Simpatia · Proteção

Simpatia de São Cipriano para Proteção contra Demandas

Simpatia de proteção feita com sal grosso, arruda, três velas brancas e a oração a São Cipriano, o feiticeiro que, segundo a tradição, largou a magia ao ver que ela nada podia diante da fé. É para quem sente que alguma coisa foi feita contra si: caminhos que travam sem motivo, cansaço que não passa, a casa pesada, a impressão de demanda. O gesto é simples: um círculo de sal e arruda, as velas acesas em volta e as orações pedindo que todo mal seja desfeito. É uma simpatia do catolicismo popular, muito conhecida na fé do povo brasileiro e respeitada em várias casas de Umbanda, e serve para desfazer e proteger, nunca para fazer mal, amarrar ou prender alguém.

Simpatia: Simpatia de São Cipriano para Proteção contra Demandas
Resposta rápida

Simpatia de proteção feita com sal grosso, arruda, três velas brancas e a oração a São Cipriano, o feiticeiro que, segundo a tradição, largou a magia ao ver que ela nada podia diante da fé. É para quem sente que alguma coisa foi feita contra si: caminhos que travam sem motivo, cansaço que não passa, a casa pesada, a impressão de demanda. O gesto é simples: um círculo de sal e arruda, as velas acesas em volta e as orações pedindo que todo mal seja desfeito. É uma simpatia do catolicismo popular, muito conhecida na fé do povo brasileiro e respeitada em várias casas de Umbanda, e serve para desfazer e proteger, nunca para fazer mal, amarrar ou prender alguém. Simpatia de proteção, feita com sal grosso, arruda, vela branca (palito) e outros itens simples. Faça com fé, concentração e respeito, a simpatia alinha a sua intenção e caminha junto com a sua atitude.

Conteúdo de fé e informativo: simpatia não obriga ninguém e não substitui o seu esforço nem ajuda profissional. Ver cuidados

Sobre a simpatia de são cipriano para proteção contra demandas

A tradição conta que Cipriano era um mago pagão de Antioquia, famoso pelos seus feitiços. Segundo a lenda, um jovem chamado Aglaides o procurou para conquistar Justina, uma moça cristã, por meio da magia. Todos os ataques falharam diante do sinal da cruz que ela fazia, e Cipriano entendeu que a sua arte não tinha poder sobre a fé. Converteu-se, queimou os seus livros, tornou-se cristão e, conforme a narrativa, chegou a bispo. Cipriano e Justina teriam sido martirizados juntos na perseguição de Diocleciano, em Nicomédia, por volta do ano 304. Vale separar com honestidade história e tradição. Os estudiosos tratam essa vida como lenda: a narrativa vem de textos gregos do século IV e foi misturada desde cedo com a biografia real de São Cipriano de Cartago. Por isso, a reforma do calendário católico de 1969 retirou a festa do calendário universal, embora a devoção popular continue viva. Foi justamente por ter sido feiticeiro que Cipriano virou, no imaginário do povo, o santo que entende de feitiço e sabe desfazê-lo. A partir dessa fama nasceu uma longa tradição de magia escrita em seu nome, que chegou à Península Ibérica e, no século XIX, ao Brasil, onde o chamado Livro de São Cipriano circula até hoje. Esse livro reúne de tudo, inclusive práticas de amarração e de prejuízo que nada têm a ver com caridade, e não deve ser confundido com a devoção ao santo. Na Umbanda, que nasceu do encontro entre o catolicismo popular, o espiritismo e as tradições africanas e indígenas, São Cipriano aparece de formas diferentes conforme a casa. Há quem o reverencie apenas como santo, há pontos cantados que o ligam ao trabalho com as almas e ao desmanche de feitiço, e há casas que preferem não trabalhar com ele. Não existe um sincretismo consolidado de São Cipriano com um Orixá específico. O sal grosso e a arruda vêm da tradição popular brasileira de limpeza, e o sentido do conjunto é um só: lembrar que a fé é mais forte do que qualquer feitiço. Quem é de terreiro deve seguir a orientação do seu dirigente. Na Umbanda e na fé popular, o que dá força à simpatia é a fé, a intenção limpa e o respeito à tradição.

FinalidadeProteção
ElementoVela
Melhor diaA festa tradicional de São Cipriano e Santa Justina é o 26 de setembro. Muita gente confunde com o 16 de setembro, dia de outro Cipriano, o bispo de Cartago, e as duas datas aparecem na devoção popular. Fora delas, a simpatia pode ser feita em qualquer dia, sem contraindicação. Muitos devotos preferem a segunda feira, que a tradição popular dedica às almas. Quem é de terreiro pode seguir o dia que a sua casa indica.
DificuldadeSimples

Do que você precisa

  • Sal grossoum punhado de sal grosso para desenhar o círculo de proteçãoComprar
  • Arrudaalguns raminhos de arruda, erva clássica da tradição popular contra feitiço e olho gordoComprar
  • Vela branca (palito)três velas brancas de palito; o branco é a cor da paz e serve a qualquer pedido de proteçãoComprar
  • Prato brancoum prato branco grande, ou uma travessa de louça, para fazer o círculo e firmar as velas com segurançaComprar
  • Copo de vidroum copo de vidro transparenteComprar
  • Água mineralágua mineral ou filtrada para encher o copoComprar
  • Caixa de fósforospara acender as velas, como manda o costume das casas de féComprar

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Como fazer (passo a passo)

  1. Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias.
  2. Antes de tudo, acalme o coração. Medo não é bom conselheiro. Esta simpatia pede proteção e pede que o mal seja desfeito, sem desejar nada de ruim a quem quer que seja.
  3. Escolha um lugar firme e seguro, como uma mesa ou o seu cantinho de oração. Limpe com um pano úmido. Nada de cortina, papel solto ou tomada perto, e tudo fora do alcance de crianças e animais.
  4. No centro do prato, faça um pequeno círculo com o sal grosso. Distribua os raminhos de arruda por cima do sal, fechando a roda.
  5. Firme as três velas brancas no prato, em volta do círculo, formando um triângulo. Ao lado do prato, deixe o copo com água limpa.
  6. Acenda as velas com calma, uma de cada vez, e faça o sinal da cruz. Reze três Pai Nossos, pedindo a Deus que afaste de você, da sua casa e da sua família toda energia que faz mal.
  7. Olhando para as chamas, fale com as suas palavras: Glorioso São Cipriano, que conhecestes a força da feitiçaria e a abandonastes ao ver que ela nada podia diante da fé, desfazei todo mal que tenha sido feito contra mim. Que nenhuma demanda, inveja ou maldade me alcance, e que eu também não carregue rancor de ninguém. São Cipriano, rogai por nós.
  8. Em seguida, reze três Ave Marias, pedindo que São Cipriano e Santa Justina, companheira dele no martírio, cubram você com a sua proteção. Se for de terreiro, saúde também o seu anjo da guarda, as almas benditas e os guias da sua casa, como o seu dirigente ensina.
  9. Deixe as velas queimarem até o fim sob a sua supervisão. Se precisar sair, apague com os dedos molhados ou um abafador, sem soprar, e acenda de novo quando voltar.
  10. Quando as velas terminarem, recolha o sal e a arruda e despache longe de casa: na terra de um jardim, ou num saco no lixo de fora, com um agradecimento. Jogue a água do copo no ralo, deixando correr água limpa por cima, e lave o prato e o copo.
  11. Nos dias seguintes, mantenha a casa limpa e arejada. Sempre que sentir o ambiente pesado, faça o sinal da cruz e repita o pedido a São Cipriano. Se a sensação de demanda continuar, procure uma casa séria de Umbanda para uma consulta.
  12. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.

Quando fazer

A tradição costuma associar esta simpatia a A festa tradicional de São Cipriano e Santa Justina é o 26 de setembro. Muita gente confunde com o 16 de setembro, dia de outro Cipriano, o bispo de Cartago, e as duas datas aparecem na devoção popular. Fora delas, a simpatia pode ser feita em qualquer dia, sem contraindicação. Muitos devotos preferem a segunda feira, que a tradição popular dedica às almas. Quem é de terreiro pode seguir o dia que a sua casa indica.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.

Cuidados e responsabilidade

Esta simpatia é para desfazer e proteger, e nunca para amarrar, separar casais, prender alguém ou devolver mal. Muitas orações que circulam com o nome de São Cipriano pedem exatamente isso, e a Umbanda séria não as recomenda: o livre arbítrio do outro é sagrado, e quem planta o mal colhe o mal. Desconfie de quem cobra caro para desmanchar trabalho, tirar demanda ou fazer amarração com São Cipriano: casa séria de Umbanda não vende medo nem promete resultado. Nem todo cansaço ou tristeza é feitiço. Se o desânimo, a insônia ou a angústia persistem, procure também um médico ou um profissional de saúde mental, porque a simpatia não substitui orientação médica. Se a vontade de viver estiver faltando, ligue para o CVV, no telefone 188. Velas acesas só com supervisão, firmes no prato, longe de cortinas, papéis e do alcance de crianças e animais. Arruda não se ingere e deve ficar longe de gestantes, crianças e animais. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: O costume muda bastante de casa para casa. Há versões com uma única vela branca no centro do círculo de sal, e outras com sete velas em roda. Algumas pessoas acrescentam guiné à arruda, ou trocam o círculo de sal por um copo de água com sal grosso. Há quem repita a oração por sete dias seguidos, com velas novas a cada dia, e quem a reze só na segunda feira. Em certas casas de Umbanda, o pedido é entregue às almas ou a um preto velho de confiança, sempre com orientação do dirigente. Quem quiser pode acompanhar com um banho de descarrego de sal grosso ou de ervas como arruda, guiné e alecrim, jogado do pescoço para baixo depois do banho de higiene, sem molhar a cabeça, que é lugar de amaci e de cuidado do terreiro. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.

Perguntas frequentes

Para que serve a simpatia de são cipriano para proteção contra demandas?
Simpatia de proteção feita com sal grosso, arruda, três velas brancas e a oração a São Cipriano, o feiticeiro que, segundo a tradição, largou a magia ao ver que ela nada podia diante da fé. É para quem sente que alguma coisa foi feita contra si: caminhos que travam sem motivo, cansaço que não passa, a casa pesada, a impressão de demanda. O gesto é simples: um círculo de sal e arruda, as velas acesas em volta e as orações pedindo que todo mal seja desfeito. É uma simpatia do catolicismo popular, muito conhecida na fé do povo brasileiro e respeitada em várias casas de Umbanda, e serve para desfazer e proteger, nunca para fazer mal, amarrar ou prender alguém. É uma simpatia de proteção, da tradição popular brasileira.
Do que eu preciso?
Itens simples: sal grosso, arruda, vela branca (palito), prato branco, copo de vidro, água mineral, caixa de fósforos. Use o que tiver com fé; o essencial é a sua intenção.
Como fazer passo a passo?
Escolha um momento tranquilo, faça uma breve oração e concentre-se na sua intenção, pedindo licença e proteção aos seus guias. Antes de tudo, acalme o coração. Medo não é bom conselheiro. Esta simpatia pede proteção e pede que o mal seja desfeito, sem desejar nada de ruim a quem quer que seja. Escolha um lugar firme e seguro, como uma mesa ou o seu cantinho de oração. Limpe com um pano úmido. Nada de cortina, papel solto ou tomada perto, e tudo fora do alcance de crianças e animais. No centro do prato, faça um pequeno círculo com o sal grosso. Distribua os raminhos de arruda por cima do sal, fechando a roda. Firme as três velas brancas no prato, em volta do círculo, formando um triângulo. Ao lado do prato, deixe o copo com água limpa. Acenda as velas com calma, uma de cada vez, e faça o sinal da cruz. Reze três Pai Nossos, pedindo a Deus que afaste de você, da sua casa e da sua família toda energia que faz mal. Olhando para as chamas, fale com as suas palavras: Glorioso São Cipriano, que conhecestes a força da feitiçaria e a abandonastes ao ver que ela nada podia diante da fé, desfazei todo mal que tenha sido feito contra mim. Que nenhuma demanda, inveja ou maldade me alcance, e que eu também não carregue rancor de ninguém. São Cipriano, rogai por nós. Em seguida, reze três Ave Marias, pedindo que São Cipriano e Santa Justina, companheira dele no martírio, cubram você com a sua proteção. Se for de terreiro, saúde também o seu anjo da guarda, as almas benditas e os guias da sua casa, como o seu dirigente ensina. Deixe as velas queimarem até o fim sob a sua supervisão. Se precisar sair, apague com os dedos molhados ou um abafador, sem soprar, e acenda de novo quando voltar. Quando as velas terminarem, recolha o sal e a arruda e despache longe de casa: na terra de um jardim, ou num saco no lixo de fora, com um agradecimento. Jogue a água do copo no ralo, deixando correr água limpa por cima, e lave o prato e o copo. Nos dias seguintes, mantenha a casa limpa e arejada. Sempre que sentir o ambiente pesado, faça o sinal da cruz e repita o pedido a São Cipriano. Se a sensação de demanda continuar, procure uma casa séria de Umbanda para uma consulta. Ao terminar, agradeça de coração e confie. Lembre-se: a simpatia apoia, mas é a sua ação no dia a dia que completa o pedido.
Qual o melhor dia para fazer?
A tradição costuma associar esta simpatia a A festa tradicional de São Cipriano e Santa Justina é o 26 de setembro. Muita gente confunde com o 16 de setembro, dia de outro Cipriano, o bispo de Cartago, e as duas datas aparecem na devoção popular. Fora delas, a simpatia pode ser feita em qualquer dia, sem contraindicação. Muitos devotos preferem a segunda feira, que a tradição popular dedica às almas. Quem é de terreiro pode seguir o dia que a sua casa indica.. Pode ser renovada sempre que sentir o ambiente carregado. O mais importante é a fé e a sinceridade do seu pedido.
Quais os cuidados?
Esta simpatia é para desfazer e proteger, e nunca para amarrar, separar casais, prender alguém ou devolver mal. Muitas orações que circulam com o nome de São Cipriano pedem exatamente isso, e a Umbanda séria não as recomenda: o livre arbítrio do outro é sagrado, e quem planta o mal colhe o mal. Desconfie de quem cobra caro para desmanchar trabalho, tirar demanda ou fazer amarração com São Cipriano: casa séria de Umbanda não vende medo nem promete resultado. Nem todo cansaço ou tristeza é feitiço. Se o desânimo, a insônia ou a angústia persistem, procure também um médico ou um profissional de saúde mental, porque a simpatia não substitui orientação médica. Se a vontade de viver estiver faltando, ligue para o CVV, no telefone 188. Velas acesas só com supervisão, firmes no prato, longe de cortinas, papéis e do alcance de crianças e animais. Arruda não se ingere e deve ficar longe de gestantes, crianças e animais. Com velas acesas, redobre a atenção: use suporte seguro (prato ou castiçal), longe de cortinas e material inflamável, e nunca deixe a chama sem vigilância. Simpatia é ato de fé e não substitui o seu esforço, nem acompanhamento médico, psicológico ou jurídico quando necessário. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém. Observação: O costume muda bastante de casa para casa. Há versões com uma única vela branca no centro do círculo de sal, e outras com sete velas em roda. Algumas pessoas acrescentam guiné à arruda, ou trocam o círculo de sal por um copo de água com sal grosso. Há quem repita a oração por sete dias seguidos, com velas novas a cada dia, e quem a reze só na segunda feira. Em certas casas de Umbanda, o pedido é entregue às almas ou a um preto velho de confiança, sempre com orientação do dirigente. Quem quiser pode acompanhar com um banho de descarrego de sal grosso ou de ervas como arruda, guiné e alecrim, jogado do pescoço para baixo depois do banho de higiene, sem molhar a cabeça, que é lugar de amaci e de cuidado do terreiro. Conteúdo informativo e de fé: a forma de fazer varia muito de casa para casa e de região para região. Confie no seu coração e, se for da sua fé, na orientação do seu terreiro.
Quem foi São Cipriano?
Segundo a tradição, foi um mago pagão de Antioquia que tentou usar feitiços contra Justina, uma jovem cristã. Os feitiços falharam diante do sinal da cruz, e ele se converteu, tornou-se cristão e morreu mártir ao lado dela, por volta do ano 304. Os historiadores consideram essa vida uma lenda, mas a devoção popular a ele é muito forte no Brasil.
Para que serve a simpatia de São Cipriano?
Na tradição popular, serve para pedir proteção e para desfazer feitiço, demanda, inveja e energias pesadas. O sentido é de defesa: firmar a fé para que o mal feito contra você perca a força.
Qual o dia de São Cipriano?
A festa tradicional de São Cipriano e Santa Justina é o 26 de setembro. O 16 de setembro é dia de São Cipriano de Cartago, outro santo, e as duas datas se misturam na devoção popular. A simpatia pode ser feita em qualquer dia, e muitos preferem a segunda feira, dia das almas.
São Cipriano é santo da Igreja Católica?
Sim, ele é venerado como santo e mártir. Como a vida dele é considerada lendária, a reforma de 1969 retirou a festa do calendário universal, mas o culto continua permitido e muita gente reza a ele, sobretudo pedindo proteção contra o mal.
São Cipriano é cultuado na Umbanda?
Em muitas casas, sim, como santo da devoção popular, e há pontos cantados que o ligam ao trabalho com as almas e ao desmanche de feitiço. Outras casas preferem não trabalhar com ele. Não há sincretismo consolidado com um Orixá, então siga a orientação do seu dirigente.
Posso usar São Cipriano para amarração amorosa?
Não deve. Muitas orações que circulam com o nome dele pedem amarração, mas isso fere o livre arbítrio da outra pessoa e não combina com a caridade que a Umbanda ensina. Para o amor, a tradição recomenda pedir um amor sincero, sem nome e sem prender ninguém.
O que é o Livro de São Cipriano?
É uma coletânea de magia popular atribuída ao santo, que veio de Portugal e chegou ao Brasil no século XIX. Reúne rezas, simpatias e também práticas de prejuízo e de amarração. Não é um livro da Igreja nem da Umbanda, e a devoção ao santo não depende dele.
Como saber se fizeram um trabalho contra mim?
Uma simpatia não dá esse diagnóstico. Caminhos travados e cansaço podem ter muitas causas, inclusive de saúde, e por isso é bom procurar também um médico. Se a dúvida espiritual persistir, faça uma consulta numa casa séria de Umbanda, com uma entidade de confiança.
O que fazer com o sal e a arruda depois?
Recolha tudo quando as velas terminarem e despache longe de casa, na terra de um jardim ou num saco no lixo de fora, com um agradecimento. Não reaproveite o sal na cozinha. A água do copo vai para o ralo com água limpa por cima.

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Conteúdo informativo e de fé. As simpatias são da tradição popular e variam de casa para casa. São atos de fé que não obrigam ninguém e não substituem o seu esforço nem ajuda profissional, médica ou jurídica. Nunca faça uma simpatia para prejudicar alguém.
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