Defumação · Finalidade

Defumação de Dandá da Costa

O dandá da costa é uma raiz pequena, escura e perfumada, vendida inteira, em pedaços ou ralada nas casas de artigos religiosos, e é lembrado na Umbanda, no Candomblé e na Jurema Sagrada como raiz de proteção, de defesa contra demanda e de firmeza espiritual. Muito ligado a Ogum e ao povo da rua, ele entra em banho, em patuá e também na defumação, onde a fumaça de cheiro amadeirado e levemente picante é usada para limpar o ambiente, afastar inveja e más influências e deixar a casa firme. É raiz de axé forte, e por isso a tradição pede pouca quantidade e sempre junto de outras ervas. Esta página ensina uma defumação simples, com o dandá no centro, a arruda abrindo e o alecrim repondo.

Defumação: Defumação de Dandá da Costa
Resposta rápida

O dandá da costa é uma raiz pequena, escura e perfumada, vendida inteira, em pedaços ou ralada nas casas de artigos religiosos, e é lembrado na Umbanda, no Candomblé e na Jurema Sagrada como raiz de proteção, de defesa contra demanda e de firmeza espiritual. Muito ligado a Ogum e ao povo da rua, ele entra em banho, em patuá e também na defumação, onde a fumaça de cheiro amadeirado e levemente picante é usada para limpar o ambiente, afastar inveja e más influências e deixar a casa firme. É raiz de axé forte, e por isso a tradição pede pouca quantidade e sempre junto de outras ervas. Esta página ensina uma defumação simples, com o dandá no centro, a arruda abrindo e o alecrim repondo. Defumação completa (descarrega e depois imanta). Queima-se dandá da costa (raiz ralada ou em pedaços), arruda, alecrim e outras ervas/resinas sobre o carvão em brasa, defumando do fundo do cômodo até a porta.

Conteúdo de fé e informativo: a fumaça incomoda quem tem problema respiratório; defume com ventilação e segurança. Ver cuidados

Sobre a defumação de dandá da costa

Defumação de Dandá da Costa é uma defumação de proteção da casa, defesa contra demanda, inveja e más influências, e firmeza espiritual na Umbanda, na vibração de Exu/Ogum. O dandá da costa é uma raiz pequena, escura e perfumada, vendida inteira, em pedaços ou ralada nas casas de artigos religiosos, e é lembrado na Umbanda, no Candomblé e na Jurema Sagrada como raiz de proteção, de defesa contra demanda e de firmeza espiritual. Muito ligado a Ogum e ao povo da rua, ele entra em banho, em patuá e também na defumação, onde a fumaça de cheiro amadeirado e levemente picante é usada para limpar o ambiente, afastar inveja e más influências e deixar a casa firme. É raiz de axé forte, e por isso a tradição pede pouca quantidade e sempre junto de outras ervas. Esta página ensina uma defumação simples, com o dandá no centro, a arruda abrindo e o alecrim repondo.

TipoFinalidade
RegênciaExu/Ogum
FumaçaCompleta
DiaNão há dia único registrado para o dandá. As casas que o ligam a Ogum costumam preferir a terça-feira, e as que trabalham com ele na linha do povo da rua escolhem a segunda-feira. Muita gente defuma também quando sente o ambiente pesado depois de visita, briga ou fase de inveja, sem esperar data. O horário mais indicado é de dia ou no começo da noite, com janelas abertas.

Ervas e resinas (o que usar)

  • Dandá da costa (raiz ralada ou em pedaços)uma colher de chá rasa da raiz ralada, ou dois ou três pedacinhos quebrados na mãoComprar
  • Arrudaum raminho seco, que ajuda no corte e abre a limpezaComprar
  • Alecrimum ramo seco, para a volta leve que repõe o ambiente depois do corteComprar
  • Carvão para defumaçãouma pastilha, já em brasa cinzenta e sem chamaComprar
  • Turíbulo / incensárioou pote de barro com dois dedos de areia no fundoComprar
  • Carvão e turíbulopara a brasaComprar

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Como defumar (passo a passo)

  1. Abra as janelas do ambiente e faça uma breve oração, concentrando-se na sua intenção e pedindo licença e proteção aos guias.
  2. Acenda o carvão próprio para defumação (numa peneira/colher de metal ou direto no turíbulo) e espere ficar em brasa, é a brasa que "puxa" e transmuta as energias.
  3. Coloque o turíbulo (incensário de cerâmica ou metal) num pegador seguro. Vá juntando as ervas e resinas aos poucos sobre a brasa, em número ímpar, agradecendo a cada uma pelo trabalho.
  4. Abra portas e janelas e retire do cômodo crianças, gestantes, pessoas com asma ou bronquite e animais de estimação antes de acender o carvão. Ponha areia no fundo do pote de barro, acenda a pastilha com pinça e espere ela ficar coberta de cinza clara, sem chama. Se a sua raiz veio inteira, quebre dois ou três pedacinhos com a mão ou rale um pouco num ralo fino, porque o dandá inteiro demora a pegar fogo e solta pouca fumaça; ralado, ele queima por igual e libera melhor o perfume. Comece pela arruda: deixe cair uma pitada sobre a brasa e, quando a fumaça subir, acrescente o dandá aos pouquinhos, uma pitada por vez. A fumaça do dandá é menos densa que a do fumo e tem cheiro de terra, de madeira e de especiaria. Conduza o pote do fundo da casa para a porta da rua, passando pelos cantos, atrás das portas, pelos batentes e pelas janelas, pedindo em voz baixa que toda inveja, toda demanda e toda influência ruim se retire, e saudando Ogum ou o guardião da sua casa conforme o costume do seu terreiro. Na porta da rua, demore um pouco mais, deixando a fumaça passar pela soleira, que é o ponto que a tradição pede para firmar. Depois, com brasa nova, coloque o alecrim e refaça o caminho da porta para dentro, chamando paz, ânimo e proteção, porque ambiente limpo e vazio precisa ser reposto. Deixe a brasa apagar sozinha dentro do pote, espere a cinza esfriar por completo, descarte na terra de um vaso ou no lixo comum e lave as mãos.
  5. Comece pelo fundo da casa e caminhe defumando cômodo por cômodo, indo aos quatro cantos de cada um e terminando sempre na direção da porta de saída, para que o que sair, vá embora com a fumaça.
  6. Para defumar uma pessoa, passe a fumaça do pescoço para baixo (sem ir à cabeça/coroa), em volta do corpo, pedindo limpeza e proteção. Nunca encoste a brasa na pele.
  7. Ao terminar, agradeça, deixe o carvão se apagar com segurança e despache as cinzas frias (na terra ou no lixo, conforme o costume da sua casa).

Quando defumar

Costuma-se associar a Não há dia único registrado para o dandá. As casas que o ligam a Ogum costumam preferir a terça-feira, e as que trabalham com ele na linha do povo da rua escolhem a segunda-feira. Muita gente defuma também quando sente o ambiente pesado depois de visita, briga ou fase de inveja, sem esperar data. O horário mais indicado é de dia ou no começo da noite, com janelas abertas., dia de Exu. Faça o descarrego primeiro e, em seguida, a parte lustral para imantar. Defume com as janelas abertas e renove o ar depois.

Cuidados e contraindicações

O dandá é raiz de uso externo e ritual: não é para comer, mascar nem fazer chá por conta própria. Guarde a raiz e o pó em pote fechado, longe de crianças e de animais. Qualquer fumaça irrita nariz, garganta e olhos, e por isso bebês, crianças, gestantes, lactantes, idosos e quem tem asma, bronquite, rinite ou DPOC ficam fora do ambiente enquanto durar a defumação, assim como cães, gatos e sobretudo aves, que são muito sensíveis. Use pouco: uma colher de chá rasa basta para a casa toda, e mais raiz não quer dizer mais proteção, só mais fumaça. Nunca deixe o pote aceso sozinho, nem perto de cortina, papel ou pano, e mantenha a casa ventilada. Se alguém sentir tontura, dor de cabeça, náusea ou falta de ar, pare, leve a pessoa para o ar livre e procure atendimento se não melhorar. Nada aqui é orientação médica: defumação é gesto espiritual de limpeza de ambiente e não substitui tratamento de saúde. A fumaça pode incomodar gestantes, bebês, idosos, asmáticos e pessoas com problemas respiratórios, defume com moderação, ventilando bem o ambiente. Cuidado com a brasa e o carvão acesos: use suporte seguro, longe de cortinas e de material inflamável, e nunca deixe sem vigilância. Retire crianças e animais do cômodo durante a defumação e só os traga de volta com o ar renovado. Observação: O dandá da costa tem muitas leituras, e é bom saber disso antes de começar. Na botânica, o nome popular é dado a pequenos tubérculos de plantas do gênero Cyperus, da mesma família da tiririca: muitas lojas o identificam como Cyperus rotundus, e há quem o aproxime de espécies aparentadas, como a priprioca do Norte, cujos tubérculos também têm cheiro amadeirado e picante e são usados em banhos. Na espiritualidade também há variação. Em muitas casas de Umbanda ele é raiz de Ogum e do povo da rua, em outras aparece ligado a Exu, a Oxóssi, a Xangô ou a Ossaim, e no Candomblé há casas que o usam em banhos de preparo, de modo que a regência muda conforme o fundamento. Há terreiros que defumam só com o dandá, há os que o misturam com arruda, guiné e alecrim, e há quem prefira usá-lo apenas em banho ou guardado no patuá, sem queimar. Quanto ao banho de dandá, quando a sua casa o ensina, ele é feito do pescoço para baixo, porque a cabeça é cuidada no amaci. Quem confirma o fundamento é o dirigente do seu terreiro. Conteúdo informativo e de fé: a composição e a forma de defumar variam de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.

Perguntas frequentes

Para que serve a defumação de dandá da costa?
O dandá da costa é uma raiz pequena, escura e perfumada, vendida inteira, em pedaços ou ralada nas casas de artigos religiosos, e é lembrado na Umbanda, no Candomblé e na Jurema Sagrada como raiz de proteção, de defesa contra demanda e de firmeza espiritual. Muito ligado a Ogum e ao povo da rua, ele entra em banho, em patuá e também na defumação, onde a fumaça de cheiro amadeirado e levemente picante é usada para limpar o ambiente, afastar inveja e más influências e deixar a casa firme. É raiz de axé forte, e por isso a tradição pede pouca quantidade e sempre junto de outras ervas. Esta página ensina uma defumação simples, com o dandá no centro, a arruda abrindo e o alecrim repondo. É uma defumação de finalidade de proteção da casa, defesa contra demanda, inveja e más influências, e firmeza espiritual, na vibração de Exu/Ogum.
Quais ervas e resinas usar na defumação de dandá da costa?
Tradicionalmente: dandá da costa (raiz ralada ou em pedaços), arruda, alecrim, carvão para defumação, turíbulo / incensário. Use ervas secas e resinas de boa procedência, em número ímpar, sobre o carvão em brasa.
Como defumar passo a passo?
Abra as janelas do ambiente e faça uma breve oração, concentrando-se na sua intenção e pedindo licença e proteção aos guias. Acenda o carvão próprio para defumação (numa peneira/colher de metal ou direto no turíbulo) e espere ficar em brasa, é a brasa que "puxa" e transmuta as energias. Coloque o turíbulo (incensário de cerâmica ou metal) num pegador seguro. Vá juntando as ervas e resinas aos poucos sobre a brasa, em número ímpar, agradecendo a cada uma pelo trabalho. Abra portas e janelas e retire do cômodo crianças, gestantes, pessoas com asma ou bronquite e animais de estimação antes de acender o carvão. Ponha areia no fundo do pote de barro, acenda a pastilha com pinça e espere ela ficar coberta de cinza clara, sem chama. Se a sua raiz veio inteira, quebre dois ou três pedacinhos com a mão ou rale um pouco num ralo fino, porque o dandá inteiro demora a pegar fogo e solta pouca fumaça; ralado, ele queima por igual e libera melhor o perfume. Comece pela arruda: deixe cair uma pitada sobre a brasa e, quando a fumaça subir, acrescente o dandá aos pouquinhos, uma pitada por vez. A fumaça do dandá é menos densa que a do fumo e tem cheiro de terra, de madeira e de especiaria. Conduza o pote do fundo da casa para a porta da rua, passando pelos cantos, atrás das portas, pelos batentes e pelas janelas, pedindo em voz baixa que toda inveja, toda demanda e toda influência ruim se retire, e saudando Ogum ou o guardião da sua casa conforme o costume do seu terreiro. Na porta da rua, demore um pouco mais, deixando a fumaça passar pela soleira, que é o ponto que a tradição pede para firmar. Depois, com brasa nova, coloque o alecrim e refaça o caminho da porta para dentro, chamando paz, ânimo e proteção, porque ambiente limpo e vazio precisa ser reposto. Deixe a brasa apagar sozinha dentro do pote, espere a cinza esfriar por completo, descarte na terra de um vaso ou no lixo comum e lave as mãos. Comece pelo fundo da casa e caminhe defumando cômodo por cômodo, indo aos quatro cantos de cada um e terminando sempre na direção da porta de saída, para que o que sair, vá embora com a fumaça. Para defumar uma pessoa, passe a fumaça do pescoço para baixo (sem ir à cabeça/coroa), em volta do corpo, pedindo limpeza e proteção. Nunca encoste a brasa na pele. Ao terminar, agradeça, deixe o carvão se apagar com segurança e despache as cinzas frias (na terra ou no lixo, conforme o costume da sua casa).
Qual o melhor dia e horário?
Costuma-se associar a Não há dia único registrado para o dandá. As casas que o ligam a Ogum costumam preferir a terça-feira, e as que trabalham com ele na linha do povo da rua escolhem a segunda-feira. Muita gente defuma também quando sente o ambiente pesado depois de visita, briga ou fase de inveja, sem esperar data. O horário mais indicado é de dia ou no começo da noite, com janelas abertas., dia de Exu. Faça o descarrego primeiro e, em seguida, a parte lustral para imantar. Defume com as janelas abertas e renove o ar depois.
Quais os cuidados ao defumar?
O dandá é raiz de uso externo e ritual: não é para comer, mascar nem fazer chá por conta própria. Guarde a raiz e o pó em pote fechado, longe de crianças e de animais. Qualquer fumaça irrita nariz, garganta e olhos, e por isso bebês, crianças, gestantes, lactantes, idosos e quem tem asma, bronquite, rinite ou DPOC ficam fora do ambiente enquanto durar a defumação, assim como cães, gatos e sobretudo aves, que são muito sensíveis. Use pouco: uma colher de chá rasa basta para a casa toda, e mais raiz não quer dizer mais proteção, só mais fumaça. Nunca deixe o pote aceso sozinho, nem perto de cortina, papel ou pano, e mantenha a casa ventilada. Se alguém sentir tontura, dor de cabeça, náusea ou falta de ar, pare, leve a pessoa para o ar livre e procure atendimento se não melhorar. Nada aqui é orientação médica: defumação é gesto espiritual de limpeza de ambiente e não substitui tratamento de saúde. A fumaça pode incomodar gestantes, bebês, idosos, asmáticos e pessoas com problemas respiratórios, defume com moderação, ventilando bem o ambiente. Cuidado com a brasa e o carvão acesos: use suporte seguro, longe de cortinas e de material inflamável, e nunca deixe sem vigilância. Retire crianças e animais do cômodo durante a defumação e só os traga de volta com o ar renovado. Observação: O dandá da costa tem muitas leituras, e é bom saber disso antes de começar. Na botânica, o nome popular é dado a pequenos tubérculos de plantas do gênero Cyperus, da mesma família da tiririca: muitas lojas o identificam como Cyperus rotundus, e há quem o aproxime de espécies aparentadas, como a priprioca do Norte, cujos tubérculos também têm cheiro amadeirado e picante e são usados em banhos. Na espiritualidade também há variação. Em muitas casas de Umbanda ele é raiz de Ogum e do povo da rua, em outras aparece ligado a Exu, a Oxóssi, a Xangô ou a Ossaim, e no Candomblé há casas que o usam em banhos de preparo, de modo que a regência muda conforme o fundamento. Há terreiros que defumam só com o dandá, há os que o misturam com arruda, guiné e alecrim, e há quem prefira usá-lo apenas em banho ou guardado no patuá, sem queimar. Quanto ao banho de dandá, quando a sua casa o ensina, ele é feito do pescoço para baixo, porque a cabeça é cuidada no amaci. Quem confirma o fundamento é o dirigente do seu terreiro. Conteúdo informativo e de fé: a composição e a forma de defumar variam de casa para casa. Confirme sempre com o seu Pai ou Mãe de Santo.
Para que serve a defumação de dandá da costa?
Serve para proteger e firmar. É procurada quando a casa parece pesada de inveja, de olho grande, de briga ou de demanda, e quando a pessoa sente que está sendo alvo de energia ruim. A fumaça do dandá é lida como a que afasta más influências e deixa o ambiente firme. Por isso ela vai do fundo da casa para a porta da rua e termina com uma volta leve de alecrim, da porta para dentro.
O dandá da costa é de qual Orixá?
Depende da casa. Na Umbanda ele é muito ligado a Ogum e ao povo da rua, e por isso esta página o coloca nessa regência. Mas há tradições que o associam a Exu, a Oxóssi, a Xangô ou a Ossaim. Nenhuma dessas leituras anula as outras, e a regência que vale para você é a ensinada no seu terreiro.
O que é o dandá da costa?
É uma raiz, ou melhor, um pequeno tubérculo escuro e perfumado de plantas do gênero Cyperus, parentes da tiririca. É vendido inteiro, em pedaços ou ralado nas casas de artigos religiosos e tem cheiro de terra, de madeira e de especiaria. O nome da costa lembra a origem africana atribuída a ele, a costa da África, como em outros insumos de axé.
Posso usar o dandá inteiro na brasa?
Pode, mas funciona melhor quebrado ou ralado. A raiz inteira é dura, demora a pegar e solta pouca fumaça. Quebrando dois ou três pedacinhos com a mão ou ralando um pouco, ele queima por igual e libera o perfume. Coloque uma pitada por vez, sempre sobre brasa sem chama.
Quanto dandá usar?
Pouco. Uma colher de chá rasa do pó ou dois ou três pedacinhos bastam para uma casa inteira. O dandá é considerado raiz de axé forte, e a tradição pede moderação e o uso junto de outras ervas. Mais quantidade não aumenta a proteção, só enche a casa de fumaça.
Qual a diferença entre banho e defumação de dandá?
O banho cuida da pessoa e a defumação cuida do ambiente. No banho, quando a sua casa ensina, a raiz é fervida ou abafada na água e jogada do pescoço para baixo, depois do banho de higiene. Na defumação, a raiz vai à brasa e a fumaça percorre a casa. Muita gente faz os dois no mesmo dia: primeiro a casa, depois o corpo.
Posso fazer a defumação de dandá e carregar um pedaço no patuá?
Pode, e é um uso muito lembrado. Muitas casas colocam um pedacinho de dandá no patuá de proteção, junto de outras ervas e da oração de quem prepara. A defumação limpa e firma a casa, e o patuá acompanha a pessoa na rua. O ideal é que o patuá seja preparado ou consagrado com a orientação do seu dirigente.
Gestante, criança ou quem tem asma pode ficar em casa durante a defumação?
Em casa sim, no ambiente da fumaça não. Bebês, crianças, gestantes, lactantes, idosos e quem tem asma, bronquite, rinite ou DPOC devem ficar em outro cômodo ou ao ar livre até o ar renovar. Cães, gatos e principalmente aves também saem antes de acender o carvão. Esta página não é orientação médica.
Posso trocar o dandá por outra erva?
Pode. Para a mesma proteção de ambiente, arruda, guiné, espada de Ogum e aroeira são as trocas mais comuns nas casas de Umbanda. O dandá entra quando se quer a força de raiz, mais funda e mais firme, mas uma defumação feita com fé e com as ervas que você tem já cumpre o seu papel.

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Conteúdo informativo e de fé. As defumações têm uso espiritual e tradicional e variam de casa para casa. Não substituem a orientação do dirigente do seu terreiro nem acompanhamento médico. Defume com segurança e ventilação.
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