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Oferenda para Baiano Severino da Bahia

Oferenda para o Baiano Severino da Bahia, nome que aparece entre os mais populares da linha dos Baianos, o povo nordestino que chega à gira com alegria, fala mansa e conselho firme. A mesa segue o fundamento da linha: aipim cozido com melado, cocada, coco seco, farofa com carne seca, rapadura e frutas, com flores e velas amarelas, num alguidar de barro arriado em campo aberto ou aos pés de um coqueiro. Há pouco escrito só sobre ele, então a orientação do dirigente da sua casa vale ainda mais.

Oferenda para Baiano Severino da Bahia em campo aberto ao entardecer, com alguidar de barro forrado de folha de bananeira cheio de aipim com melado, cocadas, pedaços de coco seco, farofa e rapadura, frutas amarelas ao redor, flores amarelas e velas amarelas acesas
Resposta rápida

Oferenda para o Baiano Severino da Bahia, nome que aparece entre os mais populares da linha dos Baianos, o povo nordestino que chega à gira com alegria, fala mansa e conselho firme. A mesa segue o fundamento da linha: aipim cozido com melado, cocada, coco seco, farofa com carne seca, rapadura e frutas, com flores e velas amarelas, num alguidar de barro arriado em campo aberto ou aos pés de um coqueiro. Há pouco escrito só sobre ele, então a orientação do dirigente da sua casa vale ainda mais. Leva aipim (mandioca) cozido, melado de cana, cocada caseira e outros itens, e é entregue Em campo aberto, nas campinas, que as fontes apontam como o principal ponto de natureza para a entrega aos Baianos, ou aos pés de um coqueiro ou de uma palmeira, outro lugar muito citado para a linha. Há casas que entregam conforme o campo de atuação do guia, inclusive na beira da praia. Em casa, a firmeza pode ser feita no congá ou num cantinho limpo, sempre com a licença do seu dirigente..

Conteúdo de fé e informativo: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme com o seu dirigente e respeite a natureza. Ver cuidados

Sobre a oferenda para baiano severino da bahia

Oferenda para Baiano Severino da Bahia é uma oferenda de força para atravessar tempos difíceis, desmanche de feitiço e demanda, firmeza no trabalho, conselho direto e agradecimento pela ajuda recebida na Umbanda, na vibração de Baiano. Oferenda para o Baiano Severino da Bahia, nome que aparece entre os mais populares da linha dos Baianos, o povo nordestino que chega à gira com alegria, fala mansa e conselho firme. A mesa segue o fundamento da linha: aipim cozido com melado, cocada, coco seco, farofa com carne seca, rapadura e frutas, com flores e velas amarelas, num alguidar de barro arriado em campo aberto ou aos pés de um coqueiro. Há pouco escrito só sobre ele, então a orientação do dirigente da sua casa vale ainda mais.

TipoEntidade
RegênciaBaiano
Diaterça feira, dia de Iansã, Orixá que rege a linha dos Baianos em boa parte das casas de Umbanda, de preferência com luz do dia. Muitos terreiros fazem a gira de Baiano no seu próprio calendário, e a data que vale é a da sua casa

Pode ofertar mesmo sem ter uma casa

Não tem uma casa ou terreiro fixo? Pode ofertar com tranquilidade e respeito: toda oferenda aqui tem fundamento umbandista, e a espiritualidade atende quando o gesto é feito com fé, amor e axé.

O que levar

  • Aipim (mandioca) cozidocozido sem sal e cortado em pedaços, regado com melado, a comida que as fontes mais ligam aos Baianos ao lado da cocadaComprar
  • Melado de canaum fio de melado de cana por cima do aipim e do cocoComprar
  • Cocada caseiracocadas feitas em casa, em número ímpar, sete de preferênciaComprar
  • Coco secoum coco seco quebrado em pedaços; as oferendas aos Baianos têm o coco como baseComprar
  • Farinha de mandiocapara uma farofa simples, sem exagero de temperoComprar
  • Carne seca (charque)dessalgada, cozida e desfiada na farofa, comida de sertãoComprar
  • Rapaduraopcional, um pedaço inteiro ou em lascas, doce do Nordeste que muitas casas põem na mesa baianaComprar
  • Frutas variadasfrutas de casca amarela ou alaranjada, como manga, caju, laranja e abacaxiComprar
  • Cachaça (marafo)um copo de cachaça ou de batida de coco; água de coco no lugar, onde a casa não usa álcoolComprar
  • Cigarro de palhaum cigarro de palha, ou fumo de rolo, se a sua casa firma os Baianos com fumoComprar
  • Flores amarelasflores amarelas soltas, sem papel nem celofaneComprar
  • Vela amarela (palito)velas amarelas, a cor mais citada para a linha baianaComprar
  • Vela branca (palito)opcional, intercaladas com as amarelasComprar
  • Alguidar (vasilha de barro)de barro, para arrumar a comida; pode ser forrado com folha de bananeiraComprar
  • Água mineralum copo de água limpa, que nunca faltaComprar

Ao tocar em Comprar, você será levado à loja que preferir: Mercado Livre ou Shopee.

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Como ofertar (passo a passo)

  1. Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme.
  2. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor.
  3. Comece pela conversa com o dirigente da sua casa, porque Severino da Bahia é nome de falange e cada terreiro conhece o seu, com fundamento próprio. Confirmado o caminho, tome um banho de ervas do pescoço para baixo, nunca na cabeça, e vista roupa limpa e clara. Prepare tudo em casa e sem pressa. Cozinhe o aipim sem sal, escorra e corte em pedaços. Quebre o coco seco, faça as cocadas e prepare a farofa com a carne seca desfiada. Corte as frutas e tire as flores do papel. No ponto de entrega, peça licença ao lugar antes de colocar qualquer coisa no chão. Forre o alguidar com folha de bananeira, ponha o aipim no centro e regue com o melado, arrume o coco, as cocadas e a rapadura em volta e a farofa de um lado. Distribua as frutas ao redor do alguidar, coloque o copo de cachaça ou de batida e o copo de água na frente e as flores em roda. Firme as velas em base segura, intercaladas com as flores, e acenda o cigarro de palha, deixando apoiado na borda. Saúde com Salve os Baianos, ou com É da Bahia, como se diz em muitas casas, e fale com Seu Severino como quem conversa com um amigo mais velho: com sinceridade e sem rodeio. Peça força para atravessar o que está difícil, desmanche do que pesa e firmeza no trabalho. Agradeça, apague as velas antes de sair se houver qualquer risco de fogo e leve embora sacola, garrafa e tudo o que não se desfaz na terra.
  4. Vá até o local de entrega (Em campo aberto, nas campinas, que as fontes apontam como o principal ponto de natureza para a entrega aos Baianos, ou aos pés de um coqueiro ou de uma palmeira, outro lugar muito citado para a linha. Há casas que entregam conforme o campo de atuação do guia, inclusive na beira da praia. Em casa, a firmeza pode ser feita no congá ou num cantinho limpo, sempre com a licença do seu dirigente.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda.
  5. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração.
  6. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue.
  7. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.

Onde e quando entregar

O local tradicional é Em campo aberto, nas campinas, que as fontes apontam como o principal ponto de natureza para a entrega aos Baianos, ou aos pés de um coqueiro ou de uma palmeira, outro lugar muito citado para a linha. Há casas que entregam conforme o campo de atuação do guia, inclusive na beira da praia. Em casa, a firmeza pode ser feita no congá ou num cantinho limpo, sempre com a licença do seu dirigente.. Costuma-se ofertar em terça feira, dia de Iansã, Orixá que rege a linha dos Baianos em boa parte das casas de Umbanda, de preferência com luz do dia. Muitos terreiros fazem a gira de Baiano no seu próprio calendário, e a data que vale é a da sua casa, dia regido por Baiano. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.

Atenção e cuidados

Vela em campo aberto e ao pé de coqueiro pede atenção: capim e palha secos pegam fogo depressa, então limpe o chão em volta, use base de barro e não deixe a chama sozinha em dia de vento. Em época de seca, firme a vela em casa e leve só a comida, as frutas e as flores. Não deixe plástico, vidro, isopor nem papel alumínio; prefira alguidar de barro, folha e gamela de madeira. Se houver alguém em recuperação de alcoolismo na casa, troque a cachaça pela água de coco, sem culpa. Para demanda, peça corte e proteção, nunca o mal de ninguém: Baiano desmancha feitiço, não manda de volta. Se o que pesa é saúde, a oferenda é ato de fé e não substitui médico, terapia nem tratamento. E desconfie de quem cobra caro ou promete resultado com prazo em nome de Seu Severino. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Severino da Bahia aparece nas listas dos nomes de Baianos mais populares da Umbanda, ao lado de Zé do Coco, Zé da Lua, Simão do Bonfim e João do Coqueiro, mas há pouco material escrito só sobre ele, e quase tudo o que se sabe vem da tradição oral de cada terreiro. Por isso a oferenda acima segue o fundamento da linha dos Baianos, e não uma receita exclusiva dele. As histórias também variam: há listas que colocam um Severino entre os Baianos que se apresentam como cangaceiros, ao lado de Lampião, Maria Bonita e Corisco, e há relatos que falam de um antigo babalorixá da Bahia chamado Severino. São narrativas de tradição, e não biografia comprovada. Em algumas casas ele chega como trabalhador firme, com a coragem de quem enfrentou a seca; em outras, mais brincalhão e valente, como os estudos sobre os Baianos registram para toda a linha. As cores mudam: amarelo é a mais citada, e há casas que somam branco, vermelho ou preto, que aparecem também nas guias de Baiano. A comida pode trocar o aipim por milho cozido com melado, e a bebida pode ser cachaça, batida, licor de coco ou só água de coco. Quem define a sua oferenda é o fundamento da sua casa e o que o seu Severino pedir. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.

Perguntas frequentes

Para que serve a oferenda para baiano severino da bahia?
Oferenda para o Baiano Severino da Bahia, nome que aparece entre os mais populares da linha dos Baianos, o povo nordestino que chega à gira com alegria, fala mansa e conselho firme. A mesa segue o fundamento da linha: aipim cozido com melado, cocada, coco seco, farofa com carne seca, rapadura e frutas, com flores e velas amarelas, num alguidar de barro arriado em campo aberto ou aos pés de um coqueiro. Há pouco escrito só sobre ele, então a orientação do dirigente da sua casa vale ainda mais. É uma oferenda de força para atravessar tempos difíceis, desmanche de feitiço e demanda, firmeza no trabalho, conselho direto e agradecimento pela ajuda recebida, na vibração de Baiano.
O que levar na oferenda para baiano severino da bahia?
Tradicionalmente: aipim (mandioca) cozido, melado de cana, cocada caseira, coco seco, farinha de mandioca, carne seca (charque), rapadura, frutas variadas, cachaça (marafo), cigarro de palha, flores amarelas, vela amarela (palito), vela branca (palito), alguidar (vasilha de barro), água mineral. Use itens limpos e de boa qualidade, com fé.
Onde e quando entregar?
O local tradicional é Em campo aberto, nas campinas, que as fontes apontam como o principal ponto de natureza para a entrega aos Baianos, ou aos pés de um coqueiro ou de uma palmeira, outro lugar muito citado para a linha. Há casas que entregam conforme o campo de atuação do guia, inclusive na beira da praia. Em casa, a firmeza pode ser feita no congá ou num cantinho limpo, sempre com a licença do seu dirigente.. Costuma-se ofertar em terça feira, dia de Iansã, Orixá que rege a linha dos Baianos em boa parte das casas de Umbanda, de preferência com luz do dia. Muitos terreiros fazem a gira de Baiano no seu próprio calendário, e a data que vale é a da sua casa, dia regido por Baiano. Muitos evitam ofertar nas "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite) e preferem o anoitecer para as entidades da esquerda.
Como ofertar passo a passo?
Tome um banho de limpeza e vista-se com roupa limpa; faça tudo com calma, fé e intenção firme. Reúna os itens da oferenda limpos e separados, de preferência em vasilha de barro, louça ou sobre folha, evite plástico e isopor. Comece pela conversa com o dirigente da sua casa, porque Severino da Bahia é nome de falange e cada terreiro conhece o seu, com fundamento próprio. Confirmado o caminho, tome um banho de ervas do pescoço para baixo, nunca na cabeça, e vista roupa limpa e clara. Prepare tudo em casa e sem pressa. Cozinhe o aipim sem sal, escorra e corte em pedaços. Quebre o coco seco, faça as cocadas e prepare a farofa com a carne seca desfiada. Corte as frutas e tire as flores do papel. No ponto de entrega, peça licença ao lugar antes de colocar qualquer coisa no chão. Forre o alguidar com folha de bananeira, ponha o aipim no centro e regue com o melado, arrume o coco, as cocadas e a rapadura em volta e a farofa de um lado. Distribua as frutas ao redor do alguidar, coloque o copo de cachaça ou de batida e o copo de água na frente e as flores em roda. Firme as velas em base segura, intercaladas com as flores, e acenda o cigarro de palha, deixando apoiado na borda. Saúde com Salve os Baianos, ou com É da Bahia, como se diz em muitas casas, e fale com Seu Severino como quem conversa com um amigo mais velho: com sinceridade e sem rodeio. Peça força para atravessar o que está difícil, desmanche do que pesa e firmeza no trabalho. Agradeça, apague as velas antes de sair se houver qualquer risco de fogo e leve embora sacola, garrafa e tudo o que não se desfaz na terra. Vá até o local de entrega (Em campo aberto, nas campinas, que as fontes apontam como o principal ponto de natureza para a entrega aos Baianos, ou aos pés de um coqueiro ou de uma palmeira, outro lugar muito citado para a linha. Há casas que entregam conforme o campo de atuação do guia, inclusive na beira da praia. Em casa, a firmeza pode ser feita no congá ou num cantinho limpo, sempre com a licença do seu dirigente.) e peça licença ao Orixá/guia e ao local antes de assentar a oferenda. Acenda a vela com firmeza, declare a quem se destina e faça o seu pedido ou agradecimento em voz baixa, do fundo do coração. Fique alguns instantes em concentração, agradeça e vá embora sem olhar para trás, deixando a oferenda entregue. Volte depois (ou no dia seguinte) para recolher o que a natureza não absorve, velas, louças e embalagens. Respeite o meio ambiente: leve só o que ela aproveita.
Quais os cuidados?
Vela em campo aberto e ao pé de coqueiro pede atenção: capim e palha secos pegam fogo depressa, então limpe o chão em volta, use base de barro e não deixe a chama sozinha em dia de vento. Em época de seca, firme a vela em casa e leve só a comida, as frutas e as flores. Não deixe plástico, vidro, isopor nem papel alumínio; prefira alguidar de barro, folha e gamela de madeira. Se houver alguém em recuperação de alcoolismo na casa, troque a cachaça pela água de coco, sem culpa. Para demanda, peça corte e proteção, nunca o mal de ninguém: Baiano desmancha feitiço, não manda de volta. Se o que pesa é saúde, a oferenda é ato de fé e não substitui médico, terapia nem tratamento. E desconfie de quem cobra caro ou promete resultado com prazo em nome de Seu Severino. Respeite o meio ambiente: não deixe plástico, vidro, isopor ou louça que a natureza não absorve; recolha os restos depois. Cuidado com velas acesas perto de mato seco, evite risco de incêndio. Observação: Severino da Bahia aparece nas listas dos nomes de Baianos mais populares da Umbanda, ao lado de Zé do Coco, Zé da Lua, Simão do Bonfim e João do Coqueiro, mas há pouco material escrito só sobre ele, e quase tudo o que se sabe vem da tradição oral de cada terreiro. Por isso a oferenda acima segue o fundamento da linha dos Baianos, e não uma receita exclusiva dele. As histórias também variam: há listas que colocam um Severino entre os Baianos que se apresentam como cangaceiros, ao lado de Lampião, Maria Bonita e Corisco, e há relatos que falam de um antigo babalorixá da Bahia chamado Severino. São narrativas de tradição, e não biografia comprovada. Em algumas casas ele chega como trabalhador firme, com a coragem de quem enfrentou a seca; em outras, mais brincalhão e valente, como os estudos sobre os Baianos registram para toda a linha. As cores mudam: amarelo é a mais citada, e há casas que somam branco, vermelho ou preto, que aparecem também nas guias de Baiano. A comida pode trocar o aipim por milho cozido com melado, e a bebida pode ser cachaça, batida, licor de coco ou só água de coco. Quem define a sua oferenda é o fundamento da sua casa e o que o seu Severino pedir. Conteúdo informativo e de fé: a forma de ofertar varia de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
Quem é o Baiano Severino da Bahia na Umbanda?
É um dos nomes mais populares da linha dos Baianos, a categoria de espíritos ligada aos tipos nordestinos que trabalha sob a regência de Iansã em boa parte das casas. Chega com alegria e conselho firme e, como toda a linha, é procurado para desmanchar feitiço e dar força em tempos difíceis. Há pouco escrito só sobre ele, e cada casa conhece o seu.
O que oferecer ao Baiano Severino da Bahia?
A mesa segue o fundamento da linha baiana: aipim cozido com melado, cocada, coco seco, farofa com carne seca, rapadura e frutas amarelas, com flores e velas amarelas, cigarro de palha e cachaça ou batida. Confirme sempre com o dirigente da sua casa.
Onde entregar a oferenda do Severino da Bahia?
Em campo aberto, nas campinas, ou aos pés de um coqueiro ou de uma palmeira, que são os pontos mais citados para os Baianos. Em casa, a firmeza pode ser feita no congá ou num canto limpo, com licença do dirigente.
Qual o dia do Baiano Severino?
Muitas casas usam a terça feira, dia de Iansã, que rege a linha dos Baianos. Outras fazem a gira baiana no próprio calendário do terreiro. A data que vale é a da sua casa.
Qual a cor da vela do Severino da Bahia?
A amarela é a mais usada para a linha baiana, e muitas casas intercalam com a branca. Há terreiros que usam a cor que o próprio guia pede. Na dúvida, amarela e branca são a escolha mais segura.
Qual a saudação do Baiano Severino da Bahia?
Salve os Baianos e É da Bahia são as saudações mais ouvidas na gira, e muitas casas dizem também Saravá Seu Severino. Use a forma da sua casa, ao chegar e ao sair.
Severino da Bahia é cangaceiro?
Algumas listas colocam um Severino entre os Baianos que se apresentam como cangaceiros, junto de Lampião, Maria Bonita e Corisco, e em outras casas ele chega como um trabalhador simples do sertão. Não é contradição: é nome de falange, e cada terreiro conhece o seu jeito de se apresentar.
Severino da Bahia e Pai Severino são o mesmo guia?
Não necessariamente. Pai Severino é lembrado na linha dos Pretos-Velhos, com fundamento, oferenda e saudação próprios, e Severino da Bahia vem na linha dos Baianos. Pergunte na sua casa como ele se apresenta antes de montar a oferenda.
Para que pedir ao Baiano Severino da Bahia?
A tradição procura os Baianos para desmanchar feitiço e demanda, ganhar força depois de uma fase difícil, firmar o trabalho e receber um conselho direto. Pedido bom é pedido sincero, e a parte prática da vida continua sendo sua.
O que fazer com a oferenda depois?
No campo ou ao pé do coqueiro, a comida, as frutas e as flores ficam para a natureza, mas garrafa, sacola e restos de vela voltam com você, e o alguidar pode voltar também, se a casa orientar. Em casa, troque a água a cada dois ou três dias e tire as comidas antes de estragar, levando tudo para a terra de um vaso.

Conheça outras oferendas

Conteúdo informativo e de fé. As oferendas têm uso espiritual e tradicional e variam de casa para casa. Não substituem a orientação do dirigente do seu terreiro; quando indicadas, devem ser confirmadas com o seu Pai ou Mãe de Santo. Respeite sempre a natureza e recolha o que ela não absorve.
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