Banho de Cravo-da-Índia
Banho de cravo-da-índia é o banho de proteção e de atração feito só com o botão seco e perfumado do craveiro, a especiaria que quase toda cozinha brasileira tem guardada no armário. Na tradição popular e em muitos terreiros de Umbanda, o cravo é lembrado como elemento que afasta inveja, olho gordo e gente mal intencionada, e ao mesmo tempo chama prosperidade, presença e boas oportunidades. É banho simples, de um ingrediente só, que limpa a aura e deixa no corpo um calor bom de firmeza. Não confunda com o banho de cravo e canela, que é receita de doçura e de prosperidade: aqui o cravo trabalha sozinho, com foco em defesa. A regência varia de casa para casa; a leitura mais comum o aproxima de Oxum, e há casas que o ligam também à linha de Pombagira.

Banho de cravo-da-índia é o banho de proteção e de atração feito só com o botão seco e perfumado do craveiro, a especiaria que quase toda cozinha brasileira tem guardada no armário. Na tradição popular e em muitos terreiros de Umbanda, o cravo é lembrado como elemento que afasta inveja, olho gordo e gente mal intencionada, e ao mesmo tempo chama prosperidade, presença e boas oportunidades. É banho simples, de um ingrediente só, que limpa a aura e deixa no corpo um calor bom de firmeza. Não confunda com o banho de cravo e canela, que é receita de doçura e de prosperidade: aqui o cravo trabalha sozinho, com foco em defesa. A regência varia de casa para casa; a leitura mais comum o aproxima de Oxum, e há casas que o ligam também à linha de Pombagira. Prepara-se com cravo-da-índia, água mineral, sal grosso, e toma-se do pescoço para baixo, com fé e intenção firme.
Conteúdo de fé e informativo: não substitui orientação médica nem a do seu dirigente. Em gravidez, crianças ou problemas de saúde, redobre o cuidado. Ver cuidados
Sobre o banho de cravo-da-índia
Banho de Cravo-da-Índia é um banho de proteção na Umbanda, ligado à vibração de Oxum. Banho de cravo-da-índia é o banho de proteção e de atração feito só com o botão seco e perfumado do craveiro, a especiaria que quase toda cozinha brasileira tem guardada no armário. Na tradição popular e em muitos terreiros de Umbanda, o cravo é lembrado como elemento que afasta inveja, olho gordo e gente mal intencionada, e ao mesmo tempo chama prosperidade, presença e boas oportunidades. É banho simples, de um ingrediente só, que limpa a aura e deixa no corpo um calor bom de firmeza. Não confunda com o banho de cravo e canela, que é receita de doçura e de prosperidade: aqui o cravo trabalha sozinho, com foco em defesa. A regência varia de casa para casa; a leitura mais comum o aproxima de Oxum, e há casas que o ligam também à linha de Pombagira.
Ingredientes
- Cravo-da-índia21 cravos-da-índia inteiros, ou 7 para um banho mais leveComprar
- Água mineral2 litros de água para a infusãoComprar
- Sal grosso1 pitada, opcional, só quando a casa orientar para reforçar a limpezaComprar
- Panela para banhopara o preparoComprar
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Como preparar e tomar (passo a passo)
- Acenda uma vela branca e ofereça ao seu anjo da guarda, concentrando-se na sua intenção.
- Separe os cravos com calma, contando um a um e firmando em pensamento o que você pede: proteção, corpo fechado contra a inveja e caminho limpo. Ferva os dois litros de água e, quando levantar fervura, coloque os cravos e desligue o fogo em seguida. Tampe a panela com um prato ou uma tampa e deixe abafar por dez a quinze minutos, para o perfume e a força do cravo passarem para a água. Há casas que deixam o cravo ferver alguns minutos e há casas que só abafam: siga o costume da sua casa. Coe muito bem, porque o botão do cravo é duro, e espere amornar naturalmente, sem gelo. Se for usar a pitada de sal grosso, dissolva depois de coar e só com orientação, porque o sal puxa o banho para o descarrego.
- Coe o banho retirando o excesso de folhas; deixe amornar até ficar agradável ao corpo.
- Tome primeiro o seu banho normal de higiene, de preferência com sabão neutro ou de coco.
- Tome primeiro o banho de higiene e enxágue bem o corpo. Com o chuveiro desligado, jogue a infusão morna do pescoço para baixo, devagar, mentalizando tudo o que é peso e inveja indo embora pelo ralo e pedindo que a sua proteção fique firme. Não enxágue e deixe secar naturalmente ou com leves batidinhas da toalha. O costume mais lembrado é tomar quando a pessoa sente olho gordo no trabalho ou em casa, antes de uma entrevista ou reunião importante e em fases de busca de emprego. Muitas casas preferem o sábado, dia de Oxum, e há quem escolha a lua nova para pedidos de começo. A cabeça fica de fora: banho de cabeça na Umbanda é o amaci, conduzido pelo dirigente com as ervas do Orixá de cada pessoa. Prepare na hora e use no mesmo dia.
- Não se enxugue esfregando a toalha: retire só o excesso de água. Se puder, vista roupa branca e recolha-se por alguns minutos mentalizando o seu pedido.
- Ao final, recolha os restos das ervas e despache-os na natureza (rio, mar ou mata) ou em água corrente.
Quando tomar
Tradicionalmente associado a sábado, dia de Oxum. Para limpeza, muitos preferem a lua minguante. Evite as "horas abertas" (6h, meio-dia, 18h e meia-noite).
Atenção e cuidados
O sal grosso descarrega muito: não use de forma intensiva e, depois, faça um banho de energização para repor as energias. Conteúdo informativo e espiritual: não substitui acompanhamento médico nem a orientação do seu dirigente. Banho ritualístico, quando indicado, deve ser confirmado com o seu Pai ou Mãe de Santo.







