Banho de Oriri
Banho de oriri é o banho de calma e doçura feito com a Peperomia pellucida, aquela ervinha de folhas em forma de coração e caule transparente que nasce sozinha em muro úmido e canto de vaso. No Brasil ela também é chamada de erva-de-jabuti, coraçãozinho, língua-de-sapo e alfavaquinha-de-cobra, e entre os erveiros ganhou o nome de oriri de Oxum. É folha fria, ligada aos mistérios de Oxum, a Orixá das águas doces, do amor e da fertilidade. Nas casas de Candomblé de nação é tida como folha de fundamento, presente em iniciações e obrigações. Na Umbanda, o banho de oriri é procurado para acalmar, trazer equilíbrio emocional e devolver o carinho por si mesmo. A regência varia, e há casas que também a usam para Iemanjá e Oxalá.

Banho de oriri é o banho de calma e doçura feito com a Peperomia pellucida, aquela ervinha de folhas em forma de coração e caule transparente que nasce sozinha em muro úmido e canto de vaso. No Brasil ela também é chamada de erva-de-jabuti, coraçãozinho, língua-de-sapo e alfavaquinha-de-cobra, e entre os erveiros ganhou o nome de oriri de Oxum. É folha fria, ligada aos mistérios de Oxum, a Orixá das águas doces, do amor e da fertilidade. Nas casas de Candomblé de nação é tida como folha de fundamento, presente em iniciações e obrigações. Na Umbanda, o banho de oriri é procurado para acalmar, trazer equilíbrio emocional e devolver o carinho por si mesmo. A regência varia, e há casas que também a usam para Iemanjá e Oxalá. Prepara-se com oriri (erva-de-jabuti), água mineral, rosa amarela e outros itens, e toma-se do pescoço para baixo, com fé e intenção firme.
Conteúdo de fé e informativo: não substitui orientação médica nem a do seu dirigente. Em gravidez, crianças ou problemas de saúde, redobre o cuidado. Ver cuidados
Sobre o banho de oriri
Banho de Oriri é um banho de harmonia na Umbanda, ligado à vibração de Oxum. Banho de oriri é o banho de calma e doçura feito com a Peperomia pellucida, aquela ervinha de folhas em forma de coração e caule transparente que nasce sozinha em muro úmido e canto de vaso. No Brasil ela também é chamada de erva-de-jabuti, coraçãozinho, língua-de-sapo e alfavaquinha-de-cobra, e entre os erveiros ganhou o nome de oriri de Oxum. É folha fria, ligada aos mistérios de Oxum, a Orixá das águas doces, do amor e da fertilidade. Nas casas de Candomblé de nação é tida como folha de fundamento, presente em iniciações e obrigações. Na Umbanda, o banho de oriri é procurado para acalmar, trazer equilíbrio emocional e devolver o carinho por si mesmo. A regência varia, e há casas que também a usam para Iemanjá e Oxalá.
Ingredientes
- Oriri (erva-de-jabuti)1 bom punhado de folhas e caules frescos, a erva principal do banhoComprar
- Água mineral2 litros de água limpa, fria ou em temperatura ambienteComprar
- Rosa Amarelapétalas de 1 rosa amarela, opcional, para reforçar a vibração de OxumComprar
- Colônia (Alevante)3 folhas, opcional, outra folha fria muito usada junto com o oririComprar
- Panela para banhopara o preparoComprar
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Como preparar e tomar (passo a passo)
- Acenda uma vela branca e ofereça ao seu anjo da guarda, concentrando-se na sua intenção.
- O oriri é folha delicada e fria, e o jeito mais tradicional de preparar é o macerado, sem fogo. Antes de tudo, confirme que é mesmo a Peperomia pellucida: caule suculento e translúcido, folhas lisas, brilhantes e em forma de coração, e um cheirinho leve quando amassada. Peça licença antes de colher, saudando Oxum com Ora Yê Yê Ô, e tire só o que vai usar, deixando algumas plantas no lugar para ela voltar a nascer. Colha longe de esgoto, de rua movimentada e de lugar onde passam animais. Lave bem as folhas e os caules em água corrente. Coloque a água limpa numa bacia de ágata, de barro ou de vidro. Com as mãos limpas, amasse o oriri dentro da água, devagar, até ela ficar verde e levemente viscosa. Se for usar, junte as pétalas de rosa amarela e as folhas de colônia e macere tudo junto. Enquanto macera, firme em pensamento o pedido de calma, doçura e equilíbrio; muitas casas rezam ou cantam para Oxum nesse momento. Deixe descansar alguns minutos e coe em pano limpo ou peneira fina. Há receitas populares que usam infusão rápida em água quente, desligada do fogo, mas o fogo é evitado nas folhas frias em muitas casas.
- Coe o banho retirando o excesso de folhas; deixe amornar até ficar agradável ao corpo.
- Tome primeiro o seu banho normal de higiene, de preferência com sabão neutro ou de coco.
- Tome primeiro o seu banho de higiene, com sabonete, e enxágue bem. Depois, com o chuveiro desligado, despeje o banho de oriri do pescoço para baixo, devagar, pedindo a Oxum que acalme o coração e devolva a doçura. A cabeça fica de fora: banho de cabeça na Umbanda é o amaci, e o oriri é uma das folhas usadas nele, mas sempre dentro do terreiro e conduzido pelo dirigente. Não enxágue depois. Deixe o corpo secar sozinho ou tire o excesso com batidinhas leves da toalha e vista roupa clara. O dia mais lembrado para Oxum é o sábado, e o banho combina com a noite, quando dá para descansar em seguida. Por ser erva fria, não corta nem descarrega pesado, então cabe bem depois de um descarrego, como banho de fechamento. Recolha as folhas coadas e devolva à terra ou a uma água corrente limpa, agradecendo.
- Não se enxugue esfregando a toalha: retire só o excesso de água. Se puder, vista roupa branca e recolha-se por alguns minutos mentalizando o seu pedido.
- Ao final, recolha os restos das ervas e despache-os na natureza (rio, mar ou mata) ou em água corrente.
Quando tomar
Tradicionalmente associado a sábado, dia de Oxum. Evite as "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite).
Atenção e cuidados
Conteúdo informativo e espiritual: não substitui acompanhamento médico nem a orientação do seu dirigente. Banho ritualístico, quando indicado, deve ser confirmado com o seu Pai ou Mãe de Santo.







