acalma as dores da família. O fato de a imagem ter saído das águas de um rio torna essa ligação ainda mais bonita para muitos umbandistas. Vale dizer com honestidade que o sincretismo varia de região para região: em muitos lugares Oxum é associada a Nossa Senhora da Conceição, cujo dia é 8 de dezembro, e em outros a Nossa Senhora das Candeias, e há casas que fazem outras associações. Esta é uma simpatia da tradição popular, um gesto de fé, e não um preceito litúrgico fixo da Umbanda nem um rito da Igreja Católica. Respeitar as duas devoções é parte do fundamento. Na Umbanda e na fé popular, o que dá força à simpatia é a fé, a intenção limpa e o respeito à tradição.

FinalidadeProteção
ElementoVela
Melhor dia12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida e feriado nacional, é a data mais escolhida, e há quem faça a simpatia no último dia da novena, que vai de 3 a 11 de outubro. Na Umbanda, o sábado é o dia que a maioria das casas dedica a Oxum, e por isso também é muito lembrado. Algumas famílias renovam a vela todo dia 12 de cada mês. Não existe dia obrigatório: em momento de aflição, a devoção pode ser feita na hora em que o coração pedir.
DificuldadeSimples

Do que você precisa

  • Imagem ou estampa de Nossa Senhora Aparecidauma imagem pequena ou uma estampa de Nossa Senhora Aparecida; serve a que você já tem em casa, de qualquer tamanhoComprar
  • Vela azul (palito)uma vela azul (palito), a cor do manto da santa; na falta, a vela branca serve igualmente e é a escolha de muitas famíliasComprar
  • Pires de louçaum pires de louça para firmar a velaComprar
  • Copo de vidroum copo de vidro transparente, bem lavadoComprar
  • Água mineralágua mineral ou filtrada para encher o copo, lembrando as águas do rio onde a imagem foi encontradaComprar
  • Flores brancasalgumas flores frescas num vaso pequeno, brancas ou amarelas; rosas, margaridas ou flores do campo, o que estiver ao seu alcanceComprar
  • Papele uma caneta, para escrever o nome de cada pessoa da famíliaComprar

Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.

Como afiliado, o Axé Umbanda pode receber comissão por compras qualificadas pelos links dos itens, sem custo extra para você.

Como fazer (passo a passo)

  1. Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias.
  2. Escolha o dia com calma. O 12 de outubro, dia da padroeira, é o mais procurado, e muita gente começa a se preparar desde o dia 3, acompanhando a novena. Mas a simpatia pode ser feita em qualquer dia, e na Umbanda o sábado, consagrado a Oxum em muitas casas, é bastante lembrado.
  3. Arrume um cantinho limpo e tranquilo da casa, de preferência na sala ou num lugar onde a família costuma se reunir. Uma toalhinha branca embaixo ajuda a deixar o espaço bonito. Limpe o lugar antes, porque devoção pede cuidado.
  4. Coloque a imagem ou a estampa de Nossa Senhora Aparecida no centro. À frente dela, ponha o vaso com as flores frescas de um lado e o copo com água limpa do outro.
  5. Escreva no papel o nome completo de cada pessoa da família que você quer colocar sob a proteção da santa: quem mora com você, quem está longe, as crianças, os mais velhos e também quem já partiu, se for do seu coração lembrar. Dobre o papel e deixe aos pés da imagem.
  6. Firme a vela azul ou branca no pires, ao lado da imagem, em superfície que não pega fogo e longe de cortinas. Antes de acender, respire fundo e pense em cada pessoa cujo nome está no papel.
  7. Acenda a vela e reze uma Ave Maria e uma Salve Rainha, ou a oração que você conhecer. Depois faça o pedido com as suas palavras. Um jeito simples: Nossa Senhora Aparecida, Mãe e padroeira, cubra a minha família com o vosso manto azul. Guardai a nossa casa, a nossa saúde, os nossos caminhos e a nossa união. Livrai de todo mal quem eu amo, e onde houver briga, trazei paz. Na Umbanda, quem quiser pode saudar também Oxum com respeito, pedindo a sua água doce e o seu colo de mãe.
  8. Fique alguns minutos em silêncio diante da vela, agradecendo pelo que a família já atravessou unida. Deixe a vela queimar até o fim sob o seu olhar.
  9. Quando a vela terminar, a água do copo pode ser usada para regar uma planta da casa ou ser despejada na terra de um jardim, com um agradecimento. Muitas pessoas preferem deixar o copo trocando a água a cada semana. As flores ficam no vaso enquanto estiverem viçosas e depois voltam para a terra ou vão para o lixo orgânico, sem desrespeito.
  10. Guarde o papel com os nomes junto da imagem, numa gaveta ou atrás dela, como lembrança de que a família foi entregue aos cuidados da Mãe. Renove a vela, a água e as flores sempre que sentir que a casa precisa, e feche a devoção com um gesto de caridade, que é o que a Umbanda coloca em tudo.
  11. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.

Quando fazer

A tradição costuma associar esta simpatia a 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida e feriado nacional, é a data mais escolhida, e há quem faça a simpatia no último dia da novena, que vai de 3 a 11 de outubro. Na Umbanda, o sábado é o dia que a maioria das casas dedica a Oxum, e por isso também é muito lembrado. Algumas famílias renovam a vela todo dia 12 de cada mês. Não existe dia obrigatório: em momento de aflição, a devoção pode ser feita na hora em que o coração pedir.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.

Cuidados e responsabilidade

Vela acesa só com supervisão, firme no pires, sobre superfície que não pega fogo, longe de cortinas, toalhas soltas, papel e do alcance de crianças e animais. A toalhinha embaixo da imagem e o papel com os nomes não podem ficar perto da chama. Se precisar sair, apague a vela com os dedos molhados ou um abafador e acenda de novo depois. Troque a água do copo e retire as flores antes de murcharem, para evitar mosquitos e mau cheiro. Simpatia de proteção não substitui os cuidados concretos com a família: se alguém está doente, procure atendimento médico; se há violência dentro de casa, a proteção começa pela rede de apoio e, quando necessário, pela autoridade competente. Esta simpatia também não substitui a orientação da sua casa de Umbanda nem a da sua paróquia. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: O costume muda bastante de casa para casa. Há quem use só a vela branca, entendendo que ela serve para qualquer pedido de fé, e quem prefira a azul pelo manto da santa; entre umbandistas que ligam o pedido a Oxum, aparece também a vela amarela ou dourada, a cor da Orixá. Algumas pessoas rezam as cinco Ave Marias, outras o terço inteiro, outras a novena completa de 3 a 11 de outubro. Há quem coloque um pouco de mel ou açúcar num pires para pedir doçura no convívio da família, quem leve flores a uma cachoeira ou a um rio limpo no 12 de outubro em homenagem a Oxum, e quem acenda uma vela de sete dias para manter a proteção ao longo da semana. Em vez do papel com os nomes, algumas famílias colocam fotografias aos pés da imagem. Quem é de terreiro pode perguntar ao dirigente qual é o sincretismo e a cor que a casa usa. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.

Perguntas frequentes

Para que serve a simpatia de nossa senhora aparecida para proteção da família?
Simpatia de devoção feita diante de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, para colocar a família inteira debaixo do manto azul da Mãe. É um gesto simples e muito antigo na fé do povo: uma vela azul ou branca, um copo de água limpa, flores frescas, os nomes de quem você ama escritos num papel e uma oração feita de coração. Na Umbanda, onde Nossa Senhora Aparecida é lembrada no sincretismo com Oxum, a senhora das águas doces e mãe que acolhe, essa devoção ganha ainda mais sentido no 12 de outubro, mas pode ser feita em qualquer dia em que a casa precise de amparo. O modo de fazer varia de casa para casa, e aqui está a forma mais simples e respeitosa. É uma simpatia de proteção, da tradição popular brasileira.
Do que eu preciso?
Itens simples: imagem ou estampa de nossa senhora aparecida, vela azul (palito), pires de louça, copo de vidro, água mineral, flores brancas, papel. Use o que tiver com fé; o essencial é a sua intenção.
Como fazer passo a passo?
Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias. Escolha o dia com calma. O 12 de outubro, dia da padroeira, é o mais procurado, e muita gente começa a se preparar desde o dia 3, acompanhando a novena. Mas a simpatia pode ser feita em qualquer dia, e na Umbanda o sábado, consagrado a Oxum em muitas casas, é bastante lembrado. Arrume um cantinho limpo e tranquilo da casa, de preferência na sala ou num lugar onde a família costuma se reunir. Uma toalhinha branca embaixo ajuda a deixar o espaço bonito. Limpe o lugar antes, porque devoção pede cuidado. Coloque a imagem ou a estampa de Nossa Senhora Aparecida no centro. À frente dela, ponha o vaso com as flores frescas de um lado e o copo com água limpa do outro. Escreva no papel o nome completo de cada pessoa da família que você quer colocar sob a proteção da santa: quem mora com você, quem está longe, as crianças, os mais velhos e também quem já partiu, se for do seu coração lembrar. Dobre o papel e deixe aos pés da imagem. Firme a vela azul ou branca no pires, ao lado da imagem, em superfície que não pega fogo e longe de cortinas. Antes de acender, respire fundo e pense em cada pessoa cujo nome está no papel. Acenda a vela e reze uma Ave Maria e uma Salve Rainha, ou a oração que você conhecer. Depois faça o pedido com as suas palavras. Um jeito simples: Nossa Senhora Aparecida, Mãe e padroeira, cubra a minha família com o vosso manto azul. Guardai a nossa casa, a nossa saúde, os nossos caminhos e a nossa união. Livrai de todo mal quem eu amo, e onde houver briga, trazei paz. Na Umbanda, quem quiser pode saudar também Oxum com respeito, pedindo a sua água doce e o seu colo de mãe. Fique alguns minutos em silêncio diante da vela, agradecendo pelo que a família já atravessou unida. Deixe a vela queimar até o fim sob o seu olhar. Quando a vela terminar, a água do copo pode ser usada para regar uma planta da casa ou ser despejada na terra de um jardim, com um agradecimento. Muitas pessoas preferem deixar o copo trocando a água a cada semana. As flores ficam no vaso enquanto estiverem viçosas e depois voltam para a terra ou vão para o lixo orgânico, sem desrespeito. Guarde o papel com os nomes junto da imagem, numa gaveta ou atrás dela, como lembrança de que a família foi entregue aos cuidados da Mãe. Renove a vela, a água e as flores sempre que sentir que a casa precisa, e feche a devoção com um gesto de caridade, que é o que a Umbanda coloca em tudo. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.
Qual o melhor dia para fazer?
A tradição costuma associar esta simpatia a 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida e feriado nacional, é a data mais escolhida, e há quem faça a simpatia no último dia da novena, que vai de 3 a 11 de outubro. Na Umbanda, o sábado é o dia que a maioria das casas dedica a Oxum, e por isso também é muito lembrado. Algumas famílias renovam a vela todo dia 12 de cada mês. Não existe dia obrigatório: em momento de aflição, a devoção pode ser feita na hora em que o coração pedir.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.
Quais os cuidados?
Vela acesa só com supervisão, firme no pires, sobre superfície que não pega fogo, longe de cortinas, toalhas soltas, papel e do alcance de crianças e animais. A toalhinha embaixo da imagem e o papel com os nomes não podem ficar perto da chama. Se precisar sair, apague a vela com os dedos molhados ou um abafador e acenda de novo depois. Troque a água do copo e retire as flores antes de murcharem, para evitar mosquitos e mau cheiro. Simpatia de proteção não substitui os cuidados concretos com a família: se alguém está doente, procure atendimento médico; se há violência dentro de casa, a proteção começa pela rede de apoio e, quando necessário, pela autoridade competente. Esta simpatia também não substitui a orientação da sua casa de Umbanda nem a da sua paróquia. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: O costume muda bastante de casa para casa. Há quem use só a vela branca, entendendo que ela serve para qualquer pedido de fé, e quem prefira a azul pelo manto da santa; entre umbandistas que ligam o pedido a Oxum, aparece também a vela amarela ou dourada, a cor da Orixá. Algumas pessoas rezam as cinco Ave Marias, outras o terço inteiro, outras a novena completa de 3 a 11 de outubro. Há quem coloque um pouco de mel ou açúcar num pires para pedir doçura no convívio da família, quem leve flores a uma cachoeira ou a um rio limpo no 12 de outubro em homenagem a Oxum, e quem acenda uma vela de sete dias para manter a proteção ao longo da semana. Em vez do papel com os nomes, algumas famílias colocam fotografias aos pés da imagem. Quem é de terreiro pode perguntar ao dirigente qual é o sincretismo e a cor que a casa usa. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.
Qual Orixá é Nossa Senhora Aparecida na Umbanda?
Na maior parte das casas de Umbanda, Nossa Senhora Aparecida é sincretizada com Oxum, a Orixá das águas doces, do amor e da maternidade. Mas o sincretismo varia por região: em muitos lugares Oxum é ligada a Nossa Senhora da Conceição ou a Nossa Senhora das Candeias, e algumas casas fazem outras associações. Siga a orientação da sua casa.
Qual a cor da vela para Nossa Senhora Aparecida?
A azul é a mais lembrada, pela cor do manto da santa, e a branca é usada por muita gente por servir a qualquer pedido de fé. Umbandistas que dirigem o pedido também a Oxum às vezes usam a amarela ou a dourada. Todas são aceitas na tradição popular.
Preciso fazer a simpatia no dia 12 de outubro?
Não. O 12 de outubro é a data mais procurada por ser o dia da padroeira, mas a devoção pode ser feita em qualquer dia. Na Umbanda, o sábado, dia de Oxum em muitas casas, também é bastante escolhido. Em hora de aflição, faça quando o coração pedir.
Posso fazer sem ter uma imagem de Nossa Senhora Aparecida?
Pode. Uma estampa, um santinho ou até uma foto da imagem servem. Se não tiver nada disso, acenda a vela e reze olhando para ela, mentalizando a Mãe Aparecida. O que sustenta a simpatia é a fé, e não o tamanho ou o valor da imagem.
O que fazer com a água do copo depois?
O costume mais comum é regar uma planta da casa ou despejar na terra de um jardim, agradecendo. Algumas pessoas mantêm o copo diante da imagem e trocam a água toda semana. Não é costume beber essa água.
Quais nomes coloco no papel?
Os de quem você quer proteger: quem mora com você, parentes que estão longe, crianças, idosos e também pessoas que você considera família, mesmo sem laço de sangue. Muita gente escreve o nome completo. Se quiser, pode lembrar com carinho quem já partiu.
Católico pode fazer esta simpatia? E umbandista?
A base dela é a devoção popular a Nossa Senhora Aparecida, com vela, flores, água e oração, gestos que muitos católicos praticam em casa. O umbandista pode fazer a mesma devoção e, se for do costume da sua casa, saudar também Oxum. O importante é fazer com respeito às duas tradições, sem misturar o que a sua casa ou a sua paróquia pedem para manter separado.
A vela apagou sozinha. E agora?
Na maioria das vezes é vento, pavio ou vela de má qualidade. Acenda de novo com calma e continue a oração. Se você sente que a casa está muito pesada, vale fazer antes uma limpeza simples do ambiente ou procurar orientação na sua casa de Umbanda.
De quanto em quanto tempo posso repetir?
Sempre que sentir necessidade. Muitas famílias renovam a vela, a água e as flores todo dia 12, ou uma vez por semana no sábado. O que não pode faltar é o agradecimento, e o fecho de caridade que a Umbanda coloca em toda devoção.

Conheça outras simpatias

Conteúdo informativo e de fé. As simpatias são da tradição popular e variam de casa para casa. São atos de fé que não obrigam ninguém e não substituem o seu esforço nem ajuda profissional, médica ou jurídica. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém.
← Ver todas as simpatias