Oferenda para Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas
Oferenda para a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, a guardiã que a tradição apresenta como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas. A entrega é de rainha, e não de moça de festa: espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e mel, arrumada com esmero e sem pressa. É muito procurada por quem está com várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, por quem precisa decidir e não consegue, e por mulher que quer se reerguer. Fundamento de Pombagira varia bastante de casa para casa, e confirmar com o seu dirigente antes de entregar não é formalidade: é fundamento.

Oferenda para a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, a guardiã que a tradição apresenta como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas. A entrega é de rainha, e não de moça de festa: espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e mel, arrumada com esmero e sem pressa. É muito procurada por quem está com várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, por quem precisa decidir e não consegue, e por mulher que quer se reerguer. Fundamento de Pombagira varia bastante de casa para casa, e confirmar com o seu dirigente antes de entregar não é formalidade: é fundamento. Leva vela vermelha e preta de 7 dias, espumante / champanhe, rosas vermelhas e outros itens, e é entregue Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar..
Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados
Sobre a oferenda para pombagira rainha das sete encruzilhadas
Oferenda para Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas é uma oferenda de destravar várias áreas da vida ao mesmo tempo, tomar decisão difícil, recuperar amor próprio, pedir proteção para mulher e firmar autoridade sobre a própria história na Umbanda, na vibração de Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas. Oferenda para a Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, a guardiã que a tradição apresenta como senhora do reino das encruzilhadas e companheira de trabalho do Sr. Sete Encruzilhadas. A entrega é de rainha, e não de moça de festa: espumante em taça de vidro, rosas vermelhas, perfume, velas vermelha e preta, doces e mel, arrumada com esmero e sem pressa. É muito procurada por quem está com várias frentes da vida travadas ao mesmo tempo, por quem precisa decidir e não consegue, e por mulher que quer se reerguer. Fundamento de Pombagira varia bastante de casa para casa, e confirmar com o seu dirigente antes de entregar não é formalidade: é fundamento.
Pode ofertar mesmo sem ter uma casa
Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.
O que levar
- Vela vermelha e preta de 7 diasuma vela vermelha e preta de sete dias, a combinação mais citada para a guardiã, acesa no chão firme e em local seguroComprar
- Espumante / champanheespumante ou champanhe, servido em taça de vidro, a bebida mais associada às Pombagiras rainhasComprar
- Rosas vermelhassete rosas vermelhas, sem plástico e sem arame no arranjo, com os espinhos mantidos conforme o costume de muitas casasComprar
- Perfume / alfazemaum perfume adocicado ou alfazema, borrifado sobre a entrega no finalComprar
- Doces, balas e cocadasdoces, cocadas e balas, sempre desembrulhados antes de servirComprar
- Mel puroum fio de mel sobre os doces, para adoçar a conversa e o pedidoComprar
- Cigarro de palhaum cigarro de palha ou um cigarrilha, opcional e presente em parte das raízesComprar
- Vasilha de barroprato ou alguidar de barro para acomodar o que for sólido, sem louça descartávelComprar
- Água mineralum copo de água limpa, colocado ao lado da entregaComprar
- Fitas coloridas (cores do arco-íris)fitas vermelhas ou pretas, opcionais, usadas por casas que enfeitam a entregaComprar
Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.
Como afiliado, o Axé Umbanda pode receber comissão por compras qualificadas pelos links dos itens, sem custo extra para você.
Como ofertar (passo a passo)
- Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
- Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
- Comece pela sua própria arrumação, porque nesta entrega isso é parte do fundamento. Tome banho, vista roupa limpa e vá com a cabeça descansada, sem entrar em discussão no caminho. Escolha o local com antecedência e leve tudo pronto de casa, inclusive o abridor do espumante, os doces já desembrulhados e um saco para recolher o que sobrar. Chegando, peça licença em voz baixa ao Exu que guarda aquele ponto, porque encruzilhada não é terra de ninguém, e só depois comece a arrumar. Forre o chão com o pano, acomode o prato de barro no centro e disponha os doces com o fio de mel por cima. Abra o espumante e sirva na taça, sem beber junto, e coloque a taça à direita da entrega. Ponha as sete rosas de um lado e o copo de água do outro. Acenda a vela por último, firmando em local seguro, longe de folha seca e de qualquer coisa que pegue fogo. Borrife o perfume sobre a entrega e fale o que você veio falar, com palavra sua, sem texto decorado e sem prometer o que você não vai cumprir. Agradeça, saúde com o Laroyê e vá embora sem olhar para trás, que é costume repetido em quase toda casa. Recolha antes de sair tudo o que for embalagem, plástico e tampa metálica.
- Vá até o local de entrega (Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
- Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
- Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
- Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Onde e quando entregar
O local tradicional é Na encruzilhada, que é o ponto de força da entidade, ou no local que a espiritualidade da sua casa indicar. Quem não tem casa e mora em apartamento costuma firmar a entrega em um canto limpo e reservado, sobre pano vermelho ou preto, com um vaso de terra por perto, e depois descarta o material com respeito em vez de sair caminhando com a entrega pela rua. Entrega em cemitério existe em fundamentos específicos, é prática restrita e não se improvisa por conta própria. Vale a nota prática de sempre: encruzilhada é via pública, então nada de vidro quebrado, nada de fogo perto de mato seco e nada de deixar sujeira que outra pessoa vai ter que limpar.. Costuma-se ofertar em A segunda feira é o dia mais citado para as Pombagiras em boa parte das casas de Umbanda, e a sexta feira à noite aparece em muitas raízes. Há casas que trabalham a Rainha das Sete Encruzilhadas especificamente na sexta, entendendo a força da semana que se encerra, e há casas que orientam o dia da gira de esquerda do terreiro. Se você tem casa, o dia da sua casa vale mais que qualquer calendário de internet., dia regido por Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Atenção e cuidados
Aqui o primeiro cuidado é de fundamento e não de segurança. Entrega para Pombagira não é contrato e não compra resultado: a tradição é clara em dizer que não se pede o que fere terceiro, não se pede amarração de pessoa e não se negocia obrigação em troca de favor. Prometer o que você não vai cumprir é o erro mais citado pelos mais velhos, e a orientação é simples: prometa pouco e cumpra. O segundo cuidado é de casa: fundamento de Pombagira varia muito de raiz para raiz, e há entidades que não aceitam determinada bebida, determinada flor ou determinado local, o que só o dirigente que trabalha com ela pode dizer. O terceiro é prático e vale a insistência: vela acesa em via pública pede local firme, longe de mato seco e de lixo, e ninguém deve deixar fogo sem nenhuma vigilância. Vidro é o item mais problemático da entrega, então prefira levar a taça e o copo de volta se a sua casa permitir, ou use recipiente que não estilhace. Comida deixada na rua atrai animal, então não exagere na quantidade e nunca deixe carne. Descarte embalagem, plástico, papel e tampa em lixo comum, porque isso não faz parte da oferenda. Em bairro onde deixar oferenda gera conflito, o caminho é firmar dentro de casa e conversar com o seu dirigente, sem transformar fé em atrito com o vizinho. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: O fundamento da Rainha das Sete Encruzilhadas muda conforme a raiz, e vale dizer isso com honestidade. A leitura mais difundida a apresenta como a Pombagira que acompanha o Sr. Sete Encruzilhadas e como soberana do reino das encruzilhadas, aquele que a tradição descreve como o de maior movimento. No sudeste ela também é chamada de Dona Sete, e é descrita como mulher de meia idade, reservada, educada e culta, de fala curta e de autoridade natural, bem diferente da imagem de Pombagira festeira que a internet costuma vender. Sobre a entrega, há casas que usam somente vela vermelha, há casas que usam vermelha e preta, e há raízes que preferem sete velas em vez de uma de sete dias. A bebida varia entre espumante, vinho tinto suave e anisado, conforme a casa. Parte das raízes não usa cigarro e parte considera item de fundamento. Nenhuma dessas variações é erro: é diversidade de raiz. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.







