Pinhão-Branco (Pinhão-Manso)
Pinhão-branco é o nome que o povo de terreiro dá à Jatropha curcas, o mesmo pinhão-manso dos quintais e das cercas vivas do interior, arbusto de folha larga e recortada e de frutinhos que lembram castanhas. É primo do pinhão-roxo e tem a mesma fama de folha de corte. Nos registros de Umbanda aparece entre as ervas de Exu, em banhos fortes junto com a aroeira, com o valor de quebrar encantos. No Candomblé é conhecido como botujé funfun e entra nas folhas de Ogum, com uso também para Oxóssi, Oyá e Xangô. É planta tóxica, de uso só externo e com muito cuidado.

Pinhão-Branco (Pinhão-Manso) é uma erva quente da Umbanda, regida por Ogum/Exus. Pinhão-branco é o nome que o povo de terreiro dá à Jatropha curcas, o mesmo pinhão-manso dos quintais e das cercas vivas do interior, arbusto de folha larga e recortada e de frutinhos que lembram castanhas. No banho, vai do pescoço para baixo, nunca na cabeça. Não deve ser ingerida: uso apenas externo e ritual.
Atenção e cuidados
Planta tóxica: nunca ingerir, e as sementes são o maior perigo, sobretudo para crianças. Banho só do pescoço para baixo, com poucas folhas e sem sementes. O leite do galho irrita a pele e mancha a roupa: use luva. Gestantes e crianças não usam. Não substitui orientação médica.
Ver todos os cuidados em detalhe
Planta tóxica: não deve ser ingerida de forma alguma. Uso espiritual e tradicional; nada aqui é orientação médica nem substitui o dirigente do terreiro ou o profissional de saúde. As sementes do pinhão-manso têm curcina e ésteres de forbol, substâncias que causam vômito, diarreia e dor de barriga fortes. O fruto parece uma castanha e a semente tem gosto suave, por isso a maioria das intoxicações registradas no Brasil é de crianças que comeram as sementes. O uso popular das sementes como purgante é perigoso e não deve ser repetido. O leite do galho irrita a pele e os olhos e mancha a roupa: manuseie de luva e lave as mãos depois. Gestantes, lactantes, crianças, pessoas de pele sensível e quem tem ferida aberta não devem usar o banho. Teste antes num pedacinho do braço. Em caso de ingestão, procure atendimento médico na hora e leve um pedaço da planta. Confirme o uso ritual com a sua casa.
Sobre a pinhão-branco (pinhão-manso)
Pinhão-Branco (Pinhão-Manso) (Jatropha curcas) é uma erva quente da Umbanda, regida por Ogum/Exus. Pinhão-branco é o nome que o povo de terreiro dá à Jatropha curcas, o mesmo pinhão-manso dos quintais e das cercas vivas do interior, arbusto de folha larga e recortada e de frutinhos que lembram castanhas. É primo do pinhão-roxo e tem a mesma fama de folha de corte. Nos registros de Umbanda aparece entre as ervas de Exu, em banhos fortes junto com a aroeira, com o valor de quebrar encantos. No Candomblé é conhecido como botujé funfun e entra nas folhas de Ogum, com uso também para Oxóssi, Oyá e Xangô. É planta tóxica, de uso só externo e com muito cuidado.
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Para que serve
Pinhão-branco é o nome que o povo de terreiro dá à Jatropha curcas, o mesmo pinhão-manso dos quintais e das cercas vivas do interior, arbusto de folha larga e recortada e de frutinhos que lembram castanhas. É primo do pinhão-roxo e tem a mesma fama de folha de corte. Nos registros de Umbanda aparece entre as ervas de Exu, em banhos fortes junto com a aroeira, com o valor de quebrar encantos. No Candomblé é conhecido como botujé funfun e entra nas folhas de Ogum, com uso também para Oxóssi, Oyá e Xangô. É planta tóxica, de uso só externo e com muito cuidado. Na Umbanda, atua principalmente em:
- Banho forte de descarrego, do pescoço para baixo, junto com aroeira
- Quebra de encantos e de trabalhos feitos, conduzida pela casa
- Sacudimento de pessoa e de casa com os galhos
- Folha de Exu e do povo da rua em algumas casas de Umbanda
- Folha de Ogum no Candomblé, como botujé funfun
- Sem uso interno: não é planta de chá
Modos de uso
Banho
Entra em banhos de descarrego, do pescoço para baixo. Veja o passo a passo na nossa seção de Banhos.
Ver banhos →Chá / uso interno
Não. Pinhão-Branco (Pinhão-Manso) não deve ser ingerida, pode fazer mal à saúde. O uso é apenas externo/ritual: defumação, banho (do pescoço para baixo) e proteção do ambiente.
Quando usar
O melhor momento é na lua minguante, fase ligada à limpeza e ao descarrego. Faça com fé, pedindo licença ao guia e à própria erva. Por ser uma erva quente, no banho use sempre do pescoço para baixo, nunca na cabeça (ori): ela descarrega energias densas.







