Mangueira (folha de manga)
A folha de mangueira é uma das ervas mais usadas e menos comentadas da tradição brasileira. Árvore de quintal em quase todo o país, a mangueira dá folha o ano inteiro e por isso virou erva de uso corrente em banho de limpeza, em defumação e em abô. Nos terreiros ela é citada principalmente no campo de Oxóssi e de Ogum, e o que os mais velhos destacam nela é o equilíbrio: é folha morna, que limpa sem cortar, e por isso aparece em receita de quem precisa se aliviar sem ficar sem força.

Mangueira (folha de manga) é uma erva morna da Umbanda, regida por Oxóssi. A folha de mangueira é uma das ervas mais usadas e menos comentadas da tradição brasileira. Árvore de quintal em quase todo o país, a mangueira dá folha o ano inteiro e por isso virou erva de uso corrente em banho de limpeza, em defumação e em abô. Nos terreiros ela é citada principalmente no campo de Oxóssi e de Ogum, e o que os mais velhos destacam nela é o equilíbrio: é folha morna, que limpa sem cortar, e por isso aparece em receita de quem precisa se aliviar sem ficar sem força. Costuma ser usada do pescoço para baixo. Atenção: Uso espiritual e tradicional. Nada aqui é orientação médica. A mangueira, Mangifera indica, pertence à mesma família botânica do caju e da aroeira, e a seiva leitosa do pé, do galho recém quebrado e da casca do fruto contém compostos que causam dermatite de contato em pessoas sensíveis, com vermelhidão, coceira e bolhas parecidas com as da hera venenosa. Quem já teve reação a caju, a pistache ou a aroeira deve testar em pequena área antes de usar a folha na pele. Evite quebrar galho verde a ponto de escorrer seiva nas mãos e lave bem as folhas antes de qualquer preparo, porque mangueira de quintal e de calçada acumula poeira, fuligem e agrotóxico. Não use sobre ferida aberta, nos olhos nem nas mucosas. O chá de folha de manga é tradicional na medicina popular, sobretudo para diabetes, mas não tem dose segura estabelecida para uso caseiro e pode interagir com medicação de controle de glicemia, então uso interno só com acompanhamento profissional, e nunca em substituição a tratamento. Gestante, lactante, criança pequena e quem usa medicação contínua devem falar com médico antes.
Atenção e cuidados
Uso espiritual e tradicional. Nada aqui é orientação médica. A mangueira, Mangifera indica, pertence à mesma família botânica do caju e da aroeira, e a seiva leitosa do pé, do galho recém quebrado e da casca do fruto contém compostos que causam dermatite de contato em pessoas sensíveis, com vermelhidão, coceira e bolhas parecidas com as da hera venenosa. Quem já teve reação a caju, a pistache ou a aroeira deve testar em pequena área antes de usar a folha na pele. Evite quebrar galho verde a ponto de escorrer seiva nas mãos e lave bem as folhas antes de qualquer preparo, porque mangueira de quintal e de calçada acumula poeira, fuligem e agrotóxico. Não use sobre ferida aberta, nos olhos nem nas mucosas. O chá de folha de manga é tradicional na medicina popular, sobretudo para diabetes, mas não tem dose segura estabelecida para uso caseiro e pode interagir com medicação de controle de glicemia, então uso interno só com acompanhamento profissional, e nunca em substituição a tratamento. Gestante, lactante, criança pequena e quem usa medicação contínua devem falar com médico antes.
Sobre a mangueira (folha de manga)
Mangueira (folha de manga) é uma erva morna da Umbanda, regida por Oxóssi. A folha de mangueira é uma das ervas mais usadas e menos comentadas da tradição brasileira. Árvore de quintal em quase todo o país, a mangueira dá folha o ano inteiro e por isso virou erva de uso corrente em banho de limpeza, em defumação e em abô. Nos terreiros ela é citada principalmente no campo de Oxóssi e de Ogum, e o que os mais velhos destacam nela é o equilíbrio: é folha morna, que limpa sem cortar, e por isso aparece em receita de quem precisa se aliviar sem ficar sem força.
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Para que serve
A folha de mangueira é uma das ervas mais usadas e menos comentadas da tradição brasileira. Árvore de quintal em quase todo o país, a mangueira dá folha o ano inteiro e por isso virou erva de uso corrente em banho de limpeza, em defumação e em abô. Nos terreiros ela é citada principalmente no campo de Oxóssi e de Ogum, e o que os mais velhos destacam nela é o equilíbrio: é folha morna, que limpa sem cortar, e por isso aparece em receita de quem precisa se aliviar sem ficar sem força. Na Umbanda, atua principalmente em:
- Banho de limpeza e de proteção
- Defumação de ambiente
- Abô
- Composições de Oxóssi e de Ogum
- Lavagem de chão e de porta
- Uso popular em fitoterapia caseira, fora do campo ritual
Modos de uso
Banho
Entra em banhos de equilíbrio, podendo ir à cabeça. Veja o passo a passo na nossa seção de Banhos.
Ver banhos →Chá / uso interno
O chá de Mangueira (folha de manga) existe na tradição popular, mas pede cautela: evite em gestantes, crianças e por tempo prolongado, e só use com orientação. Na Umbanda, ela é mais aproveitada em banho, defumação e oferenda.
Defumação
Queime folhas secas (com carvão ou junto ao incenso) para limpar e elevar a vibração do ambiente.
No ambiente
Cultivada em vaso, principalmente na entrada, protege o lar e afasta energias densas.
Quando usar
Combina com a lua crescente (para atrair e fazer crescer) e a lua cheia (para equilíbrio e elevação). Faça com fé, pedindo licença ao guia e à própria erva. Por ser uma erva morna, equilibra a energia e costuma ser usada do pescoço para baixo, podendo ir à cabeça com orientação.







