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Oferenda para Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas

Oferenda para a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, a guardiã que a tradição apresenta como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas. A entrega é de rainha, e não de moça de festa: espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e mel, arrumada com esmero e sem pressa. É muito procurada por quem está com várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, por quem precisa decidir e não consegue, e por mulher que quer se reerguer. Fundamento de Pombagira varia bastante de casa para casa, e confirmar com o seu dirigente antes de entregar não é formalidade: é fundamento.

Oferenda: Oferenda para Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas
Resposta rápida

Oferenda para a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, a guardiã que a tradição apresenta como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas. A entrega é de rainha, e não de moça de festa: espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e mel, arrumada com esmero e sem pressa. É muito procurada por quem está com várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, por quem precisa decidir e não consegue, e por mulher que quer se reerguer. Fundamento de Pombagira varia bastante de casa para casa, e confirmar com o seu dirigente antes de entregar não é formalidade: é fundamento. Leva vela vermelha e preta de 7 dias, espumante / champanhe, rosas vermelhas e outros itens, e é entregue Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar..

Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados

Sobre a oferenda para pombagira rainha das sete encruzilhadas

Oferenda para Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas é uma oferenda de destravar várias áreas da vida ao mesmo tempo, tomar decisão difícil, recuperar amor próprio, pedir proteção para mulher e firmar autoridade sobre a própria história na Umbanda, na vibração de Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas. Oferenda para a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, a guardiã que a tradição apresenta como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas. A entrega é de rainha, e não de moça de festa: espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e mel, arrumada com esmero e sem pressa. É muito procurada por quem está com várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, por quem precisa decidir e não consegue, e por mulher que quer se reerguer. Fundamento de Pombagira varia bastante de casa para casa, e confirmar com o seu dirigente antes de entregar não é formalidade: é fundamento.

TipoEntidade
RegênciaPombagira Rainha das Sete Encruzilhadas
DiaA segunda feira é o dia mais citado para as Pombagiras em boa parte das casas de Umbanda, e a sexta feira à noite aparece em muitas raízes. Há casas que trabalham a Rainha das Sete Encruzilhadas especificamente na sexta, entendendo a força da semana que se encerra, e há casas que orientam o dia da gira de esquerda do terreiro. Se você tem casa, o dia da sua casa vale mais que qualquer calendário de internet.

Pode ofertar mesmo sem ter uma casa

Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.

O que levar

  • Vela vermelha e preta de 7 diasuma vela vermelha e preta de sete dias, a combinação mais citada para a guardiã, acesa no chão firme e em local seguroComprar
  • Espumante / champanheespumante ou champanhe, servido em taça de vidro, a bebida mais associada às Pombagiras rainhasComprar
  • Rosas vermelhassete rosas vermelhas, sem plástico e sem arame no arranjo, com os espinhos mantidos conforme o costume de muitas casasComprar
  • Perfume / alfazemaum perfume adocicado ou alfazema, borrifado sobre a entrega no finalComprar
  • Doces, balas e cocadasdoces, cocadas e balas, sempre desembrulhados antes de servirComprar
  • Mel puroum fio de mel sobre os doces, para adoçar a conversa e o pedidoComprar
  • Cigarro de palhaum cigarro de palha ou um cigarrilha, opcional e presente em parte das raízesComprar
  • Vasilha de barroprato ou alguidar de barro para acomodar o que for sólido, sem louça descartávelComprar
  • Água mineralum copo de água limpa, colocado ao lado da entregaComprar
  • Fitas coloridas (cores do arco-íris)fitas vermelhas ou pretas, opcionais, usadas por casas que enfeitam a entregaComprar

Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.

Como afiliado, o Axé Umbanda pode receber comissão por compras qualificadas pelos links dos itens, sem custo extra para você.

Como ofertar (passo a passo)

  1. Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
  2. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
  3. Comece pela sua própria arrumação, porque nesta entrega isso é parte do fundamento. Tome banho, vista roupa limpa e vá com a cabeça descansada, sem entrar em discussão no caminho. Escolha o local com antecedência e leve tudo pronto de casa, inclusive o abridor do espumante, os doces já desembrulhados e um saco para recolher o que sobrar. Chegando, peça licença em voz baixa ao Exu que guarda aquele ponto, porque encruzilhada não é terra de ninguém, e só depois comece a arrumar. Forre o chão com o pano, acomode o prato de barro no centro e disponha os doces com o fio de mel por cima. Abra o espumante e sirva na taça, sem beber junto, e coloque a taça à direita da entrega. Ponha as sete rosas de um lado e o copo de água do outro. Acenda a vela por último, firmando em local seguro, longe de folha seca e de qualquer coisa que pegue fogo. Borrife o perfume sobre a entrega e fale o que você veio falar, com palavra sua, sem texto decorado e sem prometer o que você não vai cumprir. Agradeça, saúde com o Laroyê e vá embora sem olhar para trás, que é costume repetido em quase toda casa. Recolha antes de sair tudo o que for embalagem, plástico e tampa metálica.
  4. Vá até o local de entrega (Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
  5. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
  6. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
  7. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.

Onde e quando entregar

O local tradicional é Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar.. Costuma-se ofertar em A segunda feira é o dia mais citado para as Pombagiras em boa parte das casas de Umbanda, e a sexta feira à noite aparece em muitas raízes. Há casas que trabalham a Rainha das Sete Encruzilhadas especificamente na sexta, entendendo a força da semana que se encerra, e há casas que orientam o dia da gira de esquerda do terreiro. Se você tem casa, o dia da sua casa vale mais que qualquer calendário de internet., dia regido por Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.

Atenção e cuidados

Aqui o primeiro cuidado é de fundamento e não de segurança. Entrega para Pombagira não é contrato e não compra resultado: a tradição é clara em dizer que não se pede o que fere terceiro, não se pede amarração de pessoa e não se negocia obrigação em troca de favor. Prometer o que você não vai cumprir é o erro mais citado pelos mais velhos, e a orientação é simples: prometa pouco e cumpra. O segundo cuidado é de casa: fundamento de Pombagira varia muito de raiz para raiz, e há entidades que não aceitam determinada bebida, determinada flor ou determinado local, o que só o dirigente que trabalha com ela pode dizer. O terceiro é prático e vale a insistência: vela acesa em via pública pede local firme, longe de mato seco e de lixo, e ninguém deve deixar fogo sem nenhuma vigilância. Vidro é o item mais problemático da entrega, então prefira levar a taça e o copo de volta se a sua casa permitir, ou use recipiente que não estilhace. Comida deixada na rua atrai animal, então não exagere na quantidade e nunca deixe carne. Descarte embalagem, plástico, papel e tampa em lixo comum, porque isso não faz parte da oferenda. Em bairro onde deixar oferenda gera conflito, o caminho é firmar dentro de casa e conversar com o seu dirigente, sem transformar fé em atrito com o vizinho. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: O fundamento da Rainha das Sete Encruzilhadas muda conforme a raiz, e vale dizer isso com honestidade. A leitura mais difundida a apresenta como a Pombagira que acompanha o Sr. Sete Encruzilhadas e como soberana do reino das encruzilhadas, aquele que a tradição descreve como o de maior movimento. No sudeste ela também é chamada de Dona Sete, e é descrita como mulher de meia idade, reservada, educada e culta, de fala curta e de autoridade natural, bem diferente da imagem de Pombagira festeira que a internet costuma vender. Sobre a entrega, há casas que usam somente vela vermelha, há casas que usam vermelha e preta, e há raízes que preferem sete velas em vez de uma de sete dias. A bebida varia entre espumante, vinho tinto suave e anisado, conforme a casa. Parte das raízes não usa cigarro e parte considera item de fundamento. Nenhuma dessas variações é erro: é diversidade de raiz. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.

Perguntas frequentes

Para que serve a oferenda para pombagira rainha das sete encruzilhadas?
Oferenda para a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, a guardiã que a tradição apresenta como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas. A entrega é de rainha, e não de moça de festa: espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e mel, arrumada com esmero e sem pressa. É muito procurada por quem está com várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, por quem precisa decidir e não consegue, e por mulher que quer se reerguer. Fundamento de Pombagira varia bastante de casa para casa, e confirmar com o seu dirigente antes de entregar não é formalidade: é fundamento. É uma oferenda de destravar várias áreas da vida ao mesmo tempo, tomar decisão difícil, recuperar amor próprio, pedir proteção para mulher e firmar autoridade sobre a própria história, na vibração de Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas.
O que levar na oferenda para pombagira rainha das sete encruzilhadas?
Tradicionalmente: vela vermelha e preta de 7 dias, espumante / champanhe, rosas vermelhas, perfume / alfazema, doces, balas e cocadas, mel puro, cigarro de palha, vasilha de barro, água mineral, fitas coloridas (cores do arco-íris). Use itens limpos e de boa qualidade, com fé.
Onde e quando entregar?
O local tradicional é Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar.. Costuma-se ofertar em A segunda feira é o dia mais citado para as Pombagiras em boa parte das casas de Umbanda, e a sexta feira à noite aparece em muitas raízes. Há casas que trabalham a Rainha das Sete Encruzilhadas especificamente na sexta, entendendo a força da semana que se encerra, e há casas que orientam o dia da gira de esquerda do terreiro. Se você tem casa, o dia da sua casa vale mais que qualquer calendário de internet., dia regido por Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Como ofertar passo a passo?
Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor. Comece pela sua própria arrumação, porque nesta entrega isso é parte do fundamento. Tome banho, vista roupa limpa e vá com a cabeça descansada, sem entrar em discussão no caminho. Escolha o local com antecedência e leve tudo pronto de casa, inclusive o abridor do espumante, os doces já desembrulhados e um saco para recolher o que sobrar. Chegando, peça licença em voz baixa ao Exu que guarda aquele ponto, porque encruzilhada não é terra de ninguém, e só depois comece a arrumar. Forre o chão com o pano, acomode o prato de barro no centro e disponha os doces com o fio de mel por cima. Abra o espumante e sirva na taça, sem beber junto, e coloque a taça à direita da entrega. Ponha as sete rosas de um lado e o copo de água do outro. Acenda a vela por último, firmando em local seguro, longe de folha seca e de qualquer coisa que pegue fogo. Borrife o perfume sobre a entrega e fale o que você veio falar, com palavra sua, sem texto decorado e sem prometer o que você não vai cumprir. Agradeça, saúde com o Laroyê e vá embora sem olhar para trás, que é costume repetido em quase toda casa. Recolha antes de sair tudo o que for embalagem, plástico e tampa metálica. Vá até o local de entrega (Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Quais os cuidados?
Aqui o primeiro cuidado é de fundamento e não de segurança. Entrega para Pombagira não é contrato e não compra resultado: a tradição é clara em dizer que não se pede o que fere terceiro, não se pede amarração de pessoa e não se negocia obrigação em troca de favor. Prometer o que você não vai cumprir é o erro mais citado pelos mais velhos, e a orientação é simples: prometa pouco e cumpra. O segundo cuidado é de casa: fundamento de Pombagira varia muito de raiz para raiz, e há entidades que não aceitam determinada bebida, determinada flor ou determinado local, o que só o dirigente que trabalha com ela pode dizer. O terceiro é prático e vale a insistência: vela acesa em via pública pede local firme, longe de mato seco e de lixo, e ninguém deve deixar fogo sem nenhuma vigilância. Vidro é o item mais problemático da entrega, então prefira levar a taça e o copo de volta se a sua casa permitir, ou use recipiente que não estilhace. Comida deixada na rua atrai animal, então não exagere na quantidade e nunca deixe carne. Descarte embalagem, plástico, papel e tampa em lixo comum, porque isso não faz parte da oferenda. Em bairro onde deixar oferenda gera conflito, o caminho é firmar dentro de casa e conversar com o seu dirigente, sem transformar fé em atrito com o vizinho. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: O fundamento da Rainha das Sete Encruzilhadas muda conforme a raiz, e vale dizer isso com honestidade. A leitura mais difundida a apresenta como a Pombagira que acompanha o Sr. Sete Encruzilhadas e como soberana do reino das encruzilhadas, aquele que a tradição descreve como o de maior movimento. No sudeste ela também é chamada de Dona Sete, e é descrita como mulher de meia idade, reservada, educada e culta, de fala curta e de autoridade natural, bem diferente da imagem de Pombagira festeira que a internet costuma vender. Sobre a entrega, há casas que usam somente vela vermelha, há casas que usam vermelha e preta, e há raízes que preferem sete velas em vez de uma de sete dias. A bebida varia entre espumante, vinho tinto suave e anisado, conforme a casa. Parte das raízes não usa cigarro e parte considera item de fundamento. Nenhuma dessas variações é erro: é diversidade de raiz. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
Quem é a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas?
A tradição a apresenta como a Pombagira que acompanha o Sr. Sete Encruzilhadas e como senhora do reino das encruzilhadas, que é descrito como o reino de maior movimento, por onde passa o maior número de Exus. No sudeste ela é conhecida também como Dona Sete. As casas a descrevem como mulher de meia idade, reservada, educada, inteligente e culta, de conversa direta e de autoridade de soberana, e o trabalho mais associado a ela é abrir e guardar caminho, orientar decisão e atuar no amor e na justiça. Cada raiz tem o seu fundamento sobre ela, e o do seu dirigente é o que vale para você.
Para que se faz oferenda para a Rainha das Sete Encruzilhadas?
Ela é muito procurada por quem tem várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, porque a leitura tradicional é de que ela responde pelo cruzamento dos caminhos e não por um caminho só. Também é procurada por quem precisa tomar uma decisão importante e não consegue, por quem está tentando se reerguer depois de uma queda e por mulher que perdeu o próprio chão em alguma situação. O que a tradição não promete é resultado com prazo, e casa séria não vende isso.
O que se oferece para ela?
A entrega mais citada leva espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e um fio de mel, arrumados com esmero sobre pano vermelho ou preto e em prato de barro. Alguns fundamentos incluem cigarro de palha ou cigarrilha, e outros não usam fumo nenhum. A palavra que resume o estilo da entrega é cuidado: é oferenda de rainha, então o que a tradição valoriza é o esmero da arrumação e não a quantidade nem o preço do que se leva.
Qual é o dia da Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas?
A segunda feira é o dia mais citado para as Pombagiras em boa parte das casas de Umbanda, e a sexta feira à noite aparece em muitas raízes, com a leitura de que é quando a semana se encerra e as contas se ajustam. Há casas que orientam simplesmente o dia da gira de esquerda do terreiro. Se você frequenta uma casa, siga o dia da sua casa, porque calendário de entidade é fundamento de raiz e não regra nacional.
Onde entregar a oferenda?
Na encruzilhada, que é o ponto de força dela, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem mora em apartamento ou em lugar onde entrega na rua gera conflito costuma firmar em um canto limpo e reservado de casa, sobre pano vermelho ou preto, e depois descartar o material com respeito. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e ritualizada, e não se improvisa por conta própria nem por indicação de vídeo de internet.
Pode pedir amor nessa oferenda?
Pode pedir pelo amor na sua vida, por relação saudável, por amor próprio e por coragem de sair de onde você está sofrendo. O que a tradição não autoriza é pedir sobre a vontade de outra pessoa, o que inclui amarração, separação de casal e retorno forçado de quem foi embora. Essa fronteira é fundamento e não moralismo: umbandista sério não trabalha contra o livre arbítrio de ninguém, e casa que oferece isso está vendendo, não cuidando.
Preciso prometer alguma coisa em troca?
Não. E se você for prometer algo, prometa pouco e cumpra, porque esse é o erro mais citado pelos mais velhos: gente que promete entrega mensal, promete vela toda semana, promete mundo e fundo no aperto e depois desaparece. A tradição entende a oferenda como gesto de respeito e de gratidão, e não como pagamento antecipado de um serviço. Agradecer depois, quando a vida melhora, é costume bonito e muito mais sensato que promessa grande feita na hora do desespero.
Posso fazer a oferenda sem ter terreiro?
Pode, e muita gente faz, desde que seja uma entrega simples, respeitosa e sem invenção. Acenda a vela, arrume o que trouxe, fale com as suas palavras, agradeça e vá embora. O que não se faz por conta própria é ritual de firmeza, assentamento, entrega em cemitério e qualquer coisa que envolva corte, sangue ou fundamento de iniciação, porque isso pede quem tem responsabilidade sobre o rito. Se o assunto é sério, o caminho é procurar uma casa e conversar, não aumentar a receita sozinho.
Qual a diferença entre a Rainha das Sete Encruzilhadas e Maria Padilha?
São Pombagiras diferentes, com fundamentos diferentes, e misturar as duas é um erro comum. Maria Padilha é um nome com falange própria e muito ampla, e cada casa tem a sua Maria Padilha. A Rainha das Sete Encruzilhadas é apresentada como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas, com o perfil de soberana reservada que as casas descrevem. Entrega, dia e estilo de trabalho mudam de uma para outra, e é por isso que não se copia a oferenda de uma para servir à outra.
O que faço com o material depois?
Se a entrega foi na encruzilhada, recolha antes de sair tudo o que não é oferenda: plástico, embalagem de doce, tampa, papel e sacola. Isso não se deixa na rua. Se a entrega foi dentro de casa, o costume é deixar firmada pelo tempo que a sua casa orientar, em geral até a vela terminar, e depois descartar a comida em terra, quando houver como, e o restante no lixo comum, sem cerimônia inventada. Louça de barro usada em entrega não volta para a cozinha, e vidro quebrado nunca fica no chão.

Conheça outras oferendas

Conteúdo informativo e de fé. As oferendas têm uso espiritual e tradicional e variam de casa para casa. Não substituem a orientação do dirigente do seu terreiro; quando indicadas, devem ser confirmadas com o seu Pai ou Mãe de Santo. Respeite sempre a natureza e recolha o que ela não absorve.
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